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Brasil e EUA: Será Este o Início da Desinflação?

Por Felipe SichelResumo do Mercado12.08.2022 14:55
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Brasil e EUA: Será Este o Início da Desinflação?
Por Felipe Sichel   |  12.08.2022 14:55
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Os mercados reagem positivamente nesta semana a duas indicações relevantes, uma nos EUA e outra no Brasil. Ambas se relacionam à trajetória da inflação nas respectivas jurisdições e têm impacto significativo sobre a precificação dos juros à frente. Em ambos os casos, a inflação registrou variação amena e abaixo do esperado pelo mercado, com destaque para a deflação registrada no IPCA aqui no Brasil.

O IPCA de julho registrou leitura de -0.68%. Pelos grupos, destaque para retração de -4,51% em transportes e -1,05% em habitação. Nas contribuições positivas, nota-se avanço de 1,3% em Alimentação e Bebidas e 1,03% em despesas pessoais. As aberturas mostram variação de -4,35% nos administrados, enquanto preços livres avançaram 0,65%, praticamente em linha com nossas expectativas. A alimentação fora do domicílio merece destaque, com desaceleração menor do que o esperado em relação ao mês anterior.

Acreditamos que o cenário inflacionário permanecerá benigno para o mês de agosto, dado o corte de preço de gasolina anunciado pela Petrobras (BVMF:PETR4) no final de julho. No entanto, a dinâmica do mercado de trabalho e a nova rodada de estímulos fiscais representam riscos altistas no médio prazo, contrapostos tanto pela dinâmica recente de commodities, como pelo aperto monetário.

De toda forma, a perspectiva inflacionária reforça a tese de que o Banco Central tenha chegado ao final do ciclo de Selic. Teríamos de observar uma deterioração muito significativa nos fundamentos da inflação, com impacto evidente sobre as expectativas de 2023 e 2024, para levar o Copom a elevar novamente a taxa de juros em setembro. Portanto, reforçamos nossa perspectiva de Selic estável em 13,75% daqui em diante.

Nos EUA, o índice de preços ao consumidor teve leitura abaixo do esperado tanto no headline quanto no índice subjacente. O índice cheio registrou variação de 0% (esperado: 0,2%), enquanto o core avançou 0,3% (esperado: 0,5%).

Por dentro do índice, nota-se os alimentos ainda pressionados (1,1%), entretanto, observa-se reversão na parte de energia (-4,6%). Esta reflete amplamente a queda nos combustíveis, com destaque para gasolina (-7,7%). Por outro lado, os serviços energéticos apresentaram avanço marginalmente positivo (0,1%), porém bastante abaixo da leitura anterior (3,5%).

O índice teve leitura favorável na visão do mercado, com a significativa redução na variação mensal trazendo alívio para a precificação de juros de curto prazo. Alerta-se, no entanto, que a manutenção de variações de 0,3% no índice mensal subjacente ainda implicaria em uma inflação no intervalo de 3,6% – 3,7% no final do ano que vem, significativamente acima da meta do FED e de suas projeções.

O mercado de trabalho aquecido sugere que a pressão sobre os serviços subjacentes perdurará, o que por sua vez argumenta a favor de uma taxa de juros mais alta do que o atualmente precificado.

Ou seja, enquanto nosso cenário prospectivo aponta para juros estáveis no Brasil, a indicação dos EUA é que possivelmente o aperto poderá se estender para além do esperado atualmente. No entanto, fica claro também que o trigger mais recente (a divulgação da inflação) não contribuiu para a materialização desta expectativa. Com isso, acreditamos que o mercado permanecerá em tom mais tranquilo até o final do mês, dado que o período de férias do hemisfério norte normalmente apresenta menor volatilidade.

Brasil e EUA: Será Este o Início da Desinflação?
 

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Comentários (7)
Vinicius Rangel
Vinicius Rangel 15.08.2022 11:58
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Quando vier a realização da alta dos ativos de petróleo a redistribuição com certeza vai para ativos de risco e muito em países emergentes com múltiplo descontado como Brasil.
Ueriks Roger
Ueriks Roger 14.08.2022 18:46
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Cenário externo projeta queda do dólar e petróleo ainda mais... o que mascara o cenário fiscal no país...
CRISTHYAN TEIXEIRA
CRISTHYAN TEIXEIRA 14.08.2022 18:00
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Excelente análise. Mas acredito que se mantenham estáveis os índices mesmo porque estamos em entre safra em muitas comodites no que se refere a alimentação. É só vir uma safra boa de alimentos que ai sim a inflação acaba. Então oremos a Deus e pessamos que abençoe as chuvas e a natureza.
Andre Peres
Andre Peres 14.08.2022 17:43
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a queda no preço dos combustíveis aqui no Brasil faz parte do pacote eleitoreiro de Bolsonaro. tão logo ele tenha exito nas eleições, os combustíveis subirão advinha da média inflacionária..!! quando a taxa selic, caso se mantenha desta política absurda de saque aos cofres públicos, mesmo com teto de gastos, a trajetória dela será de alta uma vez que agrada aos interesses do mercado de agiotas e a elite financeira do Brasil!!
Wagner Freitas
Wagner Freitas 14.08.2022 16:33
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Análise perfeita! Sem mas...
Luiz Loureiro
Luiz Loureiro 14.08.2022 16:20
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Excelente e competente analise
Kleiton De Oliveira
Kleiton De Oliveira 14.08.2022 15:24
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Este comentário já foi salvo nos seus Itens salvos
Muito bom ler seu artigo, simples sem alardes, sem tendências nefastas, uma analise de bom senso. Parabens.
 
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