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A Opep e seus aliados só irão se reunir em 4 de dezembro, mas rumores a respeito dos planos do cartel para a produção já estão ocupando as manchetes e movimentando o mercado.
Na segunda-feira, o Wall Street Journal informou que os delegados da Opep estariam discutindo um aumento nas cotas de produção de 500.000 barris por dia (bpd). A notícia, ao lado de reportagens de que China poderia impor restrições contra a Covid em partes de Pequim, fez a cotação o barril do Brent e do WTI cair mais de US$ 5. Os preços voltaram a se recuperar depois que o ministro do petróleo da Arábia Saudita negou a intenção de aumentar a produção.
A próxima reunião da Opep também ocorre na véspera das controversas políticas de sanções e de teto de preços do G7 ao petróleo da Rússia transportado por mar, as quais devem entrar em vigor no dia 5 de dezembro. O G7 ainda não divulgou qual será o teto de preços, mesmo com a expectativa de colocá-lo em vigor daqui a menos de duas semanas. É pouco provável que as sanções do G7 sejam influenciadas por qualquer medida aprovada pela Opep e seus aliados na véspera.
Apresentamos abaixo algumas questões às quais os investidores devem estar atentos em relação à próxima reunião da Opep.
Há rumores de que, assim que as sanções à Rússia forem implementadas, a Opep+ deixará de ser uma força relevante para o mercado, pois a produção do país seria afetada. É muito pouco provável que isso venha a acontecer, mesmo que a produção petrolífera russa caia 1,4 milhão de barris por dia (mbpd), segundo projeções da Agência Internacional de Energia, continuando a ser uma importante fonte de petróleo para países não pertencentes ao G7. Provavelmente haverá um período de ajuste, como o mercado testemunho em março e abril de 2022, mas a Rússia permanecerá sendo um importante player no cenário global.
Os laços entre a Arábia Saudita e a Rússia mantiveram-se fortes, e os sauditas entendem que a Opep tem mais influência no mercado com a presença dos russos na aliança. Mesmo que haja uma queda de produção petrolífera na Rússia por algum tempo, os players mais relevantes da Opep, como Arábia Saudita e Emirados, sabem que a participação de Moscou como aliada da organização oferece benefícios no longo prazo. Por isso, farão o que for necessário para manter o país envolvido, apesar das sanções.
Publicado originalmente em inglês em 23/11/2022
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