Investing.com – As bolsas norte-americanas apontaram abertura em leve alta nesta quinta-feira, uma vez que os investidores estavam aguardando uma série de dados econômicos essenciais para medir a força da economia dos EUA, ao passo que os ganhos da Wal-Mart e Target também ficaram em foco.
Os ganhos ficaram limitados uma vez que os traders permaneceram fixados nas preocupações com o “penhasco fiscal” nos EUA e nos temores atuais relacionados à crise da dívida da zona do euro.
Antes da abertura, os futuros do Dow Jones Industrial Average apontaram alta de 0,2%, os do S&P 500 sinalizaram um ganho de 0,3%, ao passo que os do Nasdaq 100 indicaram um aumento de 0,2%.
As bolsas caíram para baixas múltiplas na quarta-feira, uma vez que os investidores permaneceram preocupados com o “penhasco fiscal” nos EUA, aproximadamente US$ 600 bilhões em aumento de impostos e redução de gastos que devem entrar em vigor em 1º de janeiro.
Obama deve se reunir com os líderes do Congresso na sexta-feira para discutir a situação fiscal do país.
Há temores de que a economia norte-americana voltará para uma recessão, a menos que Congresso e Casa Branca divididos consigam resolver um compromisso antes de 1º de janeiro.
Os traders estavam aguardando a divulgação de uma série de dados econômicos norte-americanos no final do dia. O país deve divulgar relatórios sobre os pedidos iniciais de auxílio-desemprego, índice de preços ao consumidor, além de dados sobre a atividade manufatureira em Nova York e na Filadélfia.
Enquanto isso, o discurso do presidente do Fed, Ben Bernanke, será atentamente observado com o intuito de se obter indicações sobre a possível direção futura da política monetária.
As ações das gigantes do varejo Wal-Mart e Target devem ficar ativas durante o pregão desta quinta-feira, uma vez que as duas empresas vão divulgar seus ganhos.
A fabricante de computadores Dell viu suas ações subirem 0,4% uma vez que a empresa também deve divulgar seus lucros.
Do outro lado do Atlântico, os mercados acionários europeus apresentaram queda, após dados terem mostrado que a economia da zona do euro contraiu no terceiro trimestre, fazendo a região entrar na sua segunda recessão desde a crise financeira de 2008.
O índice EURO STOXX 50 caiu 0,2%, o CAC 40 da França recuou 0,2%, o DAX da Alemanha diminuiu 0,55%, ao passo que o FTSE 100 da Grã-Bretanha perdeu 0,4%.
Dados oficiais divulgados anteriormente mostraram que a economia da zona do euro contraiu 0,1% no terceiro trimestre, após uma contração de 0,2% no trimestre anterior. Uma recessão técnica é definida como dois trimestres consecutivos de contração.
Ano a ano, o produto interno bruto da zona do euro caiu 0,6% em comparação com um ano antes após contrair a uma taxa de 0,5% no trimestre anterior.
Os dados foram divulgados após relatórios terem mostrado que o ritmo do crescimento econômico alemão reduziu para 0,2% no terceiro trimestre, de um aumento de 0,3% no trimestre anterior, ao passo que a economia francesa expandiu 0,2%, após uma contração de 0,1% no trimestre anterior.
Dados mostraram que a economia da Espanha contraiu 0,3%, ao passo que a economia da Itália encolheu 0,2% no terceiro trimestre.
As preocupações com a saúde da classificação AAA da Áustria e da Holanda intensificaram-se após dados terem mostrado que a economia austríaca contraiu 0,1% nos três meses até setembro, ao passo que a economia holandesa contraiu um alarmente 1,1%. Os economistas esperavam apenas uma queda de 0,2%.
Durante o pregão asiático, o índice Hang Seng de Hong Kong caiu 1,5%, ao passo que o índice Nikkei 225 do Japão subiu 1,9%.
As ações no Japão contrariaram a tendência, uma vez que os exportadores se recuperaram após um iene menos forte.
Os ganhos ficaram limitados uma vez que os traders permaneceram fixados nas preocupações com o “penhasco fiscal” nos EUA e nos temores atuais relacionados à crise da dívida da zona do euro.
Antes da abertura, os futuros do Dow Jones Industrial Average apontaram alta de 0,2%, os do S&P 500 sinalizaram um ganho de 0,3%, ao passo que os do Nasdaq 100 indicaram um aumento de 0,2%.
As bolsas caíram para baixas múltiplas na quarta-feira, uma vez que os investidores permaneceram preocupados com o “penhasco fiscal” nos EUA, aproximadamente US$ 600 bilhões em aumento de impostos e redução de gastos que devem entrar em vigor em 1º de janeiro.
Obama deve se reunir com os líderes do Congresso na sexta-feira para discutir a situação fiscal do país.
Há temores de que a economia norte-americana voltará para uma recessão, a menos que Congresso e Casa Branca divididos consigam resolver um compromisso antes de 1º de janeiro.
Os traders estavam aguardando a divulgação de uma série de dados econômicos norte-americanos no final do dia. O país deve divulgar relatórios sobre os pedidos iniciais de auxílio-desemprego, índice de preços ao consumidor, além de dados sobre a atividade manufatureira em Nova York e na Filadélfia.
Enquanto isso, o discurso do presidente do Fed, Ben Bernanke, será atentamente observado com o intuito de se obter indicações sobre a possível direção futura da política monetária.
As ações das gigantes do varejo Wal-Mart e Target devem ficar ativas durante o pregão desta quinta-feira, uma vez que as duas empresas vão divulgar seus ganhos.
A fabricante de computadores Dell viu suas ações subirem 0,4% uma vez que a empresa também deve divulgar seus lucros.
Do outro lado do Atlântico, os mercados acionários europeus apresentaram queda, após dados terem mostrado que a economia da zona do euro contraiu no terceiro trimestre, fazendo a região entrar na sua segunda recessão desde a crise financeira de 2008.
O índice EURO STOXX 50 caiu 0,2%, o CAC 40 da França recuou 0,2%, o DAX da Alemanha diminuiu 0,55%, ao passo que o FTSE 100 da Grã-Bretanha perdeu 0,4%.
Dados oficiais divulgados anteriormente mostraram que a economia da zona do euro contraiu 0,1% no terceiro trimestre, após uma contração de 0,2% no trimestre anterior. Uma recessão técnica é definida como dois trimestres consecutivos de contração.
Ano a ano, o produto interno bruto da zona do euro caiu 0,6% em comparação com um ano antes após contrair a uma taxa de 0,5% no trimestre anterior.
Os dados foram divulgados após relatórios terem mostrado que o ritmo do crescimento econômico alemão reduziu para 0,2% no terceiro trimestre, de um aumento de 0,3% no trimestre anterior, ao passo que a economia francesa expandiu 0,2%, após uma contração de 0,1% no trimestre anterior.
Dados mostraram que a economia da Espanha contraiu 0,3%, ao passo que a economia da Itália encolheu 0,2% no terceiro trimestre.
As preocupações com a saúde da classificação AAA da Áustria e da Holanda intensificaram-se após dados terem mostrado que a economia austríaca contraiu 0,1% nos três meses até setembro, ao passo que a economia holandesa contraiu um alarmente 1,1%. Os economistas esperavam apenas uma queda de 0,2%.
Durante o pregão asiático, o índice Hang Seng de Hong Kong caiu 1,5%, ao passo que o índice Nikkei 225 do Japão subiu 1,9%.
As ações no Japão contrariaram a tendência, uma vez que os exportadores se recuperaram após um iene menos forte.