Lucrou com o recorde do Ibovespa? Desempenho dessas estratégias foi melhor
Um relatório do Bank of America (BofA) destacou uma mudança no sentimento dos investidores sul-africanos, com menos gestores de fundos otimistas em relação às ações e uma diminuição daqueles que acreditam que as ações estão subvalorizadas. O índice All-Share está projetado em 93.000, abaixo da estimativa anterior de 99.000. O relatório também previu retornos totais para ações de 16%, para títulos governamentais R2035 de 12%, e para dinheiro em caixa de 8% nos próximos 12 meses.
De acordo com o BofA, um saldo líquido de 56% dos gestores são agora otimistas em relação às ações, uma queda de 72%, enquanto um saldo líquido menor de 33% são pessimistas em relação ao dinheiro em caixa, o que sustenta a expectativa de retornos de dois dígitos em ações. Além disso, apenas 28% dos gestores consideram as ações subvalorizadas, uma queda significativa dos 79% antes das eleições, com 39% mantendo essa visão para os títulos. No entanto, um saldo líquido de 56% ainda vê mais oportunidades de compra do que de venda.
O relatório também indicou uma mudança na preferência entre os gestores de fundos, com um favoritismo menos extremo por ações domésticas e um interesse crescente no setor de vestuário. O rendimento previsto para 10 anos aumentou 39 pontos base, e o consenso é de dois cortes na taxa repo nos próximos 12 meses. Um saldo líquido de 83% dos gestores espera que a economia se fortaleça ligeiramente, e um saldo líquido de 39% antecipa um ligeiro aumento na inflação.
Em termos de previsões de câmbio e rendimento de títulos, o BofA espera que a taxa de câmbio USD/ZAR esteja em 17,77, com rendimentos repo e R2035 em 7,18% e 10,22%, respectivamente. Os gestores venderiam títulos governamentais R2035 a um rendimento de 9,53%. Há uma expectativa unânime entre os gestores de que o próximo movimento do South African Reserve Bank (SARB) será cortar as taxas, com 83% prevendo um corte no primeiro trimestre e o restante no segundo trimestre.
O relatório também forneceu insights sobre o posicionamento atual dos gestores de fundos, revelando um alto posicionamento histórico relativo em ações, títulos, varejistas e produtores de alimentos, ouro e software, com baixo posicionamento em offshore, dinheiro em caixa, telecomunicações, químicos e saúde. Há um aumento no posicionamento em recursos e uma diminuição em financeiros.
Olhando para o futuro, o percentual líquido de gestores com sobrepeso em ações subiu para 67%, enquanto aqueles com sobrepeso em títulos diminuíram para 17%, e aqueles com subpeso em dinheiro em caixa aumentaram para 22%. Para os próximos 12 meses, os setores preferidos são varejistas de vestuário, bancos e software, com os menos preferidos sendo telecomunicações, químicos e seguros de vida.
O setor de ouro viu os ganhos mais significativos, enquanto bancos e seguros de vida perderam terreno. Industriais gerais e transporte ganharam preferência sobre o varejo alimentar, com bancos e varejistas de vestuário atingindo altas de posição.
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