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Investing.com — Analistas da Baird revisaram o preço-alvo para as ações da Nike (NYSE:NKE), reduzindo-o de US$ 105,00 para US$ 99,00, enquanto mantêm a classificação Outperform. Atualmente negociadas a US$ 71,86, próximo à mínima de 52 semanas de US$ 68,62, as ações da Nike sofreram uma queda de 27% no último ano. O ajuste ocorre após o relatório de lucros do terceiro trimestre fiscal da Nike, que superou as expectativas principalmente devido à redução de custos operacionais. De acordo com a análise da InvestingPro, a avaliação atual da Nike está próxima do seu Valor Justo, com 12 ProTips adicionais disponíveis para assinantes. No entanto, a empresa experimentou vendas mais fracas em janeiro e fevereiro, com quedas de dois dígitos e menos atividade de descontos, particularmente na Grande China.
Os analistas observaram que, apesar do fraco desempenho de vendas, as perspectivas da Nike para o segundo semestre do ano fiscal de 2025 permanecem praticamente inalteradas, sugerindo um possível quarto trimestre fiscal mais baixo. A Nike também indicou desafios financeiros no primeiro semestre de 2026 devido a esforços estratégicos para mudar para um modelo de mercado premium.
À luz desses desenvolvimentos, os analistas da Baird adotaram uma abordagem mais conservadora em suas previsões para o primeiro e segundo trimestres do ano fiscal de 2026. No entanto, acreditam que o quarto trimestre de 2025 pode representar o ponto mais baixo do desempenho recente da empresa.
O relatório destacou as iniciativas contínuas de produto e marketing da Nike, que são vistas como sinais encorajadores para a recuperação mais ampla da empresa. Espera-se que esses esforços fortaleçam a posição da Nike no mercado nos próximos 6 a 12 meses ou mais, apoiando a perspectiva positiva dos analistas. Apesar dos obstáculos de curto prazo, os analistas da empresa estão otimistas quanto ao potencial de recuperação da Nike e à capacidade da empresa de navegar pelos desafios atuais do mercado.
Em outras notícias recentes, a Nike relatou seus lucros do terceiro trimestre de 2025, superando as expectativas com um lucro por ação (EPS) de US$ 0,54, em comparação com a previsão de US$ 0,30. A receita da empresa para o trimestre atingiu US$ 11,3 bilhões, superando os US$ 11,02 bilhões previstos, mas refletindo um declínio de 9% em relação ao ano anterior. Apesar da superação dos lucros, a Nike enfrenta desafios com receitas em declínio em mercados-chave, particularmente na China, e uma queda significativa nas margens brutas. Analistas da Needham reduziram o preço-alvo das ações da Nike para US$ 75, mantendo a classificação de Compra, enquanto a Stifel também manteve seu preço-alvo de US$ 75 com classificação de Manutenção, reconhecendo os esforços estratégicos da empresa em meio aos desafios. Analistas do Citi mantiveram uma postura Neutra sobre as ações da Nike com um preço-alvo de US$ 72, observando margens brutas mais fracas do que o esperado, apesar de vendas mais fortes. O Morgan Stanley reduziu o preço-alvo das ações da Nike para US$ 70, destacando os desafios fundamentais contínuos e uma avaliação alta em comparação com as médias históricas. Olhando para o futuro, a administração da Nike projetou um declínio de receita de dois dígitos para o quarto trimestre, com margens brutas esperadas para cair de 400 a 500 pontos base, enquanto a empresa continua a navegar por seus desafios de negócios.
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