Investing.com – O dólar norte-americano ficou amplamente superior às principais moedas mundiais nesta terça-feira, após a Moody's ter rebaixado a classificação de crédito de cinco regiões da Espanha, na tarde de ontem.
Durante a manhã de negociações europeias, o dólar subiu em relação ao euro, com EUR/USD recuando 0,21%, para 1,3031.
O euro ficou sob pressão após a agência de classificação Moody’s ter rebaixado as classificações de crédito da Catalunha e de outras quatro regiões espanholas na segunda-feira, citando suas posições agravantes de liquidez e prevendo que essas regiões estão propensas a pedir ajuda ao governo central em 2013.
O rebaixamento foi feito após as eleições regionais na Espanha. O Partido Popular de centro-direita do primeiro-ministro Mariano Rajoy aumentou sua presença na Galícia, sua região de origem, no domingo, removendo um possível obstáculo da solicitação formal de ajuda financeira aos parceiros espanhóis da zona do euro.
O dólar norte-americano também ficou superior à libra esterlina e ao franco suíço, com GBP/USD caindo 0,05%, para 1,6005, e USD/CHF avançando 0,17%, para 0,9284.
Em outros lugares, o dólar norte-americano saiu do maior nível desde julho em relação ao iene, com USD/JPY caindo 0,13%, para 79,83.
Mas o iene reganhou força após o ministro das finanças do Japão, Koriki Jojima, ter negado relatos de que o governo pediu ao Banco do Japão para aumentar seu programa de compra de ativos em ¥ 20 trilhões.
Enquanto isso, o dólar norte-americano subiu em relação aos seus primos canadense, australiano e neozelandês, com USD/CAD ganhando 0,38%, para 0,9960, AUD/USD caindo 0,29%, para 1,0290, e NZD/USD recuando 0,16%, para 0,8163.
O índice do dólar, que acompanha o desempenho do dólar norte-americano em comparação com a cesta das seis principais moedas, subiu 0,18%, para 79,81.
Os investidores também estão voltando a atenção para a reunião de política monetária de dois dias do Federal Reserve (Fed), na terça e quarta-feira, depois que o banco central anunciou sua terceira rodada de flexibilização quantitativa no mês passado.
Os mercados podem ficar moderados antes da divulgação, no final desta semana, de dados norte-americanos que incluem as vendas mensais de imóveis novos, pedidos de bens duráveis e os números do PIB do terceiro trimestre.
Durante a manhã de negociações europeias, o dólar subiu em relação ao euro, com EUR/USD recuando 0,21%, para 1,3031.
O euro ficou sob pressão após a agência de classificação Moody’s ter rebaixado as classificações de crédito da Catalunha e de outras quatro regiões espanholas na segunda-feira, citando suas posições agravantes de liquidez e prevendo que essas regiões estão propensas a pedir ajuda ao governo central em 2013.
O rebaixamento foi feito após as eleições regionais na Espanha. O Partido Popular de centro-direita do primeiro-ministro Mariano Rajoy aumentou sua presença na Galícia, sua região de origem, no domingo, removendo um possível obstáculo da solicitação formal de ajuda financeira aos parceiros espanhóis da zona do euro.
O dólar norte-americano também ficou superior à libra esterlina e ao franco suíço, com GBP/USD caindo 0,05%, para 1,6005, e USD/CHF avançando 0,17%, para 0,9284.
Em outros lugares, o dólar norte-americano saiu do maior nível desde julho em relação ao iene, com USD/JPY caindo 0,13%, para 79,83.
Mas o iene reganhou força após o ministro das finanças do Japão, Koriki Jojima, ter negado relatos de que o governo pediu ao Banco do Japão para aumentar seu programa de compra de ativos em ¥ 20 trilhões.
Enquanto isso, o dólar norte-americano subiu em relação aos seus primos canadense, australiano e neozelandês, com USD/CAD ganhando 0,38%, para 0,9960, AUD/USD caindo 0,29%, para 1,0290, e NZD/USD recuando 0,16%, para 0,8163.
O índice do dólar, que acompanha o desempenho do dólar norte-americano em comparação com a cesta das seis principais moedas, subiu 0,18%, para 79,81.
Os investidores também estão voltando a atenção para a reunião de política monetária de dois dias do Federal Reserve (Fed), na terça e quarta-feira, depois que o banco central anunciou sua terceira rodada de flexibilização quantitativa no mês passado.
Os mercados podem ficar moderados antes da divulgação, no final desta semana, de dados norte-americanos que incluem as vendas mensais de imóveis novos, pedidos de bens duráveis e os números do PIB do terceiro trimestre.