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Investing.com – A taxa de desemprego do trimestre de março a maio de 2023 atingiu 8,3%, recuando 0,3 ponto percentual em relação ao trimestre encerrado em fevereiro de 2023, que era de 8,6%. No mesmo período do ano anterior, foi de 9,8%. Os dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua) foram divulgados nesta sexta-feira, 30, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
O indicador de 8,3% veio conforme as projeções consensuais de economistas e analistas de mercado. É a menor taxa para um trimestre encerrado em maio desde 2015, que registrou igual percentual.
Segundo o instituto, o número de pessoas desocupadas atingiu 8,9 milhões de pessoas, diminuição de 3,0% em relação ao trimestre anterior e de 15,9% frente a igual período de 2022. A quantidade de pessoas ocupadas, de 98,4 milhões, apresentou estabilidade na comparação trimestral e subiu 0,9% na análise anual.
Maykon Douglas, economista da Highpar, destaca que a taxa de participação da força de trabalho subiu levemente, de 61,6% para 61,7%. “Olhando a composição da ocupação, a população informal continuou a subir e manteve o crescimento observado desde o início do ano, ao passo que o emprego formal caiu no mês. Apesar da composição levemente pior na margem, também com ligeira queda nos rendimentos reais médios, o mercado de trabalho brasileiro segue mais forte até aqui”, avalia.
A taxa de informalidade foi de 38,9% da população ocupada, chegando a 38,3 milhões de trabalhadores informais. Frente ao trimestre anterior, ficou estável, mas caiu em relação ao mesmo trimestre de 2022, quando era de 40,1%.
Além disso, o rendimento real habitual foi de R$ 2.901, o que representa estabilidade na comparação com o trimestre anterior e uma elevação anual de 6,6%.
Na visão de Marco Caruso e Igor Cadilhac, economistas do PicPay, a ocupação continua forte, mas há expectativa de “uma perda de fôlego da atividade econômica que pode levar parte da população a voltar procurar emprego, pressionando a taxa de desemprego”.
Segundo os economistas, rondam incertezas sobre quando isso pode de fato ocorrer. “A resiliência do mercado de trabalho tem se mostrado duradoura. No nosso entendimento, esperamos que a taxa de desocupação resista em patamares baixos por mais algum tempo”, completam.
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