Ação escolhida por IA dispara +13% na semana na B3; veja qual é
Investing.com — Na terça-feira, a Piper Sandler ajustou seu preço-alvo para as ações da Black Stone Minerals (NYSE:BSM), reduzindo-o para US$ 15,00 do valor anterior de US$ 16,00, enquanto manteve uma classificação Neutra para o papel. O analista da firma forneceu uma justificativa para o novo preço-alvo, baseando-o em um Modelo de Desconto de Dividendos (DDM) de 7 anos com um custo de capital próprio de 11%. De acordo com dados do InvestingPro, a empresa mantém impressionantes margens de lucro bruto de 86% e negocia a um índice P/L de aproximadamente 13x.
O analista destacou vários catalisadores-chave que podem afetar a ação no futuro próximo. Estes incluem uma atualização sobre a atividade da Aethon Energy no Leste do Texas, resultados dos poços de Austin Chalk e mais informações sobre os esforços da Black Stone Minerals para facilitar instalações solares usando seus direitos de superfície. Além disso, os planos da empresa para comprar créditos de carbono para compensar emissões foram observados como um potencial impulsionador positivo. A análise do InvestingPro revela que a empresa manteve pagamentos de dividendos por 11 anos consecutivos, oferecendo atualmente um rendimento substancial de 10,5%.
No entanto, o analista também apontou riscos que podem impactar o desempenho da empresa. Uma preocupação significativa é a possibilidade de que a Black Stone Minerals possa enfrentar desafios para garantir e comercializar interesses minerais adicionais, o que poderia afetar materialmente os lucros futuros. Além disso, existe o risco setorial de enfraquecimento dos preços do petróleo e do gás natural em comparação com as previsões, o que também poderia representar uma ameaça à saúde financeira da empresa. Apesar desses riscos, a empresa mantém uma forte posição financeira com um beta de 0,5, indicando volatilidade de preço relativamente baixa.
O preço-alvo revisado da Piper Sandler reflete uma postura cautelosa sobre a Black Stone Minerals, equilibrando os potenciais catalisadores com os riscos inerentes ao setor de energia. A análise da firma sugere que, embora existam oportunidades de crescimento, também há desafios significativos que podem prejudicar o desempenho. A análise do InvestingPro indica que a ação está atualmente ligeiramente subvalorizada, com insights adicionais disponíveis no abrangente Relatório de Pesquisa Pro, que cobre mais de 1.400 ações americanas.
Em outras notícias recentes, a Black Stone Minerals divulgou seus resultados do quarto trimestre de 2024, revelando uma receita de US$ 83,73 milhões, que ficou abaixo dos US$ 114,73 milhões previstos. Apesar da receita abaixo das expectativas, o lucro por ação (LPA) da empresa ficou alinhado com as expectativas dos analistas em US$ 0,18. A Black Stone Minerals manteve uma distribuição de US$ 0,375 por unidade, refletindo um fluxo de caixa estável. A empresa reportou um lucro líquido de US$ 46,3 milhões para o trimestre e US$ 271,3 milhões para o ano inteiro. O EBITDA ajustado para o trimestre foi de US$ 90,1 milhões, contribuindo para um valor anual de US$ 380,9 milhões. Adicionalmente, a Black Stone Minerals anunciou uma mudança em sua empresa de contabilidade, trocando a Ernst & Young LLP pela Deloitte & Touche LLP. Esta mudança foi feita sem quaisquer desacordos ou eventos reportáveis com a firma anterior. A empresa continua focada em sua estratégia de aquisições, particularmente na região do Golfo, e projeta uma perspectiva positiva para 2025.
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