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A S&P Global Ratings elevou a classificação da emissora centro-europeia CME Media Enterprises B.V. (CME) para ’BB-’ de ’B+’ com perspectiva estável, citando o desempenho financeiro melhorado da empresa e níveis reduzidos de dívida.
A agência de classificação observou que a CME apresentou resultados sólidos em 2024, impulsionados pelo forte crescimento nas operações de publicidade televisiva, juntamente com maiores taxas de distribuição e receita de streaming. Esse desempenho traduziu-se em melhores fluxos de caixa operacionais livres (FOCF) e reduziu a relação dívida ajustada pela S&P Global Ratings para EBITDA para 3,3x.
A S&P espera que a CME alcance um crescimento de 10%-15% na receita de assinaturas de serviços de streaming, mantendo um desempenho sólido de seu negócio de TV linear em 2025-2026. Esses fatores devem impulsionar a receita e os lucros gerais da empresa.
A emissora reduziu sua meta de alavancagem líquida de longo prazo para 2,75x de 3,25x, assumindo que não haverá aquisições, o que corresponde a uma relação dívida ajustada pela S&P Global Ratings para EBITDA de aproximadamente 3,25x. A CME demonstrou um histórico positivo de redução de dívida, tendo reembolsado €55 milhões em 2024 e €60 milhões em 2023.
A S&P prevê que a CME continuará a pagar proativamente sua dívida, com a alavancagem ajustada esperada para diminuir para cerca de 3,0x em 2025, de 3,3x em 2024, com reduções adicionais projetadas para 2026. A relação FOCF para dívida da empresa deve melhorar para 15% em 2026, de 13% em 2024.
A empresa opera em seis mercados da Europa Central, sendo suas maiores fontes de receita a República Tcheca e a Romênia, que representam aproximadamente 61% da receita total. A publicidade televisiva contribuiu com 70% da receita da CME em 2024.
A CME planeja expandir suas ofertas de TV digital em 2025-2026 para se adaptar às mudanças nas preferências de consumo de conteúdo. A empresa se concentrará em ampliar seu serviço de streaming VOYO em cinco mercados (Bulgária, Romênia, Eslováquia, Eslovênia e Croácia) e lançou recentemente a plataforma OTT Oneplay na República Tcheca, que substituirá o VOYO nesse mercado.
A S&P espera que os negócios de TV linear da CME tenham um bom desempenho em 2025-2026, apesar da tendência do setor de queda na audiência. A agência de classificação observa que os mercados da Europa Central mostram mais resiliência no consumo de TV linear em comparação com a Europa Ocidental ou os EUA, devido a fatores que incluem uma maior participação da TV na publicidade total, menos disrupção por plataformas digitais e menor penetração de smart TVs e SVODs.
A perspectiva estável reflete a visão da S&P de que, nos próximos 12 meses, a CME alcançará um crescimento significativo em sua receita de assinaturas, mantendo um desempenho robusto em suas operações de TV linear. Apesar dos investimentos contínuos em serviços de streaming, espera-se que a empresa mantenha margens de EBITDA de aproximadamente 25%, alavancagem ajustada abaixo de 3,5x e FOCF para dívida acima de 10%.
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