Ação escolhida por IA dispara +13% na semana na B3; veja qual é
Por Ana Beatriz Bartolo
Investing.com - Os resultados da Klabin (SA:KLBN11) no primeiro trimestre de 2022 vieram sem grandes surpresas e de acordo com o que foi previsto pelo mercado. Apesar dos custos elevados entre janeiro e março, o Itaú BBA está confiante de que o próximo trimestre deve ser mais positivo para a companhia, que poderá aproveitar a alta da commodity.
Às 15h08, as Units subiam 1,34%, a R$ 21,24.
O Ebitda consolidado ajustado da Klabin foi de R$ 1,7 bilhão, em linha com o esperado pelo Itaú BBA. O banco também destaca que a alavancagem caiu com a sólida melhora do Ebitda LTM, para 2,7x em dólares, quando no 4T21, o indicador foi de 2,9x.
As vendas recuaram 13% no trimestre, para 334 mil toneladas de celulose, enquanto as vendas de papel e embalagens foram de 565 mil toneladas de papel e embalagens, uma redução de 5%.
O desempenho mais fraco na divisão de celulose está relacionado aos menores volumes e maiores custos de manutenção devido à parada para manutenção na Puma, segundo o Itaú BBA. O banco também aponta os custos maiores com fibra e produtos químicos como outros fatores que também influenciaram esse resultado.
Já na divisão de papel, os embarques cresceram 6% na comparação anual, impulsionados pelas exportações, que foram significativamente maiores do que os embarques no mercado doméstico.
O Itaú BBA espera que os resultados da Klabin melhorem no 2T22, com maiores preços e volumes de celulose, além de custos menores com paradas para manutenção. Assim, o banco mantém a sua indicação outperform sobre as ações da Klabin, com preço-alvo em R$ 28.