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O clima seco ao longo da última semana favoreceu a colheita de cana-de-açúcar no estado de São Paulo. De acordo com pesquisadores do Cepea, este movimento elevou a oferta de lotes do açúcar cristal branco para pronta-entrega no spot paulista, em especial o tipo Icumsa 180, contexto que pressionou os valores médios do adoçante. A liquidez captada foi maior no correr dos últimos dias. Outro fator que exerceu pressão sobre os valores domésticos foram os recuos das cotações internacionais do demerara e da taxa de câmbio.
Os negócios envolvendo o etanol hidratado se aqueceram na última semana nos estados da região Centro-Sul, com exceção de São Paulo, onde a liquidez foi menor e os preços caíram. Especialmente em Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Goiás, as transferências para bases paulistas aumentaram. Segundo levantamento do Cepea, um dos motivos para a maior liquidez em outros estados pode ter sido a proximidade da mudança tributária que pode ocorrer ainda nesta semana – o valor do PIS/Cofins deve se elevar para ambos os combustíveis (gasolina e etanóis anidro e hidratado). Neste cenário, distribuidoras se anteciparam às compras, com maior participação de algumas de maior porte. Outro fator para o crescimento dos negócios pode estar atrelado à vantagem de preços do etanol hidratado sobre a gasolina C, que vem sendo verificada há três semanas nas bombas em São Paulo e também de outras importantes capitais.
Os preços do trigo no mercado de balcão registram pequenos avanços, enquanto os do mercado de lotes apresentam ligeiras baixas. Segundo pesquisadores do Cepea, a liquidez interna está baixa, tendo em vista que agentes, sobretudo produtores, estão atentos ao campo. No geral, a semeadura avança no Brasil e na Argentina, e já ultrapassa a metade da área destinada ao cereal nesta safra em ambos os países. Segundo dados da Conab, 60% das lavouras brasileiras de trigo haviam sido semeadas até o dia 17 de junho, 4,6 p.p. acima do registrado no mesmo período de 2022. Na Argentina, a semeadura atingiu 58,1% da área destinada ao trigo até o dia 22, com avanço de 18,6 p.p. na semana.
Devido ao maior volume de tomates provenientes da intensificação da safra de inverno, os valores de comercialização do fruto fecharam a semana passada em queda em relação à anterior. Além disso, as temperaturas mais altas também reforçaram a elevação na oferta, à medida que intensificam a maturação dos frutos. Dessa forma, entre 19 e 23 de junho, o tomate salada longa vida 3A foi negociado à média de R$ 62,17/cx no atacado de São Paulo (SP), desvalorização de 26% em relação à semana anterior. No atacado de Campinas (SP), o produto foi vendido a R$ 62,90/cx, queda de 26%.
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