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2 estratégias de investimento para proteger e rentabilizar o capital em 2023

Publicado 13.01.2023, 12:07
Atualizado 02.09.2020, 03:05
  • A economia dos EUA deve sofrer uma desaceleração maior em 2023.
  • Com a inflação ainda elevada e o Fed subindo juros para combatê-la, os investidores precisam ser prudentes com suas escolhas no mercado.
  • Apresentamos abaixo duas opções de investimento nas quais vale a pena ficar de olho.

Após um ano bastante desafiador em 2022, os primeiros sinais de 2023 apontam para uma jornada igualmente difícil para os investidores. Mas ainda há esperanças; mesmo diante da inflação elevada, dos juros altos e da desaceleração do crescimento, é possível encontrar opções interessantes de investimento, que podem ajudar a proteger e rentabilizar seu capital.

Apresentamos duas ideias para você manter no radar, a fim de reduzir a exposição ao risco e atingir uma rentabilidade acima da média:

1. Ouro

O ouro é um ativo interessante em determinadas circunstâncias. Se a inflação estiver mais alta do que o normal e houver medo em relação à atividade econômica em geral, o ouro pode ser favorecido, especialmente se o dólar tiver uma queda.

Ouro diário

Isso significa que, em três circunstâncias específicas, o ouro tende a performar bem como porto seguro:

  1. Se os investidores acreditarem que a economia pode entrar em recessão e a incerteza aumentar, o que o mercado não gosta. Os investidores tendem a preterir as ações em relação a ativos de proteção.
  2. Se a inflação estiver acima do normal, os investidores compram o ouro para proteger seu capital e minimizar a consequente perda de poder aquisitivo, devido ao aumento do custo de vida.
  3. Quando o dólar está fraco, o ouro se beneficia. Isso se deve principalmente a uma relação inversa entre os dois ativos. Se a moeda americana se fortalece, o preço do ouro sofre, e vice-versa.

Pode ser que ocorra, em 2023, uma combinação de todos os fatores elencados acima. E temos muitas razões para acreditar que o ouro pode se dar bem neste ano.

    • Os investidores temem que a economia geral possa entrar em recessão neste ano. Todos os olhos estão voltados aos Estados Unidos, que oficialmente entraram em recessão técnica em 2022. Mas, de acordo com a definição oficial, a economia do país ainda não entrou em recessão. Uma pesquisa do Bank of America (NYSE:BAC) com gestores de fundos indicou que os investidores não estão muito a fim de tomar risco nos mercados. Além disso, esse indicador está em níveis abaixo daqueles vistos em 2008 e em 2020, durante a pandemia.
    • A inflação continua bem acima da meta dos principais bancos centrais do mundo. O comitê de política monetária do Federal Reserve Bank dos EUA irá se reunir nos dias 31 janeiro a 1 de fevereiro, e a expectativa é que continue elevando os juros em 50 ou 25 pontos-base. Cabe ressaltar que 17 dos 19 dirigentes da Fed esperam que os juros superem 5% em 2023, e nenhum deles espera que as taxas sejam reduzidas este ano, embora os mercados acreditem que, no final de 2023 e ao longo de 2024, isso possa ocorrer.
    • A moeda americana teve um excelente desempenho em 2022, valorizando-se contra as principais divisas. Mas, neste ano, o ritmo de elevação de juros pelo Fed será menor, fazendo o dólar perder força e abrindo espaço para que o euro alcance a faixa de 1,10-1,12 contra a moeda americana.
    • A China é a maior compradora mundial de ouro. A reabertura da sua economia, após rígidos bloqueios sanitários, contribuirá para sua retomada econômica. E isso favorece o ouro, na medida em que o país tende a adquirir mais do metal quando sua economia vai bem, o que aumenta drasticamente a demanda e os preços no mercado.
    • Vários bancos centrais estão comprando ouro.
  • Seu objetivo é basicamente diversificar suas reservas e não depender tanto do dólar.
  •  Especificamente, os bancos centrais da China, Rússia e Turquia estão adquirindo o metal precioso a um ritmo que não era visto em 55 anos. No caso da China, o país começou a comprá-lo depois de três anos sem fazê-lo desde dezembro de 2019, aumentando suas reservas em 30 toneladas em dezembro, que se seguiram a 32 toneladas em novembro, elevando as reservas nacionais para um total de 2.010 toneladas.

2. “Cães do Dow”

Essa é uma estratégia bem simples. Basta pegar as 10 empresas listadas no Dow Jones Industrial que oferece os maiores retornos com dividendos no fechamento do último pregão do ano.

Em seguida, você compra as ações dessas 10 empresas, alocando igualmente os recursos entre elas e as mantendo na carteira por todo o ano.

Ações classificadas de acordo com seu retorno com dividendos

Será que essa estratégia funciona? Sim! Se você tivesse seguido essa estratégia em 2022, o resultado teria sido o seguinte:

Em 2022, seu retorno teria sido de 2,2%, o que não é ruim considerando que o Dow Jones recuou 8,78%, assim como o S&P 500, que caiu 19,44%, e o Nasdaq 100, que se desvalorizou 32,91%, sem falar na Europa, cujos índices encerraram o ano no vermelho, variando de 5,56% a 13,31% negativos.

Em 2021, seus retornos teriam sido de 16,30%. De 1957 a 2003, o retorno anual médio dessa estratégia foi de 14%, superando os resultados do Dow Jones, que foram de 11%.

Para 2023, o as 10 ações do Dow Jones seriam:

  1. Chevron (NYSE:CVX)
  2. Amgen (NASDAQ:AMGN)
  3. IBM (NYSE:IBM)
  4. Cisco (NASDAQ:CSCO)
  5. JPMorgan Chase & Co (NYSE:JPM)
  6. Dow (NYSE:DOW)
  7. Verizon (NYSE:VZ)
  8. Walgreens Boots Alliance (NASDAQ:WBA)
  9. 3M Company (NYSE:MMM)
  10. Intel (NASDAQ:INTC)

Aviso: O autor atualmente não possui nenhum dos ativos mencionados neste artigo.

Últimos comentários

ou ele tem e só tá blefando
Se o autor não tem nenhuma dessas ações é pq ele mesmo não acredita nesse método rs
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