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O Banco Santander SA ADR (SAN) divulgou seus resultados do segundo trimestre de 2025, apresentando um desempenho recorde no primeiro semestre com um lucro trimestral de €3,4 bilhões. Apesar disso, o lucro por ação (LPA) do banco de US$ 0,2535 ficou ligeiramente abaixo da previsão dos analistas de US$ 0,2569, enquanto a receita de US$ 17,83 bilhões ficou aquém dos US$ 18,21 bilhões esperados. Após o anúncio, as ações do Santander sofreram uma queda de 2,02% no pré-mercado, sendo negociadas a US$ 8,74, abaixo do fechamento anterior de US$ 8,92.
Principais destaques
- O Santander alcançou um lucro trimestral recorde de €3,4 bilhões.
- LPA e receita ficaram abaixo das expectativas do mercado.
- As ações registraram uma queda de 2,02% no pré-mercado após a divulgação dos resultados.
- O índice de eficiência do banco melhorou para 41,5%.
- O Santander planeja distribuir pelo menos €10 bilhões por meio de recompras de ações.
Desempenho da empresa
O desempenho geral do Santander no 2º tri de 2025 foi robusto, com um lucro recorde no primeiro semestre impulsionado por um aumento de 5% na receita quando medida em euros constantes. O modelo de negócios diversificado do banco em diferentes geografias contribuiu para resultados sólidos, particularmente nos segmentos de Wealth e Pagamentos, que registraram crescimento de receita de 14% e de dois dígitos, respectivamente. O índice de eficiência melhorou para 41,5%, destacando os ganhos em eficiência operacional.
Destaques financeiros
- Receita: €17,83 bilhões, alta de 5% em relação ao ano anterior em euros constantes.
- LPA: US$ 0,2535, abaixo da previsão de US$ 0,2569.
- Margem Financeira (NII): Aumento de 1% no geral, 4% excluindo a Argentina.
- Índice CET1: 13%, no limite superior da faixa operacional de 12-13%.
Resultados vs. previsões
O LPA do Santander de US$ 0,2535 ficou abaixo da previsão de US$ 0,2569, marcando uma surpresa negativa de 1,32%. Da mesma forma, a receita foi de US$ 17,83 bilhões, não atingindo a previsão de US$ 18,21 bilhões por 2,09%. Esses resultados refletem um desempenho ligeiramente inferior às expectativas do mercado, embora a magnitude da diferença seja relativamente pequena.
Reação do mercado
Após o anúncio dos resultados, o preço das ações do Santander sofreu uma queda de 2,02% no pré-mercado, sendo negociadas a US$ 8,74. Esse movimento contrasta com o desempenho recente das ações, que viram um aumento de 1,94% para US$ 8,92 na sessão anterior. A queda reflete o sentimento dos investidores reagindo aos resultados abaixo do esperado e à receita inferior.
Perspectivas e orientações
Olhando para o futuro, o Santander tem como meta um Retorno sobre Patrimônio Tangível (RoTE) anual de 16,5% e espera gerar cerca de €62 bilhões em receita. O banco prevê um crescimento de receita de médio dígito em seu segmento de Consumo e planeja continuar com a redução de custos e melhorias de eficiência. Está planejada uma distribuição significativa de capital de pelo menos €10 bilhões por meio de recompras de ações.
Comentários da diretoria
O CEO Hector Grisi afirmou: "Nossa combinação única de foco no cliente, escala e diversificação com execução consistente da One Transformation proporciona crescimento lucrativo, previsível e sustentável". O CFO Jose Garcia Cantera enfatizou a forte alocação de capital do banco, observando: "Estamos alocando capital com retorno de pelo menos 20% sobre o capital investido".
Riscos e desafios
- Incerteza econômica em mercados-chave, como Brasil e Reino Unido, pode impactar o crescimento.
- Mudanças regulatórias no setor bancário podem afetar as operações.
- Flutuações cambiais representam um risco para receitas e margens de lucro.
- Pressões competitivas em bancos digitais e inovação fintech.
- Potenciais tensões geopolíticas afetando operações internacionais.
Perguntas e respostas
Durante a teleconferência de resultados, analistas questionaram sobre a estratégia do banco no Brasil, onde o Santander está gerenciando seu portfólio de forma conservadora e espera que o custo de risco permaneça abaixo de 5%. No Reino Unido, as perguntas se concentraram na melhoria do desempenho da Margem Financeira (NII) e nos benefícios esperados da aquisição do TSB. Na Espanha, os analistas demonstraram interesse na disciplina de preços e nas melhorias esperadas na Margem Financeira.
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