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Desafio aceito: o que é possível fazer contra a inflação

Dados Econômicos14.10.2021 17:48
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© Reuters. Desafio aceito: o que é possível fazer contra a inflação

A inflação, que atingiu 10,25% no acumulado em 12 meses até setembro, é um dos principais desafios da economia brasileira. Generalizada, a alta de preços deixa a população mais pobre. Mas a avaliação que o governo tem feito é de que se trata de uma situação quase inevitável. Em sua mais recente live semanal, na quinta-feira passada, o presidente Jair Bolsonaro disse que a inflação é um problema global e convocou quem o critica a apresentar soluções.

O pedido veio acompanhado da tentativa de relativizar a carestia que o País enfrenta. Munido de uma extensa lista - de alimentos básicos ao papel higiênico -, mostrou que o americano paga mais pela batata, óleo de soja e carne, por exemplo, do que o brasileiro. "Está reclamando que está alto aqui? Lá também está. Essa crise é no mundo todo. Não é só no Brasil", afirmou, sem deixar de culpar pela disparada da inflação a política do "fique em casa", adotada por governadores e prefeitos para conter a pandemia.

Anteontem, em entrevista à CNN nos Estados Unidos, o ministro da Economia, Paulo Guedes, também afirmou que o problema da inflação é global, e que no Brasil metade da alta dos preços está concentrada em energia e alimentos.

Realmente, há um aumento global da inflação, mas a situação é muito pior no Brasil. Enquanto a alta dos preços em 12 meses por aqui passa dos dois dígitos, a média nos 38 países da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) é de 4,3%.

O Estadão ouviu seis economistas para responder ao pedido de Bolsonaro. Para eles, o governo teve papel fundamental no descontrole dos preços e pode ter também na retomada da normalidade - principalmente tratando as contas públicas com responsabilidade. A seguir, leia as receitas dos economistas para atacar a inflação.

Alessandra Ribeiro, economista e sócia da Tendências Consultoria

A surpresa tem sido negativa quando se fala em inflação nas principais economias do mundo e especialmente no Brasil. Há elementos que são comuns aos países, mas há fatores domésticos que potencializam a inflação, gerando custos importantes à sociedade brasileira, em especial nos segmentos de mais baixa renda. Muito poderia ter sido feito para se evitar esse quadro.

Parte dessa inflação decorre da pandemia e seus efeitos. No Brasil, há elementos específicos que potencializam a inflação: questões climáticas (estiagem e geada) e percepção de risco elevada diante do quadro fiscal e político/institucional. A desconfiança em relação à sustentabilidade das contas públicas e à manutenção das regras do jogo do ponto de vista institucional elevam a percepção de risco dos agentes econômicos e consequentemente afetam a precificação de ativos financeiros, como a taxa de câmbio. Pelo canal do câmbio, o aumento dos preços é magnificado no mercado doméstico.

O real tem se mantido descolado de seus principais fundamentos. A explicação é que há um componente de risco que os mercados embutem na precificação que não está sendo captado pelos modelos. Ou seja, com sinais e medidas de responsabilidade na condução das contas públicas e respeito às regras do jogo institucional uma boa parte da inflação poderia ter sido evitada.

Luciano Sobral, economista-chefe da Neo Investimentos

A melhor ação de combate à inflação hoje ao alcance do presidente seria reforçar o compromisso com o teto de gastos constitucional, após a modificação necessária para acomodar os pagamentos de precatórios no ano que vem. Isso implicaria limitar o aumento dos programas sociais ao espaço aberto sob o teto de acordo com o atual conteúdo da PEC em tramitação na Câmara dos Deputados.

Devolver a previsibilidade às contas do governo até as eleições provavelmente faria com que o real se valorizasse significativamente, automaticamente reduzindo o preço dos produtos que têm cotação em dólar (combustíveis, boa parte dos alimentos e outros bens industrializados) e aliviando a inflação. O preço atual em dólares do barril de petróleo (cerca de US$ 83) está no mesmo patamar que em setembro de 2018; só temos hoje a gasolina mais cara da história porque a taxa de câmbio, que era R$ 4,05 por dólar à época, hoje está em R$ 5,50, em grande medida por conta da turbulência política e fiscal causada pelo próprio governo.

Outro benefício dessa ação seria facilitar a tarefa do Banco Central de controlar as expectativas de inflação para 2022 e 2023. Com o câmbio mais valorizado e a manutenção do regime fiscal, o BC poderia elevar menos a taxa Selic, o que contribuiria para um custo menor de rolagem da dívida e, aos olhos do mercado, menor probabilidade de uma saída inflacionária para o pagamento dos títulos.

Sergio Vale, economista-chefe da MB Associados

Antes de mais nada, vale relembrar que o Banco Central está sozinho no combate à inflação. O País passa por um processo de estagflação com inflação na casa de 18% projetados no acumulado de 2020 a 2022 e queda de Produto Interno Bruto (PIB) per capita da ordem de 1,3% no mesmo período.

A pandemia causou impactos importantes na economia, e a saída passa pelo controle da inflação junto com condições para o crescimento.

Para isso, nada melhor do que o governo mudar radicalmente sua política econômica, focando em reformas relevantes e específicas: juntar a PEC (Proposta de Emenda Constitucional) 45 e a PEC 110 da reforma tributária de bens e serviços, com discussões já avançadas em ambas as casas.

Além isso, abandonar a reforma do Imposto de Renda como está atualmente; assim como encaminhar a regulamentação do artigo 41 da Constituição que versa sobre a avaliação periódica de desempenho do servidor público.

Isso ajudaria no crescimento e na produtividade e reverteria parte da depreciação cambial do real.

No mais, o governo deveria ter sinalizado à população um ajuste de consumo de energia, o que poderia ter diminuído a necessidade de aumentar as tarifas no patamar a que se chegou.

Nada disso ocorrerá, entretanto, e o culpado seguirá sendo o governo.

Andrea Damico, economista-chefe da Armor Capital

A forma mais eficiente de combater a inflação, em minha visão, é a política monetária convencional, ou seja, a elevação dos juros acima do patamar neutro para desinflar a inflação que se encontra acima da meta. É relevante o Banco Central zelar pelo controle das expectativas de inflação para evitar que os mecanismos inerciais presentes na economia brasileira perpetuem a inflação mais elevada.

É bem verdade que a economia brasileira enfrenta um grande número de choques de custos: alimentos, combustíveis, energia e demais insumos (assim como em outras regiões do globo), mas, por mais que não seja adequado combater o impacto primário desses choques de oferta, cabe ao BC evitar que os efeitos secundários desses choques apareçam.

A inflação persistente de serviços e núcleos sugere que os efeitos secundários dos choques primários estão ocorrendo e demandam da autoridade monetária a elevação de juros para patamar acima do neutro. O BC tem sugerido que o patamar de juro básico adequado seria contracionista, o que em nossa visão implica juros acima do cenário base de 8,5%. Acreditamos que a Selic irá a 9,5% para combater efeitos secundários dos choques, inércia e promover a desinflação da economia e retorno para a trajetória das metas de inflação. Não acreditamos em políticas do lado da oferta para combater a inflação a saber: redução de impostos, controle de preços e ou redução e ou congelamento de preços.

Luiz Fernando Figueiredo e Rafael Ihara, CEO e economista-chefe da Mauá, respectivamente

Um dos principais fatores que pressionam a inflação é a alta do dólar, principalmente por conta das commodities (matérias-primas cotadas em dólar). Quando elas sobem no mercado internacional, a moeda aprecia como consequência, o que reduz os efeitos inflacionários. Não foi o que aconteceu com o Brasil, pelo contrário, por conta das incertezas políticas, institucionais, mas principalmente fiscais, o choque de preços foi "dobrado".

Parte significativa da depreciação da nossa moeda está relacionada a um prêmio cobrado pelos investidores para compensar esses riscos, político e fiscal. O governo deve sinalizar políticas compatíveis com uma queda do endividamento, evitando o populismo eleitoral com auxílios insustentáveis. Deve haver clareza em respeito às regras do jogo e instituições que garantem a democracia. Rupturas deveriam estar fora de cogitação.

Além disso, uma agenda clara de reformas macro e microeconômicas é essencial para elevar a taxa de crescimento e, consequentemente, atrair fluxo de capital. Esse processo, associado a um Banco Central vigilante e firme, como tem sido o caso, são respostas significativas a esse excesso de choques e inflação elevada.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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Comentários (22)
Marcos Prado Masliaev
Marcos Prado Masliaev 15.10.2021 11:22
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O que fazer com essa inflação? Chorem bastante, o choro é livre!
Cesar Capri
Cesar Capri 15.10.2021 8:45
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Inflação provocada por dólar alto, eu vi essa mesma inflação na Argentina quando o dólar chegou a 5 pesos em 2011. Mas lá o salário mínimo já era de 2 mil pesos, então a base monetária deles era quase dobrada. Então por aí já se vê o desastre que é a, desvalorização cambial em detrimento dos exportadores, pois no fim, os juros tiveram que subir as pressas, e qualquer queda de importações no hemisfério norte, vai fazer com que as exportações despenquem mesmo com dólar alto.
welington felix
welington felix 15.10.2021 7:08
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Resumindo ...tá dando de graça aquilo que deve ser conquistado. Tudo que é entregue de graça perde o seu valor...O populismo está acabando com o Brasil de novo!
Felipe So
Felipe So 15.10.2021 5:55
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Quem pode nos ajudar? O governo invez de discutir soluções fica discutindo de quem é a culpa, estou triste sem perspectiva para o futuro do nosso país 😔
Paulo Roberto Rodrigues
Paulo Roberto Rodrigues 14.10.2021 22:00
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É muita explicação e pouca atitude. Alguns anos atrás existia instabilidade política e fiscal e inflação controlada. O presidente foi à público e pediu engajamento dos empresários para conter a inflação. Lá funcionou. Esta é a diferença. Por isto em outros países a inflação é menor. Não é só problema do Governo, é cultura!! Aqui o que impera é a lei do levar vantagem. Se precisa de seringas, aumenta o preço. Se precisa de lona preta para cobrir o telhado, aumenta o preço... É esta mentalidade que tem que mudar!!! E para de transferir toda responsabilidade para outros!!!
LUIZ PAULO ABREU
LUIZ PAULO ABREU 14.10.2021 21:51
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NÃO VOU PERDER O MEU TEMPO PARA LER OS COMENTÁRIOS DESSAS 4 BESTAS ECONÔMICAS. ACABOU A MAMATA, SE ENCONTRAM EM ABSTINÊNCIA.
Lino Amorim
Lino Amorim 14.10.2021 21:07
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Tirar o incapaz, Paulo goela e o hospício que eles montaram em Brasília... antes que acabem de uma vez com a renda das famílias... às que ainda tem alguma renda!!!
Jaroo Clima
Jaroo Clima 14.10.2021 21:06
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Quem entende de economia não gasta mais do que pode gastar... e quando tem que cortar despesas, começa por fazer dentro da sua  própria casa. No momento o presidente mora provisoriamente na casa do Brasil e é de sua responsabilidade, muito mais do que qualquer ministro seu, fiscalizar com rigor os gastos da casa, de tudo que está ligado a ela e de cuidar do bem estar de seu povo. Até janeiro de 2019 tudo ia bem... se não estava bem ou ótimo faltava muito pouco pra ficar: Inflação absolutamente controlada. Dólar rodando pela casa do 3,65 reais. O agronegócio ia muito bem independente de qualquer posição especulativa e contraria dos expertos. As domesticas iam pra Disney à custa de trabalho honesto. A moeda brasileira (REAL) se mantinha como a mais forte da América Latina mesmo com toda parafernália que país vinha vivendo desde 2014. Ai chegou alguém conspirando contra a firmeza do Real para favorecer a alta do dólar... bastou isso, para a balburdia e a inflação tomar conta do país.
Rosildo da Silva
Rosildo da Silva 14.10.2021 20:35
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Em suma : Bolso é o culpado.
henrique souza
henrique souza 14.10.2021 20:30
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Todo político é um brasileiro egoísta que só olha para o próprio umbigo, não pensa nos demais! Então se tu é um ser egoísta, por favor, não queira ser político, assim, o país sair dessa me***a!
Max Bueno
Max Bueno 14.10.2021 20:09
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Solução para acabar com a inflação é os bancos centrais de economias avançadas pararem de imprimir moeda sem lastro e restaurar o padrão ouro. #endthefed #dumpthedollar #silverismoney #theresetisnow #wallstreetsilver
Helton Marques
HELTON_MARQUES 14.10.2021 19:50
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Lula nunca mais. É Bolsonaro 2022. Leio estes tipinhos de materia fraca e cada vez tenho certeza é Bolsonaro ate 2026. #fique em casa, depois a economia a gente vê...agora tomaaa, pega essa inflação aí sem choro..kkk
Elber Raminho
Elber Raminho 14.10.2021 19:16
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A culpa é minha
Luiz Duque
Luiz Duque 14.10.2021 19:16
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essa boa,já que não pode ser o presidente kkkk
Moacyr Salomão
Moacyr Salomão 14.10.2021 19:15
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Brasil pior? Pior é o reino unido sem combustivel, desabastecimento, e começa a enfrentar o inverno. Investing.com deveria retirar de seu leque textos sem comprimetimento com o vivido ou deixar qq mlk sem ideia postar por aqui. Deservico
Edmilson Gonçalves Santos
Edmilson Gonçalves Santos 14.10.2021 19:14
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A maioria dos economista so falou dos problemas , nao apresentaram solucoes nenhuma ! Ai ate o meu filho de 4 anos sabe fazer isso ! O presidente nesse pais nao manda nada , quem manda é o STF , Congresso, Governadores e a grande midia ! Vamos ser sinceros !
aislan soares
aislan soares 14.10.2021 19:05
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O que é possível fazer contra a inflação:- desestatização- reforma trabalhista, tributária, judiciária...- leis mais duras- enquadrar o comunismo como crime!
Altair Sanches Espanha Junior
Altair Sanches Espanha Junior 14.10.2021 19:05
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já colocaram toda culpa no Bolsonaro????
Fabio Piloto
Fabio Piloto 14.10.2021 18:40
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A esquerda, que continua no governo legislativo e judiciário federal e grande mídia não aceitaram o resultado das eleições e desde o primeiro dia atrapalham, sabotam e tentam derrubar o governo, isso se reflete na economia via cãmbio principalnente, é um preço a ser pago para livrarmos o Brasil desses nefastos!
Nathalia Lima
Nathalia Lima 14.10.2021 18:40
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aaaah tá, e o Bolsonaro não tem culpa de nada. Economistas renomados afirmando erros do governo e um qualquer vem põe culpa até na bosta do cavalo, mas não nesse governo caótico
João Santos
JoãoS 14.10.2021 18:26
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Reduz o % de etanol na gasolina. Acabem com essa magica de vender etanol (30 por cento de poder calorifico menor que a gasolina) pelo preço.de gasolina. Etanol barato significa preço.mais baixo, concorrência contra a gasolina, mudança de cultura de parte do plantation, safra de milho, soja, açúcar, maiores. Tudo aponta para queda de preços que é o que precisamos
Roberto Rizzato
Roberto Rizzato 14.10.2021 18:22
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Políticas predadoras que só enxergam o próprio nariz é o que nos apresenta. O Fique em casa é bravata em parte, pois impulsionou e aperfeiçou vendas online, onde movimentou-se o mercado, bem como na realidade com exceção do período de fevereiro junho, o Brasil não adotou uma política de Lockdown na integra, ja comprovada pelo incentivo do governo esse atolado no própria lama da incompetência. Fato é que investiria num pau d’’agua, quebrado e bravateiro? Não passam credibilidade e somente expulsos da esfera governamental encontrá-se-ar uma solução. Chega desses usurpadores da pátria amada.
Danilo Lopes Marques da Silva
Danilo Lopes Marques da Silva 14.10.2021 18:20
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Com uma pessima gestao aqui durante a psndemia resta agora a estes idiotas culpar todo mundo … haja saco para aturar estes milicianos ate 2022
marco antonio frankzhovitz
marco antonio frankzhovitz 14.10.2021 18:13
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as menta os juros em 500 pontos seus safados
 
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