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Governo tem superávit primário de R$79 bi em janeiro e Tesouro vê chance menor de contingenciamento

Publicado 28.02.2024, 16:13
Atualizado 28.02.2024, 17:40
© Reuters. Prédio do Ministério da Fazenda em Brasília
14/02/2023 REUTERS/Adriano Machado

(Reuters) - O governo central registrou um superávit primário de 79,3 bilhões de reais em janeiro, mês em que as contas foram reforçadas por uma arrecadação recorde de receitas, mostraram dados do Tesouro Nacional nesta quarta-feira.

O saldo positivo apurado no mês passado foi superior ao do mesmo mês de 2023, de 78,9 bilhões de reais. No período, as receitas cresceram 3% acima da inflação, enquanto as despesas tivera uma alta real de 6,8%.

Ao comentar os dados, o secretário do Tesouro, Rogério Ceron, disse que o resultado primário veio acima dos 67 bilhões de reais programados pelo governo para o mês, e que a diferença ajudará a absorver eventuais frustrações nos próximos meses.

Ele acrescentou que, do lado das receitas, a possibilidade de o governo ter que promover um bloqueio orçamentário ao fim do primeiro bimestre é "reduzida", mas que será preciso acompanhar também o resultado das despesas.

Segundo Ceron, a arrecadação de fevereiro está vindo em linha com o esperado.

"Isso cria boas perspectivas. Tem desafios ainda, a Receita Federal está avaliando os impactos e as compensações em função de eventual ajuste no caso da reoneração da folha, e isso será acomodado", disse.

O governo central compreende as contas de Tesouro, Banco Central e Previdência Social. O superávit primário de janeiro se deve a um resultado positivo nas contas de Tesouro e Banco Central, no valor de 96,0 bilhões de reais, contra um déficit de 16,7 bilhões de reais na conta da Previdência Social.

© Reuters. Prédio do Ministério da Fazenda em Brasília
14/02/2023 REUTERS/Adriano Machado

No mês passado, a arrecadação da União foi recorde, marcando o melhor resultado para qualquer mês, impulsionada por um aumento no recolhimento da tributação de fundos exclusivos e de outros tributos, que compensaram uma redução nos dividendos pagos pela Petrobras (BVMF:PETR4).

Já as despesas sofreram pressão do reajuste do salário mínimo, que impacta as despesas previdenciárias, e do maior gasto com benefícios sociais.

(Por Fabrício de Castro)

Últimos comentários

Calma, janeiro sempre tem receita forte para o governo. Se for corrigir a inflação, o superávit de janeiro/23 foi melhor que esse e sabemos como o ano terminou.
Hoje vi uma cena no Carrefour/SP/JARDINs que me impressionou: uma senhora com mais 80 anos , cabelos brancos saindo algemada e colocada num camburão porque furtou um ovo de Páscoa. Logo me veio à mente o CEO da Americana o Senhor Miguel Gutierrez e diretores que deram um prejuízo de mais de $40 bilhões à empresa e acionistas usufruindo a vida com o produto do crime! Que país é este?!
Lula é realmente o Cara! Investimentos públicos e sociais, reativando a confiança empresarial doméstica e externa com investimentos privados, reformas essenciais, Brasil protagonista na cena mundial e superávit nas contas públicas, agora falta remover o boi, Bíblia e bala pra ficar mão na roda.
confiança empresarial batendo o recorde de pedido de recuperação judicial... investimento do governo e abreu e lima ou linha de transmissão na Venezuela com apoio da empreiteira jbs... Brasil protagonista mundial quando?? pacificador da Ucrânia ou PNG defensor de terrorista do hamas??? esquerdista viaja.... mais um formado na usp
filho de peixe, peixinho é! ficar calado já ajuda o país crescer viu.
pra pagar o calote dos precatorios promovida pelo governo passado...e o rombo nas contas ora tentar a fracassada reeleição...essa é a verdade do gado ...covardes
Se precisar pagar a herança maldita do ladrão miliciano com calote de precatórios, pedalada de impostos e populismo eleitoreiro, o Brasil vai despiorando e o gado chorando.
Vc não dura nem um minuto num debate. rsrsrs
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