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BofA registra maior saída de recursos de ações dos EUA desde outubro passado

Publicado 04.04.2023, 08:44
Atualizado 04.04.2023, 11:58
© Reuters.
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Por Senad Karaahmetovic 

Os clientes do Bank of America (NYSE:BAC) aproveitaram o rali recente nas ações americanas para vender suas posições, de acordo com um relatório dos analistas do banco, publicado nesta terça-feira, 4. Desde 27 de março, o S&P 500, principal índice acionário dos EUA, já se valorizou quase 4%.

Os estrategistas do BofA destacaram que houve uma saída de recursos de US$ 3,2 bilhões de ações americanas no banco, marcando a primeira venda líquida dos clientes da sua corretora em cinco semanas. Investidores venderam principalmente ações individuais, segundo o relatório sobre as tendências de fluxo dos clientes da instituição.

"Os clientes venderam ações em todos os três segmentos de capitalização (pequeno/médio/grande)", escreveram.

Enquanto os fundos de hedge foram compradores líquidos de ações, clientes institucionais e de varejo lideraram as vendas. As maiores vendas foram registradas no setor de Serviços de Comunicação, que tiveram as segundas maiores saídas desde 2008. Além disso, os clientes do banco também venderam ações de tecnologia.

"As ações de energia lideraram as entradas de capital conforme os preços do petróleo se recuperavam, seguidos por materiais e industriais. Materiais continuam tendo a maior sequência de compras (últimas 10 semanas). Os clientes venderam ações financeiras pela primeira vez em cinco semanas; tanto os fundos de hedge quanto os clientes privados foram vendedores. Os clientes institucionais foram compradores pela segunda semana", acrescentaram os analistas.

No que diz respeito a todo o primeiro trimestre, os clientes do BofA compraram ações individuais, principalmente no setor de tecnologia. De acordo com os dados da instituição, as maiores entradas se deram em ações de grande capitalização.

Os analistas do BofA destacaram que o índice Nasdaq está agora em “bull market” (mercado de alta), depois de disparar cerca de 21% no 1º tri, mas alertaram os clientes a não “correr atrás de ralis”.

"Não acreditamos que uma taxa de juros livre de risco mais baixa por si só seja uma razão forte para ficar otimista em relação às ações, se houver uma perspectiva de crescimento deteriorada e que leve a um prêmio de risco mais amplo.  Historicamente, um ciclo de flexibilização do Fed (ou seja, uma taxa de 2 anos mais baixa), combinado com um ciclo de aperto de crédito (isto é, spread de crédito mais amplo), pode acabar sendo negativo para as ações. Mas o pessimismo generalizado com o mercado acionário pode acabar abrindo boas oportunidades”, declararam em conclusão.

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