Ações americanas estão sobrevalorizadas em comparação com pares internacionais?
Investing.com - A Guggenheim elevou seu preço-alvo para as ações da Starbucks (NASDAQ:SBUX) para US$ 90,00, ante US$ 79,00, na quinta-feira, mantendo a classificação Neutra para a rede de cafeterias. Com a ação atualmente negociada a US$ 92,76 e uma capitalização de mercado de US$ 105,4 bilhões, a análise do InvestingPro sugere que a ação está ligeiramente sobrevalorizada nos níveis atuais.
O aumento do preço-alvo ocorre apesar da Starbucks ter reportado um lucro por ação de US$ 0,50 no terceiro trimestre fiscal, abaixo da estimativa da Guggenheim de US$ 0,58. O trimestre incluiu uma queda de 2% nas vendas comparáveis nos EUA, o que estava geralmente em linha com as expectativas da empresa. A companhia mantém fundamentos sólidos com receita anual de US$ 36,3 bilhões, embora os dados do InvestingPro indiquem que o lucro líquido deve diminuir este ano.
A Guggenheim reduziu sua previsão de LPA para o ano fiscal de 2026 da Starbucks para US$ 2,45, ante US$ 2,65, observando que a administração indicou que algumas vendas de tíquetes diminuirão no quarto trimestre, apesar das comparações anuais mais favoráveis.
A empresa ajustou seu múltiplo de preço-alvo para o ano fiscal de 2027 para 32x descontado em 5%, em comparação com os anteriores 28x descontados em 10%, resultando no novo preço-alvo de US$ 90.
A Guggenheim manteve sua classificação Neutra, afirmando que, embora a estratégia do novo CEO Brian Niccol de reinvestimento e eficiências operacionais "geralmente faça sentido", os investidores deveriam ser "compensados mais substancialmente pelo risco de recuperação dos lucros" para justificar uma classificação de Compra.
Em outras notícias recentes, a Starbucks tem chamado a atenção de várias empresas de análise após seus resultados do terceiro trimestre fiscal. A RBC Capital elevou seu preço-alvo para a Starbucks para US$ 110, mantendo a classificação Superar, citando melhorias no tráfego norte-americano e no desempenho operacional geral. A Piper Sandler também aumentou seu preço-alvo para US$ 105, após a teleconferência de resultados da empresa, mantendo a classificação acima da média. Apesar da Starbucks ter reportado um lucro por ação de US$ 0,50, que ficou abaixo das estimativas de consenso em US$ 0,15, a BMO Capital elevou seu preço-alvo para US$ 115, atribuindo parte da perda de lucros a investimentos pontuais e itens fiscais. A Bernstein reiterou sua classificação Superar com um preço-alvo de US$ 100, destacando a inovação de menu da Starbucks e o progresso operacional. A UBS elevou seu preço-alvo para US$ 100, mantendo a classificação Neutra, observando desafios nas vendas e tendências de tráfego nas mesmas lojas dos EUA que impactaram as margens e os lucros. Esses desenvolvimentos refletem perspectivas variadas dos analistas sobre o desempenho financeiro recente da Starbucks e seu potencial futuro.
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