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Petrobras (PETR4): Ações recuam após dados operacionais – o que dizem analistas?

Publicado 30.04.2024, 12:05
© Reuters
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Investing.com – As ações da estatal de Petróleo Petrobras (BVMF:PETR4) recuavam nesta terça-feira, 30, após a divulgação de seus indicadores operacionais, com diminuição da produção na base trimestral. Às 12h03 (de Brasília), os papéis preferenciais caíam 0,9%, a R$41,78.

A produção média de óleo, LGN e gás natural da Petrobras atingiu 2.776 MMboed no primeiro trimestre deste ano, uma variação positiva de 3,7% ante igual período do ano passado. No entanto, frente ao trimestre imediatamente anterior, a produção recuou 5,4%, diante de maior volume de perdas por paradas e manutenções e declínio natural de campos maduros.

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O Bank of America (NYSE:BAC) (BofA) considerou os números operacionais como fortes, apesar da queda trimestral, que pode ser explicada em grande parte pelas paradas de manutenção realizadas durante o trimestre, que foram parcialmente compensados ​​por “uma contribuição mais forte do FPSOs Almirante Barroso e P-71; o crescimento em plataformas de Anita Garibaldi e Sepetiba, além de 19 novos poços em projetos complementares nas bacias de Campos e Santos”, detalha o BofA em relatório divulgado aos clientes e ao mercado.

O BofA manteve a classificação neutra para as ações, com preço-alvo de R$42 para ações brasileiras e US$16,80 para ADRs, pois espera que a companhia seja movida pelas perspectivas em torno dos proventos e com volatilidade diante do fluxo recente de notícias, sem grandes catalisadores à frente. “O mercado já trabalha com previsões de produção acima do guidance da Petrobras, o capex já está previsto para aumentar em 2025; e rendimentos mínimos de dividendos parecem inferiores ou no mesmo nível dos pares para 2025”, completam os analistas Caio Ribeiro e Leonardo Marcondes. Além disso, os especialistas mencionam como riscos à tese de investimentos o maior foco em energias renováveis, além de fusões e aquisições.

O Banco Safra, também em relatório, considerou a produção em linha com o esperado, mas também apontou que a manutenção atingiu a produção em refinaria. A venda de produtos de petróleo teria recuado na base trimestral devido “ao impacto de fatores sazonais sobre demanda de diesel e gasolina, o aumento do percentual obrigatório de mistura de biodiesel no diesel, e o ganho de competitividade do etanol em relação à gasolina no trimestre”, destacam os analistas Conrado Vegner e Vinícius Andrade. O Safra pondera que as vendas de combustível de aviação subiram 2% ante o trimestre anterior. O Safra projeta um Ebitda de R$68,941 bilhões no primeiro trimestre, uma diminuição trimestral de 7% e lucro líquido de R$31,591 bilhões. A indicação segue neutra, com preço-alvo de R$34 para ações ordinárias e preferenciais, e US$13 para ADRs.

Já o BB Investimentos não viu nenhuma surpresa nos dados. “O destaque negativo ficou por conta dos números do segmento de gás e energia, segmento usualmente mais volátil e afetado por condições climáticas e de demanda no segmento energético”, apontou o analista Daniel Cobucci. O banco divulgou ontem revisão para ação, reforçando indicação de compra, e aumentando o preço-alvo para R$47,00.

Após os dados, o Santander (BVMF:SANB11) espera um trimestre estável para a Petrobras, apesar da menor produção. “No último trimestre, a manutenção e o esgotamento natural travaram o crescimento da produção; a produção de óleo doméstico caiu cerca de 5% em relação ao trimestre anterior, o que não é preocupante, em nossa opinião”, reforça o banco.

Ainda que os analistas Rodrigo Almeida e Eduardo Muniz avaliem que a produção ainda não se recuperou totalmente, o Santander afirma que a produção do trimestre permanece dentro do guidance para o ano e tende a ser aprimorada nos próximos meses. A recomendação é neutra, com preço-alvo de US$18 para as ADRs. A projeção do Santander é de um Ebitda de US$13,1 bilhões, diminuição trimestral de 2%, com cerca de US$3,4 bilhões em dividendos.

Já o BTG (BVMF:BPAC11) conclui que os dados de produção e vendas reforçam a visão positiva sobre o case da companhia. “O declínio de 5% trimestralmente está em linha com a nossa projeção e não é uma preocupação. Na verdade, acreditamos que esses dados poderiam ser bem recebidos, pois estão 2% acima do guidance do NOC para 2024, apesar das inúmeras paradas de manutenção durante o trimestre”, indicam os analistas Pedro Soares, Thiago Duarte e Henrique Pérez.

O BTG acredita que o ruído político ainda deve rondar a tese, mas afirma que os investidores deveriam precificar mais os fundamentos, devido ao pragmatismo verificado nos últimos anúncios do governo. “Com aumento dos preços do petróleo, produção de petróleo acima do guidance e investimentos potencialmente mais baixos, vemos potencial positivo para previsões de pagamento de dividendos orgânicos", completa o BTG, que considera a ação como principal escolha no setor de petróleo e gás, com indicação de compra e preço-alvo de US$19 para as ADRs.

O que o InvestingPro diz sobre a Petrobras

A Petrobras é negociada a um múltiplo considerado baixo e paga bons dividendos a acionistas, de acordo com as Protips, insights de inteligência artificial (IA) baseados em indicadores fundamentalistas, do InvestingPro, plataforma premium do Investing.com.

Para o próximo balanço, a plataforma estima um lucro por ação (LPA) de R$2,01, com receita projetada em R$128 bilhões.

A saúde financeira da Petrobras é avaliada com desempenho excelente, com nota quatro, de métrica que vai de um a cinco.

O preço-justo das ações preferenciais da Petrobras é estimado em R$60,23 pelo InvestingPro, de acordo com 14 modelos de investimentos. O alvo de dez analistas é mais pessimista, em R$42,03.

Enquanto isso, o preço-justo das ADRs, em dólares, é avaliado em US$24,31, de acordo com 14 modelos do InvestingPro.

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