SÃO PAULO (Reuters) - O governo priorizou a contratação de usinas solares em um leilão de energia realizado nesta quarta-feira, o chamado A-4, devido a uma recente decisão de que projetos da fonte não poderão participar da próxima licitação para projetos de geração, o A-6, previsto para acontecer até o final de agosto, disse a jornalistas o secretário de Planejamento do Ministério de Minas e Energia, Eduardo Azevedo.
Em coletiva de imprensa após o leilão, que viabilizou cerca de 1 gigawatt em usinas para entrada em operação até 2022, Azevedo antecipou ainda que os próximos certames trarão uma mudança de regra.
A ideia é que os leilões passem a oferecer contratos na modalidade "por quantidade" para os empreendimentos eólicos e solares, em que eles terão que se comprometer com um montante específico de energia, ao invés do modelo "por disponibilidade" praticado atualmente.
(Por Luciano Costa)