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Mercados mundiais caem após inflação nos EUA apontarem para um FED mais agressivo

Por Haramoto Resumo do Mercado11.02.2022 08:15
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Mercados mundiais caem após inflação nos EUA apontarem para um FED mais agressivo
Por Haramoto   |  11.02.2022 08:15
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ÁSIA: As principais bolsas asiáticas fecharam em baixa nesta sexta-feira, com os investidores reagindo à divulgação do relatório de inflação nos EUA mais alto do que o esperado.

Os rendimentos dos Títulos do Tesouro saltaram à medida que os "traders" apostavam que o FED pode ter que frear a economia com um aumento maior do que o esperado nas taxas de juros no próximo mês. O rendimento do Tesouro de 10 anos superou a marca de 2% pela primeira vez desde agosto de 2019, segundo a Tradeweb.

Na China continental, as bolsas fecharam em baixa, com o composto de Xangai caindo 0,66%, para 3.462,95 pontos, enquanto o Shenzhen Component caiu 1,55%, para 13.224,38 pontos.

O índice Hang Seng de Hong Kong caiu 0,07%, em 24.906,66 pontos.

A Kospi da Coreia do Sul caiu 0,87%, para 2.747,71 pontos.

O S&P/ASX 200 na Austrália fechou em queda de 0,98%, a 7.217,30 pontos. Todos os setores caíram na sexta-feira, especialmente as ações de tecnologia, seguindo seus homólogos americanos, atingidas pelo aumento dos rendimentos dos títulos.

Apesar da queda de sexta-feira, o benchmark australiano fechou a sua segunda semana consecutiva de ganhos. O melhor desempenho do mercado na semana foi o setor financeiro, altamente ponderado, que ajudou a segurar a alta semanal para o ASX. O outro grande destaque da semana foram os produtores de minério de ferro. Um aumento de 5% no preço do minério de ferro na quinta-feira fez com que o setor de materiais terminasse em território positivo na sexta-feira, com Rio Tinto (LON:RIO) subindo 2,3%, Fortescue avançando 2,9% e a BHP ganhando 1,2%.

O índice MSCI para Ásia-Pacífico exceto Japão caiu 0,97%.

Os mercados no Japão ficaram fechados por conta de feriado.

EUROPA: Os mercados europeus recuam nesta sexta-feira depois que a inflação nos Estados Unidos, mais quente do que o esperado e comentários agressivos de uma autoridade do Federal Reserve consolidaram as expectativas de aumentos mais agressivos das taxas de juros.

O pan-europeu Stoxx 600 cai 1,07% no meio da manhã, com as ações de viagens e lazer liderar as perdas.

O alemão DAX 30 cai 0,65%, o francês CAC 40 recua 1,17%, o FTSE MIB da Itália perde 1,48%.

Na Península Ibérica, o IBEX 35 da Espanha recua 1,17% e o português PSI 20 tomba 1,41%.

Em Londres, o FTSE 100 cai 0,76%. Entre as mineradoras listadas na LSE, Anglo American (LON:AAL) cai 0,6%, BHP recua 2,2%, Glencore (LON:GLEN) perde 0,8% e Rio Tinto opera em baixa de 0,1%. A gigante petrolífera BP opera em baixa de 0,3%.

Entre os dados econômicos regionais divulgados, a economia britânica cresceu 7,5% em 2021, segundo números oficiais, recuperando-se de sua histórica queda de 9,4% em 2020, quando as restrições da pandemia sufocaram a atividade.

A inflação alemã atingiu uma taxa anual de 4,9% em janeiro, pelos padrões nacionais, em linha com previsão de economistas, embora em um ritmo mais lento do que em dezembro, quando registrou a leitura mais alta desde o verão de 1992.

O banco central da Rússia elevou a sua taxa básica de juros dos atuais 8,5% para 9,5%, em resposta a uma retomada mais forte do que o esperado da inflação, à medida que a economia se recupera dos efeitos da pandemia Covid-19. O Banco Central disse que novos aumentos nas taxas podem ser necessários para reduzir a inflação para a meta de 4%. A taxa de inflação da Rússia foi de 8,7% em janeiro.

EUA: Os futuros dos índices de ações caem nas negociações matinais de sexta-feira, após forte liquidação em Wall Street, estimulada pela leitura de inflação mais alta em quatro décadas.

O tombo de quinta-feira nos ativos de risco ocorreu quando os rendimentos do Tesouro dispararam em reação aos dados que mostraram que os preços ao consumidor subiram mais de 7% no mês passado, o maior ganho desde fevereiro de 1982. O rendimento dos títulos do Tesouro dos EUA de 10 anos, que ultrapassou 2% pela primeira vez desde 2019 na quinta-feira nos Estados Unidos, após iniciar o ano em 1,51%, ficou em 2,0206% e o rendimento do Tesouro de 2 anos subiu 21 pontos-base, a maior alta em um único dia desde 5 de junho de 2009.

A leitura de inflação mais quente do que o esperado levou o presidente do FED de St. Louis, James Bullard, a dizer que apoia o aumento de 1% na taxa de juros até o início de julho em resposta à inflação mais alta em quatro décadas. Em entrevista à Bloomberg, ele disse: "Eu gostaria de ver 100 pontos-base até 1º de julho". Com apenas mais três reuniões do Fed de março até 1º de julho, os comentários dele apontam para ao menos um aumento de 0,5 ponto percentual na taxa de juros. A estratégia sugerida por ele seria: distribuir o aumento para as três reuniões até 1º de julho (março, abril e maio), diminuir o balanço patrimonial do FED a partir do segundo trimestre e depois reavaliar sobre as taxas do segundo semestre com base em dados atualizados.

Contratos negociados no CME Group agora precificam 100% de uma alta de 0,5 ponto percentual na taxa de juros na reunião de março, ante chances de cerca de 25% de tal alta na quarta-feira. Antes de quinta-feira, o mercado esperava que o FED movimentasse os juros em incrementos regulares de 0,25 ponto percentual. A partir de agora, o mercado está prevendo também um cronograma mais agressivo para o resto deste ano, com até sete aumentos.

Na quinta-feira, o Dow caiu 1,47%, em 35.241,59 pontos, o seu pior desempenho diário desde 18 de janeiro e interrompendo uma sequência de três dias de alta. O S&P 500 caiu 1,81%, em 4.504,06 pontos e o Nasdaq Composite tombou 2,10%, em 14.185,64 pontos.

Apesar da baixa de ontem, os principais índices estão a caminho de registrar sua terceira semana positiva consecutiva, porém com ganhos mais modestos. O Dow subiu 0,4% nesta semana, enquanto o Nasdaq ganhou 0,6%. O S&P 500 subiu apenas 0,1% após o declínio de quinta-feira.

Na agenda econômica, está prevista às 12h00 a divulgação preliminar dos dados de confiança do consumidor na economia americana da Universidade de Michigan e a leitura pode ser a baixa em uma década por conta da elevada inflação.

CRIPTOMOEDAS: O forte mercado de trabalho dos EUA e a alta inflação sugere que o Federal Reserve comece a remover a ajuda maciça que derramou nos mercados financeiros ao longo da pandemia. O aumento das taxas de juros pode ajudar a controlar a inflação, mas também colocará pressão em todos os tipos de investimentos de risco, de ações a criptomoedas. O Bank of America (NYSE:BAC) reforçou em um relatório divulgado nesta semana, que o Bitcoin vem sendo negociado como ativo de risco recentemente e não de proteção contra inflação.

Neste sentido, o Bitcoin perdeu o suporte dos US $ 44 mil nesta sexta-feira, após divulgação dos dados de inflação dos EUA e comentários de Bullard na quinta-feira.

Bitcoin: -2,67%, em US $ 43.439,20
Ethereum: -4,36%, em US $ 3.104,77
Cardano: -3,51%
Solana: -6,52%
Dogecoin: -3,94%
Shiba Inu: -6,17%
XRP: -7,92%
Litecoin: -5,33%

ÍNDICES FUTUROS - 7h55:
Dow: -0,36%
SP500: -0,45%
NASDAQ100: -0,59%

COMMODITIES:
MinFe Dailan: +0,31%
Brent: +0,55%
WTI: +0,67%
Soja: +0,57%
Ouro: -0,56%

OBSERVAÇÃO: Este material é um trabalho voluntário, independente, resultado da compilação de dados divulgados em diversos sites da internet que são aqui resumidos de maneira didática para facilitar e agilizar a compreensão do leitor. O texto da sessão asiática está no tempo passado, enquanto a europeia e a americana estão no presente devido ao horário em que este relatório é redigido. Atentem-se para o horário de disponibilização dos dados. O texto não é indicação de compra, manutenção ou venda de ativos.
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