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Por que os mercados sentem a pressão do descalabro fiscal

Por Felipe SichelResumo do Mercado11.11.2022 14:11
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Por que os mercados sentem a pressão do descalabro fiscal
Por Felipe Sichel   |  11.11.2022 14:11
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Chegamos ao final da segunda semana pós-segundo turno, e o mercado passa a precificar de forma mais objetiva as perspectivas fiscais do governo eleito. A sinalização recente provocou forte reação dos ativos financeiros, pois as notícias veiculadas em relação à PEC de Transição indicam (i) uma conta elevada a ser paga e (ii) um aumento substancial dos gastos permanentes do governo. Ao mesmo tempo, a falta de indicação sobre quem ocupará o Ministério da Fazenda reforça a tese de que o projeto para substituição do arcabouço fiscal do novo governo segue sem dono. Ou seja, uma combinação pouco animadora.

O primeiro fator relevante a ser comentado é que política fiscal idealmente tem características anticíclicas. Momentos de força da economia devem ser utilizados pelo governo para aumentar o caixa e se preparar para desaceleração que invariavelmente ocorrerá (basta lembrar que economia é uma sucessão de ciclos). Assim, a autoridade fiscal terá espaço para fazer frente à queda de arrecadação que se relaciona à perda de dinamismo da economia.

A economia brasileira segue dando sinais de que a atividade permanece em patamares sólidos. Ainda que o ritmo tenha desacelerado, caminhamos para sólidos 3% de crescimento de PIB neste ano, junto a um mercado de trabalho que apresenta taxas de desemprego reduzidas se comparado à última meia década.

A perspectiva de gastos adicionais obrigaria o governo a explicitar quais os objetivos do dispêndio e como ele será financiado. Na falta desta indicação, é natural que se espere que a conta seja paga por mais inflação no tempo. Consequentemente, nota-se um forte movimento da curva de juros futuros (a famosa curva DI) para cima, refletindo expectativa de necessidade de mais juros à frente. Por sua vez, mais juros reverberarão necessariamente em menos atividade econômica. Ou seja, menos PIB.

Portanto, se uma métrica relevante para a situação fiscal de um país é a razão dívida/PIB, vemos que, pelo numerador, a fração crescerá por conta de uma dívida mais elevada e juros mais altos para carregá-la. Pelo lado do denominador, o PIB crescerá menos. Assim, ambas as partes da fração mostrarão uma situação fiscal mais delicada.

No limite, esse processo impedirá que o Banco Central se beneficie de uma possível desaceleração da inflação que permitiria executar cortes na taxa Selic contratados para o ano que vem. A sinalização de deterioração fiscal leva evidentemente a uma revisão da perspectiva de política monetária e traz com isso a necessidade de mais juros.

Sem uma alteração significativa da trajetória apresentada até agora, não será de surpreender que rapidamente vejamos deterioração das indicações no Boletim Focus.

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Comentários (26)
Adilson Fernandes
Adilson Fernandes 26.11.2022 12:01
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Descalabro fiscal hein? E o Guedes/Bozo, furou quantas vezes o teto? E em quantos bilhões? Isto não é citado neste artigo, não é mesmo?
Dani el
Dani el 17.11.2022 9:18
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esse ladrão quer acabar com o Pais!!!!
Jorge Oliveira
Jorge Oliveira 13.11.2022 3:34
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José Adelino de Freitas
José Adelino de Freitas 11.11.2022 20:00
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A equipe do ex-presidiario é de causar inveja a qualquer quadrilha de ladrões.
Fcbenite Benite
Fcbenite Benite 11.11.2022 20:00
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Perfeito 🤮
Fernando Reis
Fernando Reis 11.11.2022 19:37
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os especuladores comunistas estão enchendo as burras com a instabilidade anunciada! quanto pior melhor!
Adilson Fernandes
Adilson Fernandes 11.11.2022 19:37
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¿Comunistas? kkkkk
Marco Antonio Maluf Soler
Marco Antonio Maluf Soler 11.11.2022 19:16
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kkkkkk desastre anunciado e os imbecis engoliram
Jussara e Patrícia
Jussara e Patrícia 11.11.2022 18:47
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e ainda pode piorar muito
Elisio Pedro
Elisio Pedro 11.11.2022 18:15
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Mias irresponsável que o Guedes vai ser difícil...
Adilson Fernandes
Adilson Fernandes 11.11.2022 18:15
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Nunca se gastou tanto dinheiro público nesta eleição! O "traders" usam viseira. kkk
Carlos Nodari
Carlos Nodari 11.11.2022 18:00
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Calma pessoal, o Lula vai mandar outra cartinha dizendo que o Mercadante, o Boulos e a Maria do Rosário viraram liberais e não vão saquear as estatais e quebrar o setor privado.
Vagner Barboza
Vagner Barboza 11.11.2022 17:14
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Que nada, vamos ter picanha, gasolina a 2,36 e reajuste real do salário mínimo de 10% . Pq foi isso que ele prometeu. Só não disse que acabaria com todo o resto da economia. faz o L
 
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