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Mercado já prevê crescimento do PIB abaixo de 1% em 2022

Dados Econômicos15.09.2021 07:03
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© Reuters. Mercado já prevê crescimento do PIB abaixo de 1% em 2022

A piora do quadro econômico, com aumento da inflação e um risco político elevado, tem feito economistas de instituições financeiras reduzirem as projeções de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) para este ano e o ano que vem.

Após o resultado abaixo do esperado do PIB do segundo trimestre, o Itaú Unibanco (SA:ITUB4) reduziu nesta terça-feira sua expectativa de crescimento da atividade em 2021, de 5,7% para 5,3%. Diante do cenário de juros mais elevado, o banco também diminuiu a projeção para 2022, de 1,5% para 0,5%.

O Itaú avalia que o risco fiscal tem aumentado com a perspectiva de aumento de gastos públicos e, se o materializado, traria efeitos negativos para a economia. O banco observa que o crescimento inesperado dos gastos com precatórios dificulta os planos de conciliar um aumento do Bolsa Família e a manutenção da âncora fiscal no País.

Em relatório publicado nesta terça, o Itaú Unibanco também elevou suas projeções da taxa Selic -- a taxa de juros básica do País -- no fim de 2021, de 7,5% para 8,25%, e de 2022, de 7,5% para 9,0%, devido ao cenário de inflação mais pressionado. O banco também elevou sua projeção do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) deste ano, de 7,70% para 8,40%, e do próximo, de 3,90% para 4,20%. O indicador mede a inflação oficial do País.

"A situação hídrica gera pressão adicional sobre a inflação corrente, via aumento das contas de luz, e também sobre a dinâmica de preços do ano que vem, através da inércia resultante de um IPCA mais elevado e do risco de novas medidas que visem à redução do consumo de eletricidade. Adicionalmente, as dúvidas sobre a trajetória das contas públicas, em especial no que diz respeito ao cumprimento do teto de gastos em 2022, resultam em pressão mais duradoura sobre a taxa de câmbio, que deve apreciar um pouco menos do que esperávamos anteriormente", escreve o economista-chefe do Itaú, Mario Mesquita, em relatório.

O banco espera três aumentos de 1 ponto porcentual da Selic, de setembro a dezembro, e uma última alta de 0,75 ponto no início de 2022.

A deterioração das perspectivas para a inflação piorou o quadro econômico e causou uma série de revisões no cenário também do banco BV (ex-Banco Votorantim). A projeção para o IPCA saltou de 7,7% para 8,2% em 2021 e de 3,6% para 3,8% em 2022. A estimativa para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) em 2022, por sua vez, recuou de 1,8% para 1,5%.

"Tínhamos a visão de que o dólar e as matérias-primas geravam choques temporários, mas mudamos a leitura a partir dos dados recentes de inflação", afirma o economista-chefe do BV, Roberto Padovani. "A inflação de serviços acelerou pela reabertura, mas a de bens industriais continuou pressionada. Esse acúmulo de choques jogou o IPCA em um patamar próximo de 10%, e o nível importa."

A inflação acumulada no patamar atual, segundo Padovani, reforça os reajustes de contratos e gera uma inércia que contamina as expectativas para 2022 e 2023. Como a deterioração inflacionária deve exigir mais do Banco Central (BC), o BV elevou de 7,5% para 9,0% a projeção da Selic no fim do ciclo. A taxa de juros deve chegar a 8,5% no fim deste ano e atingir o patamar estimado na primeira reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) em 2022.

"O BC vai ter que subir os juros até 9,0%. O ritmo ele escolhe. Esse aperto monetário vai ser reforçado por uma piora nas condições financeiras, que nos fez mudar o cenário de crescimento em 2022 [de 1,8% para 1,5%]", afirma o economista.

Mesmo com a reação da política monetária para conter o avanço dos preços, Padovani prevê dificuldades no processo de desinflação em 2022. Apesar de a alta dos juros moderar variações cambiais, deve haver um aumento do risco nos mercados emergentes e também no mercado local, em função do ciclo eleitoral. Além disso, a expectativa é de manutenção dos desequilíbrios entre oferta e demanda, principalmente no setor industrial, ainda afetado pelos problemas na cadeia global.

A crise hídrica, por sua vez, segue no radar. Com a tendência de continuidade do fenômeno La Niña, a previsão é de menos chuvas no período propício a elas, algo que implica em uso das termelétricas por mais tempo. "Isso impede uma deflação na energia elétrica. Na melhor das hipóteses, os preços vão ficar onde estão", projeta o economista.

Risco fiscal elevado

Outra instituição que reviu suas projeções nesta terça é a XP Investimentos. Os analistas da corretora elevaram a sua projeção de taxa Selic no fim do ciclo de 7,25% para 8,5% devido à pressão persistente e disseminada observada na inflação corrente e a incertezas fiscais. A corretora prevê aumentos de 1,0 ponto porcentual dos juros em setembro e outubro, seguidos por uma alta de 0,75 ponto em dezembro e de um ajuste de 0,5 ponto no início de 2022.

Em apresentação de relatório mensal, o economista-chefe da XP, Caio Megale, afirmou que o risco fiscal e a inflação mais disseminada foram os principais vetores de revisão do cenário. Diante da incerteza criada pela tramitação da Proposta de Lei Orçamentária Anual (PLOA) de 2022 e da questão dos precatórios, a corretora aumentou a sua projeção de dólar no fim de 2021, de R$ 4,90 para R$ 5,20, e no fim de 2022, de R$ 4,90 para R$ 5,10.

"A gente tem um Orçamento no Congresso que não para de pé, vai precisar ser ajustado inclusive com aquela alteração do tema dos precatórios e uma tramitação com esse grau de complexidade, às vésperas de um ano eleitoral e com um ambiente político como estamos vivendo é sempre um risco para o arcabouço fiscal", disse Megale.

A XP manteve suas projeções de inflação em 2021 (8,40%) e 2022 (3,70%), citando o desemprego elevado e baixo crescimento da massa real de renda como responsáveis por limitar a demanda por serviços no ano que vem e conter a inércia. A corretora também espera alívio dos preços de energia elétrica e desaceleração de bens industriais e alimentação no ano que vem.

Na esteira do aumento da incerteza e dos juros altos, além do aumento de custos causado pela crise hídrica no País, a XP reduziu a projeção de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de 2022, de 1,7% para 1,3%. Para 2021, a estimativa de expansão de 5,3% do PIB foi mantida.

Recessão técnica não é descartada

Segundo a XP, o principal risco no seu radar para 2022 é a crise hídrica, já que o seu cenário-base não considera a ocorrência de racionamento no País. Os cálculos da corretora sinalizam que cada 10% de redução forçada no consumo de energia ao longo de um ano teria potencial de retirar até 1,2 ponto porcentual do PIB.

"Para o próximo ano, tem uma elevação das incertezas sobre o desempenho da atividade econômica. Não dá para descartar uma recessão técnica", disse o economista da XP Rodolfo Margato. O cenário básico da corretora estima crescimento de 0,3% do PIB no primeiro trimestre de 2022, seguido por expansão de 0,1% no segundo trimestre, queda de 0,2% no terceiro e crescimento de 0,2% no quarto trimestre.

A deterioração adicional das condições políticas e fiscais, aumentando o grau de incerteza e reduzindo a liquidez da economia, também é um risco para a atividade. O cenário da XP indica uma probabilidade de 10% a 15% que a exclusão dos precatórios devidos pelo governo do teto dos gastos ocasione a exclusão também de outras despesas, como o Bolsa Família.

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Comentários (18)
Cassandra Alves
Cassandra Alves 15.09.2021 9:36
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Deus nos livre desse governo atual.
Patrícia Borges
Patrícia Borges 15.09.2021 8:36
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enquanto Paulo Guedes não diversificar a política econômica com créditos e estímulos a micro e pequenos empresários que muito empregam no país, projetos sociais, etc..., dólar abaixo de 4,50 nada vai melhorar....essa política Guedista de dólar alto para favorecer o agronegócio ferra de todas as formas as classes menos favorecidas no país.
Danilo Santiago
Danilo Santiago 15.09.2021 8:34
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com inflação 9,68% que nos dizem no Site do banco central mais sabemos que ta muito alto que isso falar que vai subir 1% e tirar com a cara do povo
Andre Koakoski
Andre Koakoski 15.09.2021 8:32
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Pelo jeito n vai sair nenhuma Reforma esse ano e ano q vem mto menos por ser ano eleitoral, n vai chegar nem a 0.5% e sempre assim
José C Neto
Neto863 15.09.2021 8:26
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Muuuuuuuu. Geme gado
Ederaldo Semioni
Ederaldo Semioni 15.09.2021 8:23
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Inflação corroendo tudo,, até o pibinho,,, novidade nenhuma,, já tamos sentindo na mesa e no bolso faz tempo,,,,aliás os aumentos são diários,,,,
Luiz Henrique Silva
LuizHCS 15.09.2021 8:22
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Ai o gado sai do Twitter para vir fazer militância aqui, povo chato do k…gado bom é gado no pasto comendo grama, aqui são investidores e não controlados e adoradores de politicos corruptos.
Mamoru Uehara
Mamoru Uehara 15.09.2021 8:15
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antes corte selic siderúrgicas disparavam. hoje corte selic continuam com precos la em cima. kkk.
Mamoru Uehara
Mamoru Uehara 15.09.2021 8:15
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engracado bolsa em 131000 nao existia pessimismo...agora em 115000 tudo pessimo vai desabar... kkk. jaja se dispara pra 130000 vao dizer que esta tudo maravilhoso.
Antonio Carlos
Antonio Carlos 15.09.2021 8:12
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Com o governo e os políticos que nós temos, já é um verdadeiro milagre que haja crescimento aqui. Os caras só querem saber de brigar e levar vantagens.
Mirella Vinedas
Mirella Vinedas 15.09.2021 8:07
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Como ter PIB positivo com uma cachorrada atrapalhando o país? e como sair dessa se milhares de políticos e chupins abocanha boa parte das riquezas geradas pelos brasileiros?
Mostrar respostas anteriores (2)
Ederaldo Semioni
Ederaldo Semioni 15.09.2021 8:07
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Judiciário,, ta tudo em paz,,, investigações da rachadinha foram paralisadas,,, a pressão da fa milícia deu resultado,,,
roberto gadioli
roberto gadioli 15.09.2021 8:07
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claro que sim, Marcos, com rachadinhas e mansões de $ 3,2 a % 14 milhões pra toda família e com tudo
Mirella Vinedas
Mirella Vinedas 15.09.2021 8:07
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Ederaldo Semioni  gadinho da esquerda tem lavagem cerebral concluída com sucesso, o maior corrupto e seus capachos soltos após a pior das roubalheiras e só falam e rachadinha para esconder os verdadeiros bandidos. povo lixo.
Gabriel Filipe
Gabriel Filipe 15.09.2021 8:07
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kkkkkkkkkkkkkkk para de falar mer.da
Ederaldo Semioni
Ederaldo Semioni 15.09.2021 8:07
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A única coisa que o judiciário não pode é investigar a fa milícia,, ou o Gorpi de estado de sítio e posto em prática,, que vergonha Mirella,, apoiando contraventor,,,
Roberto Rizzato
Roberto Rizzato 15.09.2021 7:51
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Quem apostou (Capital) nesse desgoverno que o embale.
Rogerio Joao
Rogerio Joao 15.09.2021 7:47
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Este tal de mercado que ninguem sabe quem é realmente sabe tudo .Quanto que vai chover ?Quanto que vai crescer e etc .Mais nao acerta uma .
marcos antonio
marcos antonio 15.09.2021 7:47
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os liberais brasileiros não que estado mínimo, eles querem o estado apenas para eles.
jonatas souza
jonatas souza 15.09.2021 7:45
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E esta muito acima se for 0,5% positivo
RICARDO HEINECK
RICARDO HEINECK 15.09.2021 7:43
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quer ler de economia e crescimento do Brasil, aqui é último lugar a ler...Estadão é uma vergonha
David Tribal
David Tribal 15.09.2021 7:43
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a jovem pan é a melhor,que nem tem canal em.rede nacional kkk
marcos antonio
marcos antonio 15.09.2021 7:43
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então, manda a dica. Onde podemos ler sobre economia?
David Tribal
David Tribal 15.09.2021 7:41
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engate à ré ré ré , engate ré, Pib na pontinha do pé,essa novo lançamento da nova dupla explosiva Paulo JEGUE e CAPITÃO CLOROQUINA, vão destruir o Brasil de norte ao sul..mitoooo
David Tribal
David Tribal 15.09.2021 7:41
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Já li,a culpa é da TV Globo,bem como de governadores e prefeito,e do STF, eles não deixam eu ficar passeando de moto fazendo campanha, querem que eu faça campanha e trabalhe ainda não dá. Tá ok
Roberto Rizzato
Roberto Rizzato 15.09.2021 7:33
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Lá vem o PIBinho de novo. Só correndo atrás do próprio rabo. Você sabe o impacto de 14 milhões de desempregados e 590 mil familias destruídas pela incompetência desse governo? Vai vendo Brasil.
Pedro Pontes
Pedro Pontes 15.09.2021 7:28
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Erroooou!!!!
 
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