Não tenho pressa em adotar reciprocidade contra os EUA por tarifa, diz Lula
Investing.com — O Deutsche Bank compartilhou insights de uma recente visita a Pequim e Xangai, revelando os desafios que os exportadores chineses enfrentam devido às crescentes tensões comerciais entre EUA e China.
Com tarifas agora chegando a 145%, a capacidade dos exportadores de absorver esses custos está se tornando cada vez mais inviável. Essa mudança levou à interrupção no atendimento de novos pedidos, com as empresas dependendo de estoques previamente posicionados em armazéns americanos.
O relatório destacou que o recente aumento tarifário do "Dia da Libertação" para 145%, em comparação com os anteriores 34%, está causando uma pressão significativa. Os exportadores que inicialmente buscavam maneiras de administrar os custos agora consideram impossível fazê-lo sem que os compradores americanos assumam a maior parte do ônus tarifário. A consequente diminuição nas exportações pode contribuir para uma pressão adicional de queda nos preços ao produtor da China, que já estão em declínio.
Apesar desses desafios, o Deutsche Bank observou que muitos exportadores chineses já diversificaram seus mercados após disputas tarifárias anteriores. Aqueles que avançaram na diversificação para além do mercado americano estão agora em melhor posição e contemplam abandonar completamente o mercado dos EUA para concentrar-se em outras regiões.
Em contrapartida, os envios gerais da China para países que não os EUA permaneceram estáveis. No entanto, empresas fortemente dependentes do mercado americano estão reduzindo ou suspendendo suas operações nos EUA, na expectativa de possíveis reduções tarifárias no futuro.
O impacto da guerra comercial não é unilateral, já que montadoras americanas e europeias também estão enfrentando interrupções. Esses fabricantes, particularmente aqueles que vendem carros de luxo fabricados nos EUA na China, estão sentindo os efeitos das tarifas retaliatórias chinesas. Essa situação ressalta as implicações mais amplas da guerra comercial no comércio global e na indústria.
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