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O Cadastro Imobiliário Brasileiro (CIB) — apelidado de "CPF dos imóveis" — inaugura uma nova fase de transparência e padronização no mercado. E, ao contrário da onda de pânico que tomou as redes, colocando o assunto como Trend Top, o impacto para o investidor tende a ser positivo ao meu ver.
O CIB centraliza informações hoje dispersas, reduz conflitos de registro e aumenta a segurança jurídica das transações. Em mercados maduros, imóveis com maior rastreabilidade apresentam valorização superior, e não o contrário. A lógica aqui é a mesma: menos risco, maior liquidez.
A dúvida mais recorrente se refere ao limite de R$ 240 mil anuais em renda de aluguel, que mantém o contribuinte em regime simplificado. Acima disso, a tributação muda — mas não significa perda de rentabilidade e sim necessidade de estrutura. Em carteiras maiores - Patrimoniais - , é natural que investidores recorram a organização e gestão, gestão profissional de recebíveis e planejamento fiscal — práticas que já fazem parte da estratégia imobiliária moderna.
A verdade é que o CIB não desencoraja investimento, mas pelo contrário, ele seleciona o investidor preparado. A formalização tende a profissionalizar o setor, reduzir judicialização, acelerar compras e vendas e dar mais previsibilidade aos fluxos de aluguel. Isso beneficia quem já atua com visão de longo prazo e reforça uma tendência que venho acompanhando no mercado: imóveis cujas características que observo em minhas indicações na curadoria, tais como localização, densidade demográfica e etc..., com documentação sólida e gestão eficiente seguem entregando retorno real acima da média.
Em vez de enxergar o CIB como um obstáculo, o investidor atento o vê como um passo necessário na evolução do mercado brasileiro — um passo que tende a valorizar ativos e qualificar rendimentos, especialmente para quem souber se posicionar desde já.
E você, está esperando os valores dos imóveis disparar para entrar no mercado?
