A competitividade da carne de frango frente às concorrentes suína e bovina tem reduzido em março. Segundo pesquisas do Cepea, enquanto os preços médios da proteína avícola apresentam leva alta em relação ao mês anterior, os das carnes substitutas estão em queda. Os ligeiros avanços nos valores do frango registrados no início de março garantiram a sustentação da média da parcial deste mês. Isso porque, nesta segunda quinzena, levantamento do Cepea mostra que os preços têm oscilado, devido ao enfraquecimento do consumo, à medida que o fim do mês se aproxima. Além disso, alguns agentes consultados pelo Centro de Pesquisas indicam que, como a demanda final está lenta, muitos vendedores entram com mais força no mercado, no intuito de evitar formação de estoques.
OVOS: Pressão por descontos aumenta, e cotações recuam
As cotações dos ovos recuaram nos últimos dias nas praças acompanhadas pelo Cepea. Segundo o Centro de Pesquisas, a pressão pela concessão de descontos nos negócios aumentou, devido à típica queda da demanda neste período do mês. Por outro lado, alguns agentes afirmam que os estoques nas granjas estão equilibrados, sem necessidade de reduções intensas nos valores. Como resultado, a intensidade das baixas variou conforme as regiões pesquisadas pelo Cepea. Quanto à produção nacional de ovos para consumo, números consolidados do IBGE revelam que, em 2024, o volume atingiu 3,83 bilhões de dúzias, avanço de 11,5% em relação ao ano anterior e um novo recorde na série histórica do Instituto, iniciada em 2012.
CITROS: Com oferta restrita e demanda aquecida, preços têm novas altas
Os preços da laranja negociada no mercado in natura seguem em alta, conforme indicam levantamentos do Cepea. Segundo o Centro de Pesquisas, o suporte vem da oferta restrita de fruta neste período de entressafra no cinturão citrícola (estado de São Paulo/Triângulo Mineiro) e do aquecimento da demanda doméstica. Nesta semana (de 17 a 20 de março), a caixa de 40,8 kg da laranja pera se valorizou 6,53% em relação ao período anterior. Já os preços pagos pela indústria no spot continuam em queda, justificada, conforme explicam pesquisadores do Cepea, pela baixa qualidade da fruta disponível para a industrialização (as melhores estão sendo selecionadas e destinadas ao mercado in natura). Além disso, a desvalorização externa do suco de laranja reforça o movimento de queda no Brasil. Entre 17 e 20 de março, a caixa da laranja posta indústria foi comercializada, em média, a R$ 60, recuo de 10,19% frente à da semana anterior.
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