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5 Balanços Para Observar Esta Semana: MCD, AMD, BA, BABA, AAPL

Publicado 29.01.2018, 06:04
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Na semana passada, Netflix, Abbvie e Intel surpreenderam positivamente

Nesta semana o foco está nos resultados de Tecnologia

MCD, AMD, BA, BABA, AAPL, AMZN, FB, GOOG e MSFT divulgarão seus balanços esta semana

Será uma semana bem movimentada, com a temporada final resultados de 2017 engatando a última marcha. A semana passada teve alguns resultados espetaculares que ajudaram a impulsionar ainda mais algumas ações, incluindo a Netflix (NASDAQ:NFLX), que subiu 25% ao superar fortemente a previsão de mercado. A empresa biofarmacêutica AbbVie (NYSE:ABBV) saltou 13% na sexta-feira, depois de aumentar seu guidance do LPA de 2018 em quase um dólar, de US$ 6,37 para US$ 7,33. A Intel (NASDAQ:INTC) também estava entre os maiores ganhadores da semana passada, depois que suas ações subiram 10,5% ao superar a previsão de lucros na sexta-feira, divulgando US$ 1,08 contra os US$ 0,86 esperados.

Esta semana será, talvez, a mais movimentada desta temporada, com a divulgação de gigantes tecnológicos como Apple, Facebook (NASDAQ:FB) e Amazon (NASDAQ:AMZN). Uma lista completa dos balanços de resultados desta semana pode ser encontrada no nosso calendário de resultados.

Aqui estão cinco balanços para observar durante a semana de 29 de janeiro e 1º de fevereiro:

Terça-feira:

1. McDonald's

Balanço na terça-feira, 30 de janeiro, antes da abertura

Expectativa de Receita: US$ 5,26 B, LPA: US$ 1,59

MCD, Diário, 1 ano

Ao longo dos últimos anos, o McDonald's (NYSE:MCD), a segunda maior rede de fast food do mundo, por número de lojas, tem sido examinado de perto. A qualidade da comida do Micky D's foi questionada; foram levantadas preocupações com a saúde em relação aos perigos de consumir muito fast food; a preocupação dos consumidores com o impacto ambiental da criação de gado para o abate convencional, bem como problemas com o descarte das embalagens plásticas.

Embora muitos investidores originalmente tenham adquirido ações do McDonald's por causa do pagamento de dividendos (o rendimento atual é de 2,29%), a empresa sempre encontrou uma maneira de ignorar as preocupações dos analistas em relação ao crescimento e continuar aumentando de valor. No ano passado, o McDonald's introduziu hambúrgueres feitos de carne fresca em vez de congelada, adicionaram os valores nutricionais às suas embalagens e recentemente prometeram ter 100% de suas embalagens feitas de fontes renováveis ou recicláveis. Além disso, a introdução do serviço de café da manhã durante todo o dia teve um impacto significativo em 2017.

Mas todo o foco que a empresa vem colocando em melhorar sua imagem fez com que o McDonald's perdesse terreno para os concorrentes em sua oferta de valor. O McDonald's perdeu seu lugar de rede de fast food para ir se você tiver apenas um dólar no bolso. Com o seu novo menu de um dólar, no entanto, a empresa espera recuperar esse segmento. Esperamos que tenha um grande impacto nas receitas em 2018. Uma atualização positiva no segmento de valor do McDonald's por parte dos executivos da empresa na divulgação do quarto trimestre de 2017 via teleconferência poderia indicar um ano forte para o McDonald's.

2. Advanced Micro Devices

Balanço na terça-Feira, 30 de janeiro, depois do fechamento

Expectativa de Receita: US$ 1,4B; LPA: US$ 0,05

AMD, Diário, 1 ano

A Advanced Micro Devices (NASDAQ:AMD) fabrica semicondutores e desenvolve processadores de computador e tecnologias relacionadas. A notícia recente mais significativa para a AMD teve mais a ver com a Intel (NASDAQ:INTC) do que com a AMD. Em 2 de janeiro, as primeiras notícias de uma falha de segurança nos processadores da Intel chegaram às manchetes. Essa questão é vista como muito séria; poderia ser explorada para acessar senhas e chaves de segurança.

As ações da Intel caíram forte - cerca de 10% com as notícias. A AMD, bem como a NVIDIA (NASDAQ:NVDA) subiram mais com as notícias, chegando a 7-10% cada uma. Claro, é muito cedo para saber exatamente qual será o impacto a longo prazo dessa falha. Os clientes se tornarão mais céticos com o processador da Intel, preferindo a AMD? Os chips da AMD foram afetados pela mesma falha, mas em um grau muito menor.

Com o seu canal forte, além dos processadores defeituosos, incluindo os CPUs para desktops e móveis da Ryzen da AMD, bem como as CPUs de data centers da Epyc, o desenvolvimento de chips não deve ser um problema para a empresa. Ainda assim, o desafio da AMD nunca foi sua incapacidade de prometer e empolgar com novos produtos. Esse é um dos pontos fortes da empresa.

Em vez disso, a AMD tropeça mais frequentemente ao tentar transformar o hype em produtos reais em volume apropriado, e assim gerar lucros. Esse continuará a ser o desafio da AMD em 2018.

Quarta-feira:

3. Boeing

Balanço na quarta-feira, 31 de janeiro, antes da abertura

Expectativa de Receita: US$ 24,74 B; LPA: US$ 2,91

BA, Diário, 1 ano

A Boeing (NYSE:BA) projeta, fabrica e vende aviões, helicópteros, foguetes e satélites em todo o mundo. Na nossa avaliação das ações com melhores desempenho em 2017 sintetizamos porque a Boeing teve o melhor desempenho entre as ações dos EUA de 2017; as razões incluíram os cortes de impostos do governo dos EUA, as expectativas dos investidores de mais gastos em defesa e maior eficiência de todo o negócio. Em 2017, o concorrente Airbus (OTC:EADSF) vendeu mais aeronaves do que a Boeing, 1.109 contra os 912 da Boeing. No entanto, quando calculado em termos de receita em dólar, a Boeing realmente ficou no topo, com valores na ordem total de US$ 67 bilhões, para US$ 62 bilhões da Airbus.

Hoje, porém, a Boeing enfrenta problemas que não estão relacionados aos negócios, mas sim têm muito a ver com o nível muito alto de sua valorização. Sua razão P/L de 31 é extremamente elevada para uma ação industrial, que é essencialmente o que é a Boeing. Já vimos a ação chegar a US$ 352,00 antes de cair para US$ 343,00, onde fechou na sexta-feira. A chave para o desempenho da Boeing em 2018 estará relacionada à orientação da administração. Esses números terão de ser realmente impressionantes para justificar a avaliação atual.

Quinta-feira:

4. Alibaba

Balanço na quinta-feira, 1º de fevereiro, antes da abertura

Expectativa de Receita: US$ 12 B, LPA: US$ 1,65

BABA, Diário, 1 ano

Depois dos primeiros 10 meses explosivos de 2017, quando o preço por ação da Alibaba (NYSE:BABA) disparou de US$ 89,00 para US$ 190,00, nos últimos três meses as ações da empresa foram negociadas de lado, caindo até US$ 164,00 antes de recuperar terreno e rompendo mais uma vez para US$ 205,00 no final de sexta-feira, em antecipação ao relatório trimestral desta semana.

O negócio da Alibaba, gigante chinês do comércio eletrônico, está indo bem. O preço das ações é impulsionado por fundamentos mais elevados, incluindo o crescimento da receita em 50% e o crescimento do lucro em 77% de 12 meses em comparação com os resultados do ano anterior. A Ásia é o lar dos três índices de melhor desempenho do mundo no ano passado, o HNX 30 do Vietnã, o FTSE China A50 da China e o Hang Seng de Honk Kong , que ganharam respectivamente 68%, 43% e 43% em 2017. À medida que as economias asiáticas continuam a crescer, o Alibaba também crescerá.

A ameaça iminente é a potencial nova política comercial da administração Trump, que poderia prejudicar significativamente os negócios entre a China e os EUA. O Taobao, uma plataforma de mercado Alibaba semelhante ao eBay (NASDAQ:EBAY) ou Amazon, entrou recentemente na lista negra, pela segunda vez, pelo US Trade Representative, por vender produtos falsificados. Isso prejudica a reputação de Alibaba e afeta, potencialmente, as vendas fora da Ásia. No entanto, a Alibaba continua a ser o player mais forte de comércio eletrônico da Ásia, e como alguns caracterizaram a empresa, é uma entrada para comerciantes globais no comércio chinês. Isso, sozinho, pode justificar sua valorização.

5. Apple

Balanço na quinta-feira, 1º de fevereiro, depois do fechamento

Expectativa de Receita: US$ 85,80 B, LPA: US$ 3,77

AAPL, Diário, 1 ano

O relatório trimestral da Apple (NASDAQ:AAPL) é interessante por dois motivos: como a maior fabricante mundial de smartphones, os números de vendas do iPhone X, lançado em setembro, e o novo imposto de repatriamento, que incentiva a Apple a trazer seu dinheiro no exterior para os EUA são métricas importantes para avaliar o recente progresso e avança da empresa.

Para começar, há preocupações sobre a demanda do iPhone X. Com sua faixa de preço muito alta, bem como duas novas e menores iterações do iPhone no mercado – o 8 e o 8 Plus, os investidores estão preocupados com a decepção nas vendas. Há indícios de que esse poderia ser o caso, incluindo os fornecedores de Apple que esperam remessas menores do iPhone X. A Taiwan Semiconductor (NYSE:TSM), um fornecedor importante, disse que esperava uma queda na demanda do processador do iPhone.

O outro item importante no menu é a enorme pilha de dinheiro que a Apple está preparada para "trazer de volta" para os EUA. O dinheiro já está nos EUA, e a maioria em dólares, mas é de propriedade da subsidiária irlandesa da Apple. A própria Apple estimou que terá que pagar cerca de US$ 38 bilhões em impostos. Felizmente, a empresa possui cerca de US$ 36,5 bilhões em passivos por impostos diferidos, o que sugere que podem cobrir a maior parte dessa cobrança de impostos sem efeito sobre os lucros.

É improvável que o mercado reaja a uma queda nos lucros devido a essa cobrança única. Se o fizer, vemos uma possível oportunidade de compra. Além disso, não é incomum que a Apple experimente quedas cíclicas de 7-9%, apenas para que a ação retome sua trajetória ascendente depois. Quanto a 2018, esperamos grandes notícias, como aquisições, ramificações em novas indústrias, ou desenvolvimentos radicais recentes de P&D provenientes da Apple e seus US$ 250 bilhões em dinheiro.

Outros resultados notáveis desta semana incluem:

  • Pfizer (NYSE:PFE), terça-feira, 30 de janeiro, antes da abertura. Expectativa de Receita: US$ 13,67 B, LPA: US$ 0,56.
  • Facebook (NASDAQ:FB), uarta-feira, 31 de janeiro, depois do fechamento. Expectativa de Receita: US$ 12,56 B, LPA: US$ 1,94. Publicamos recentemente um preço-alvo de US$ 225,00 para o Facebook.
  • Microsoft (NASDAQ:MSFT), quarta-feira, 31 de janeiro, depois do fechamento. Expectativa de Receita: US$ 28,35 B, LPA: US$ 0,86.
  • Amazon, Quinta-Feira, 1º de fevereiro, depois do fechamento. Expectativa de Receita: US$ 59,98 B, LPA: US$ 1,85.
  • Alphabet (NASDAQ:GOOGL), quinta-Feira, 1º de fevereiro, depois do fechamento. Expectativa de Receita: US$ 25,67 B, LPA: US$ 10,12.

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