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Trabalhar fora do país para receber em outra moeda aumenta o poder de compra?

Moedas26.10.2021 17:47
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© Reuters

Por Jessica Bahia Melo

Investing.com -  Com a elevação na inflação, que já ultrapassa 10% em doze meses, e alto índice de desemprego, que ficou em 13,7% no trimestre encerrado em julho, o número de brasileiros vivendo fora do país nunca foi tão elevado. De acordo com dados do Itamaraty, neste ano cerca de 4,2 milhões de  brasileiros moravam no exterior - 600 mil a mais em relação ao último levantamento, realizado no ano de 2018. Segundo o órgão, as concentrações mais expressivas estão nos Estados Unidos, Portugal, Paraguai, Reino Unido e Japão.

Para quem reside no Brasil, com o mesmo valor de anos atrás, o carrinho de compras fica cada vez mais vazio e a troca por alimentos mais em conta – como ovo e frango no lugar da carne vermelha, mesmo que de segunda -  é mais frequente. Trabalhar em outro país é visto como uma boa opção para quem pode, mas todos os custos envolvidos em transporte, alimentação e outras necessidades básicas na moeda estrangeira precisam ser levados em consideração.

Ganhar em outra moeda vai me dar maior poder de compra?

Depende. Se você trabalha no Brasil, mas ganha em euro ou dólar, é claro que sim. O problema na análise começa quando a pessoa trabalha fora do país e recebe na outra moeda, mas também gasta nessa mesma moeda.

Um exemplo da confusão é a repercussão do vídeo disponível no Tik Tok  “O que é mais difícil, ser pobre no Brasil ou na Inglaterra?”, que teve 1,3 milhão de visualizações. O autor da postagem, Marco Antonio Galano, faz uma comparação dos itens que compra, como cerca de 4 libras no combo de MC Donalds. Também gasta 300 libras por mês em uma boa compra de mercado - o que não acontecia no Brasil, segundo ele.

A bagunça iniciou nos comentários, quando muita gente achou que a comparação correta seria converter o valor das libras em reais para a mesma análise. No entanto, isso não é válido, pois nesse caso, o salário é em libras e o gasto também. Ou seja, a comparação deve ser em relação ao poder de compra de mercadorias e serviços que o salário possui.

O economista Igor Rocha, pesquisador na Fundação Getulio Vagas (FGV), explica que, ao ganhar o salário em uma determinada moeda, mas consumir na mesma moeda, não quer dizer que necessariamente haverá aumento no poder de compra. Os preços dos produtos mudam de país para país, assim como a inflação.

“Claro que você vai ter um incremento no poder de compra pela taxa de câmbio se você ganhar em libra, dólar ou euro e gastar aqui no Brasil. Daí sim você tem um aumento do poder de compra. Mas, se você ganhar em moeda estrangeira, você tem que levar em conta os custos daquele outro país. Dado que você ganha em moeda estrangeira, mas gasta em moeda estrangeira também, você não pode fazer essa comparação direta, a não ser que você ganhe nessa outra moeda e gaste em real. De outra forma, é comparar banana com abacaxi”,  reforça.

A catarinense Bruna Isoppo, que residia em Florianópolis, agora mora em Nápoles, na Itália. Ela acredita que o poder de compra é maior (mas não seis vezes maior, se fizéssemos a comparação errada, convertendo o valor do euro, pois ela gasta em euros também). Na lista de compras, estão manteiga a cerca de 2 euros, 750 g de frango a 4 euros e alface crespa a 1 euro. “O poder de compra com certeza aumentou, tanto em relação a produtos eletrônicos quanto para supermercado. A porcentagem do salário que vai para o supermercado é muito menor, comparando com o Brasil. Com muito menos eu consigo me alimentar bem tanto do ponto de vista nutricional quanto da qualidade do produto, comprar um vinho melhor, queijos bons, massas. A fruta custa mais, mas o total acaba compensando”,  conta a estudante. 

Como medir o poder de compra?

A paridade do poder de compra, ou PPP, como é chamada pelos economistas, deixa em uma mesma métrica a comparação de poder de compra entre os países. É uma forma de estimar os preços de produtos de um país e comparar com os mesmos itens de outro país em moeda de referência, normalmente o dólar norte-americano. Segundo Rocha, a paridade do poder de compra busca tentar deixar em uma mesma equivalência o salário, para verificar o quanto ele vale em bens. “É fazer essa equivalência entre os países para ver com a renda disponível, o quanto ele consegue adquirir em bens. Assim você consegue fazer uma comparação entre os países”, detalha.

O Banco Mundial, por exemplo, calcula o Produto Interno Bruto (PIB) pela paridade do poder de compra. Nessa análise, o Brasil ficou em oitavo lugar do ranking mundial nos anos de 2019 e 2020. Era o sétimo em 2018. No entanto, esse indicador desconsidera a população.

Já o Fundo Monetário Internacional (FMI) mede o PIB per capita e a paridade do poder de compra. Os dados da instituição colocam o país na 85ª colocação entre 195 países. No ano de 1980, o Brasil estava no 50º lugar.

Outra medida é o Índice Big Mac, criado pela revista The Economist, que compara uma cesta padronizada para produção do sanduíche, com itens como pão, queijo e alface. Assim, estima quanto uma moeda está sub ou supervalorizada em relação à outra. No caso do Brasil, na comparação com o dólar em junho deste ano (última data de análise), o real estaria 22,8% desvalorizado. Na comparação com o euro, 13,1%. Com a libra, 8,2%.

No entanto, a professora de economia Julia Braga, pesquisadora da Universidade Federal Fluminense (UFF),  acredita que não existe uma tendência de a taxa de câmbio convergir para uma taxa que promova a paridade das várias moedas, da forma como prevê a teoria da PPC. Como as taxas de câmbio possuem intervenções e o câmbio é uma variável extremamente complexa, ela sofre diversas influências, argumenta a economista.

Deterioração do poder de compra dos brasileiros

Com a pandemia, alta da inflação e desemprego elevado, o país tem visto cair o poder de compra nos últimos anos. Igor Rocha detalha que a situação sanitária desajustou as cadeias produtivas de forma acentuada. Além disso, os países desenvolvidos realizaram uma série de ações para recuperar as economias, aumentando a demanda. "Em um momento houve um choque de oferta e, em um segundo momento, começa a ter um choque de demanda, acima da capacidade de ofertar. Ainda há dificuldades climáticas, como acontece no Brasil". 

Além disso, a compressão da renda, causada pelo desemprego, é outro fator de restrição no poder de compra. Para o economista, não há perspectiva de curto prazo de reversão dessa situação, principalmente com a expectativa de os bancos centrais estrangeiros diminuírem a liquidez do mercado, com a preocupação mundial em relação à inflação.

Dólar nas alturas impacta na inflação brasileira, corroendo poder de compra ainda mais

A alta do dólar também é um dos fatores de impacto no poder de compra, pois afeta a inflação brasileira. “A gente importa muitos bens intermediários, insumos e até fertilizantes para produção no campo. Então a variação cambial acaba afetando nesse preço e, portanto, nos custos, que serão repassados em algum grau. Ou até mesmo para aqueles produtos que o país exporta, mas que são commodities, com preços denominados nos mercados internacionais”, comenta Julia Braga.

Com dólar sistematicamente acima de R$5, a expectativa de Alexandre Viotto, head de câmbio da EQI Investimentos, é de que a moeda americana continue nesse patamar ou fique ainda mais elevada. Viotto acredita que o movimento de depreciação do real ocorreu devido à redução muito expressiva na taxa de juros básica da economia, a Selic, deixando o país menos atrativo para os investidores internacionais, principalmente na comparação com outros países emergentes. Para ele, o BC errou ao abaixar os juros de forma tão elevada. “O real foi a moeda que mais desvalorizou desde que tivemos o início da pandemia. Quando passou a fase mais aguda do covid-19 e o Banco Central começou a subir os juros, muita gente achou que iria acontecer o inverso, que o país ficaria mais atrativo para os investidores estrangeiros e o real voltaria ao patamar pré-covid. Mas isso não aconteceu. Mesmo com o BC subindo os juros, ele está enxugando o gelo. O investidor internacional tem uma sensação de que a pauta de reformas, privatizações e questão fiscal não saíram do papel”, analisa.

Segundo Viotto, a subida nos juros não vem sendo o suficiente para deixar o país atrativo para o capital estrangeiro. Além disso, a instabilidade política brasileira, a proximidade com as eleições e com o “tapering”, a retirada de estímulos pelo Federal Reserve (o Banco Central dos Estados Unidos), podem impactar no dólar ainda mais.

“O Brasil, se tivesse feito o dever de casa, passado uma reforma administrativa ou uma parte dela, tivesse estudado de forma mais adequada uma reforma tributária que simplificasse um pouco a vida das empresas, teríamos o dólar abaixo de R$5, mas não é o que estamos vendo. Como uma subida na taxa de juros nos Estados Unidos acaba deixando eles muito mais atrativos para o investidor internacional, nada mais justo do que os recursos irem para lá. É muito provável que subam os juros somente no final ano que vem, mas com qualquer sinalização, o mercado já coloca isso no preço e vai descontando ainda mais na nossa moeda”, completa.

Trabalhar fora do país para receber em outra moeda aumenta o poder de compra?
 

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Comentários (14)
Ítalo Marcio
Ítalo Marcio 27.10.2021 3:12
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Moro em Portugal com minha família,4 pessoas, pago aluguel apto pequeno de 2 dormitórios, salário minimo aqui é 610,00 Euros, o aluguel é 700,00 , alimentação é 330,00 por pessoa por mês, comer fora é em torno10 euros um prato feito Bitoque, luz água, 180,00, mais celular e tv paga 100,00. A realidade é que no Brasil está melhor quanto aos gastos, mas aqui tem segurança e escola.
Bruna Isoppo
Bruna Isoppo 27.10.2021 3:12
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Nossa, Portugal é o país mais barato da Europa. Nem querendo eu consigo gastar 330€ de alimentação, por exemplo..
Water Mark
Water Mark 26.10.2021 20:34
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Para aqueles que não sabem, o mundo acabou de passar por uma pandemia. O crescimento da inflação é global. Ora, a economia mundial recebeu trilhões de dólares literalmente impressos sem o mínimo lastro. O lockdown descontrolado, que saiu do debate de especialistas médicos e foi para a mão de políticos, revelou-se um desastre. O atual governo está trabalhando para reverter a sabotagem que o país sofreu nos últimas décadas e o caminho tem sido árduo. Discursos populistas são agradáveis de serem ouvidos, mas a bigorna da realidade é infalível. Sem controle fiscal, a Argentina está logo ali. Aí essa conversa de paridade de poder de compra perde todo o sentido quando a preocupação não é viver, mas sobreviver.
fernando rossi
fernando rossi 26.10.2021 20:34
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esse comentário foi melhor q a noticia
LucaS El King
LucaS El King 26.10.2021 20:34
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@watermark A muito tempo que nao lia um comentario tão inteligente do nivel do seu 👏🏻👏🏻👏🏻
Dufrae Souza
Dufrae Souza 26.10.2021 20:34
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Discordo na parte em que o governo esta trabalhando. Amigo é notória a falta de planejamento na situação de crise política que o atual governo passa. Isso não tem haver com ideologia política nem nada do gênero. O atual governo está a um passo de um novo bolsa familía, os secretários do Ministério da Econômia pediram demissão a poucos dias tendo em vista o atual devaneio de um ato populista almejando uma reeleição. A conta não fechava no governo PT, e não vai fechar com o governo Bolsonaro, ambos são uma piada no ponto de vista de gestão econômica de um país. Juntem-se a mim e fechem suas empresas, vamos ser hippies. Um abraço.
JulianaKatz Lang
JulianaKatz Lang 26.10.2021 20:34
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Para aqueles que não sabem a média de inflação mundial é de 4%, a do Brasil já chegou aos dois dígitos. Para quem não sabe, no Brasil nunca teve lockdown, mas em SP onde tiveram as maiores restrições a previsão do PIB Paulista é de 7,5%, a do Brasil é ZERO ! Discursos populistas como o auxílio Brasil ou bolsa eleição não farão efeito algum dada a inflação descontrolada. Para os que não sabem é uma ótima oportunidade de estudar. Para os que passam pano ...
Dufrae Souza
Dufrae Souza 26.10.2021 20:34
Salvo. Ver Itens salvos.
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Discordo na parte em que o governo esta trabalhando. Amigo é notória a falta de planejamento na situação de crise política que o atual governo passa. Isso não tem haver com ideologia política nem nada do gênero. O atual governo está a um passo de um novo bolsa familía, os secretários do Ministério da Econômia pediram demissão a poucos dias tendo em vista o atual devaneio de um ato populista almejando uma reeleição. A conta não fechava no governo PT, e não vai fechar com o governo Bolsonaro, ambos são uma piada no ponto de vista de gestão econômica de um país. Juntem-se a mim e fechem suas empresas, vamos ser hippies. Um abraço.
Douglas Flinto
Douglas Flinto 26.10.2021 19:21
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A melhor comparação entre viver nos EUA ou Portugal por exemplo é usar o salário minimo como indexador e verificar o poder de compra aqui e lá
Fernando Borelli
Fernando Borelli 26.10.2021 18:24
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Entendo o Paulo Guedes, o Brasil era para estar bem pior se não fosse este governo. Isto é falado aqui fora, mas no Brasil vale o " quanto pior melhor" para àqueles.
Murilo Gomes
Murilo Gomes 26.10.2021 18:24
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Ricardo Santos
Ricardo Santos 26.10.2021 18:19
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Ganhar em reais definitivamente é um grande prejuízo, há riscos reais do dragão da inflação persistente retornar. Muita gente não conhece a realidade dos anos 80 e 90, é muito fácil cair nessa ribanceira, vão brincando, vão...
Leonardo Pereira
Leonardo Pereira 26.10.2021 17:33
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Poder de compra deve ser comparado, calculando quantos porcento do salário mínimo, ou médio de cada país, equivale ao mesmo item. Converter não faz o mínimo sentido.Qual a dificuldade nisso?Ex.: Gasolina Portugal 2€/L, logo com 1 salário mínimo comprasse 332,5 litros.Gasolina Brasil R$6,50/L, logo com 1 salário mínimo comprasse 169,23 litros.Neste exemplo o poder de compra em Portugal é muito maior.
Fernando Borelli
Fernando Borelli 26.10.2021 17:33
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E o salário mínimo em Portugal é um dos mais baixos da UE.
Ricardo Bitte
Ricardo Bitte 26.10.2021 17:29
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No Brasil a melhor opção é BITCOIN porq a Bolsa é uma M E R D A e o DÓLAR só sobe 🤣🤣🤣
Ricardo Bitte
Ricardo Bitte 26.10.2021 17:28
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NO BRASIL a melhor coisa é BITCOIN...CRIPTOMOEDAS A Bolsa é uma merda e o Dólar só sobe 🤣🤣
Ricardo Bitte
Ricardo Bitte 26.10.2021 17:21
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Paulo Guedes fala que vai VENDER a PETROBRAS, Em 30 anos Petrobras não vai dar mais LUCRO, quem vai comprar então? Que Pessoa inteligente é esse Paulo Guedes hem... 🤣🤣🤣
Ricardo Bitte
Ricardo Bitte 26.10.2021 17:18
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Uma crise do C A R A L H O vem o Paulo Guedes falando que o Brasil está muito bem! SÓ SE for na casa desse IDIOTA! NARCISISTAS!!
Ricardo de Azevedo
Ricardo de Azevedo 26.10.2021 16:53
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Robozada chata do krl, o tema da matéria é um e os idiot@s vem puxar saco de políticos com coisas nada haver
Alyson Freitas
Alyson Freitas 26.10.2021 16:53
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Só o BTC salva !
Ricardo Bitte
Ricardo Bitte 26.10.2021 16:53
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Melhor coisa que fiz desde 2016 foi ter comprado Bitcoin e várias outras moedas. Depois vem um monte de analistas falando que o Bitcoin não existe. kkkk
Mant Neuman
BombeiroAristide 26.10.2021 16:21
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Brasil pegando fogo, inflação e desemprego desesperando o povo. Qual a preocupação do Rei da Rachadinha? Hoje o Jacaré Aidético e corrupto sancionou a lei da impunidade administrativa. Político agora só vai preso se roubar, matar, estuprar e confessar o crime. Ainda assim, se for preso, o STF manda soltar. Como já fez o Kassio Marques com o Lula e os amigos do Bozo do centrão.
Marcio Ribeiro
Marcio Ribeiro 26.10.2021 16:21
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Altair Sanches Espanha Junior
Altair Sanches Espanha Junior 26.10.2021 16:21
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faz-me rir muito Kkkkkkk obrigado. hoje foi um dia ótimo para Day Trade, obrigado Bolsonarooooooo
caio tacla
caio tacla 26.10.2021 16:16
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Hoje acaba a CPI. Agora precisa fazer uma CPI da CPI para investigar o ladrão que blindou o próprio filho que é governador de estado e que blindou o desvio de dinheiro em compra de respiradores. A CPI do senado (da vergonha do senado) acabou. Mas a investigação séria só está começando.
Altair Sanches Espanha Junior
Altair Sanches Espanha Junior 26.10.2021 16:16
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renam canalhas...
 
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