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Os preços internos do café arábica recuaram com força em junho. O Indicador CEPEA/ESALQ do arábica tipo 6, posto na capital paulista, fechou a R$ 825,59/saca de 60 kg no dia 30, expressiva baixa de 16,7% (ou de 165,46 Reais/sc) no acumulado do mês. A média mensal, de R$ 928,86/sc, foi a menor, em termos nominais, desde julho de 2021. A pressão sobre os valores veio do avanço da colheita da variedade no Brasil, das boas expectativas de produção na safra 2023/24 e das condições climáticas bastante favoráveis aos trabalhos nos cafezais. As desvalorizações do grão, apesar de gerarem grande preocupação entre produtores – que, vale lembrar, adquiriram insumos a preços muito elevados –, acabaram resultando em ligeiros aumentos no ritmo de negócios em determinados momentos do mês. Isso porque cafeicultores estão apreensivos de que novas baixas ocorram, fundamentados no andamento da colheita e no rendimento dos talhões. Ressalta-se que, com o avanço da colheita, é comum que os preços caiam, mas os atuais patamares já estão baixos. Como comparação, em junho do ano passado, a saca de arábica era negociada na casa dos R$ 1.300,00.
Para o robusta, as cotações iniciaram junho em alta e se mantiveram firmes ao longo da primeira quinzena do mês, sustentadas pelo consenso entre agentes em relação à queda de produção da variedade. No entanto, com a pressão de compradores e com as desvalorizações externas, os preços passaram a recuar. No acumulado de junho, o Indicador do café robusta CEPEA/ESALQ caiu 8%, fechando a R$ 644,31/sc de 60 kg no dia 30. No entanto, a média mensal ainda superou em 4% a do mês anterior, a R$ 706,26/sc, resultado do fato de o Indicador ter operado acima dos R$ 700/sc na maior parte do mês. CAMPO – As colheitas de robusta e de arábica avançam no Brasil – com o tempo firme nos últimos dias, os trabalhos estiveram a todo o vapor. A qualidade dos cafés que está chegando nas torrefadoras e classificadoras é considerada bastante satisfatória. Levantamento do Cepea mostra que, em Rondônia, as atividades envolvendo o robusta estão praticamente finalizadas, somando 95% da produção estimada. No Espírito Santo, a colheita de robusta soma os 40%. Quanto ao arábica, em Garça (SP) e nas Matas Mineiras, o total colhido se aproxima dos 30%. No Sul de Minas e em Mogiana (SP), as atividades somam de 25% a 30% em média; no Cerrado Mineiro, 20%; e, no Noroeste do Paraná, 15%.

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