O dia nos mercados globais foi lento e marcado por curtas oscilações na maioria dos ativos negociados.
Um misto de ajustes técnicos aliado ao feriado de amanhã nos EUA e seu prolongamento na sexta, tirou por completo, a adrenalina dos terminais internacionais.
Resumindo, a semana praticamente acabou hoje.
No caso do café a tônica foi a mesma e para somar a este melancólica realidade mercadológica, ainda tivemos no Brasil, alta do dólar e fortes chuvas em importantes regiões produtoras.
Resumindo, a ansiedade testou novos limites e os negócios praticamente, não ocorreram.
Para os próximos dias, o cenário climático continua indicando chuva na região produtora com certa intensidade e isso, com certeza, levará consigo o foco e as atenções do setor.
Por fim, os preços internos do café ganharam um peso extra muito grande.
Conforme foi avisado o ano esta dando seus últimos suspiros e isso, contribuiu para a total retirada de sustentação dos níveis vigentes.
Ao que parece, apenas em 2017 é que deveremos ter de volta a liquidez nas praças de comercialização e por tabela, os preços interessantes para o café.
Até lá, salvo um fato novo, o ano já deu o que tinha para dar.