Brasil aprova primeiro ETF à vista de XRP enquanto preço do ativo dispara

Publicado 20.02.2025, 07:12
© Reuters

A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) do Brasil aprovou o primeiro fundo de índice (ETF) à vista de XRP do país, o Hashdex Nasdaq XRP Index Fund, que será negociado na B3.

A aprovação, datada de 19 de fevereiro, coincide com uma valorização de 8% do XRP nas últimas 24 horas.

A gestora Hashdex, que já oferece uma série de ETFs cripto no Brasil - incluindo Bitcoin, Ethereum, Solana e diversos fundos temáticos como DeFi, Web3 e metaverso - ainda não anunciou a data oficial de início das negociações, mas prometeu divulgar mais informações em breve.

A aprovação do ETF de XRP no Brasil coincide com o reconhecimento pela Securities and Exchange Commission (SEC) dos Estados Unidos de vários pedidos de ETFs à vista de XRP das bolsas Nasdaq e Cboe BZX em nome da CoinShares, Canary Capital e WisdomTree.

Como resultado, os preços do XRP registraram um aumento notável, subindo 7,8% para $2,72, agora apenas 20% abaixo de sua máxima histórica.

Em desenvolvimento relacionado, o Grupo Braza, participante significativo do mercado interbancário brasileiro, está prestes a lançar uma nova stablecoin atrelada ao real brasileiro na XRP Ledger.

Denominada BBRL, a stablecoin é respaldada pelo Braza Bank, uma instituição financeira especializada em câmbio e pagamentos internacionais, embora não figure entre os dez maiores bancos do Brasil em ativos e depósitos. Apesar disso, o banco é reconhecido como o maior banco de câmbio do país.

O CEO do Grupo Braza, Marcelo Sacomori, destacou o compromisso com os padrões de segurança e conformidade com o próximo lançamento da stablecoin, programado para o primeiro trimestre de 2025, inicialmente focando em clientes institucionais antes de expandir para segmentos business-to-consumer. Sacomori prevê que o BBRL alcançará aproximadamente 30% do mercado brasileiro até o final do próximo ano.

Além disso, o Grupo Braza está ativamente envolvido no DREX, uma iniciativa blockchain do Banco Central do Brasil, que está examinando a tokenização de ativos, pagamentos transfronteiriços e o potencial para uma moeda digital do banco central (CBDC).

Gabriel Galipolo, diretor do Banco Central do Brasil, recentemente observou o aumento significativo no uso de criptoativos no país, particularmente stablecoins, que representam cerca de 90% do fluxo cripto. Ele esclareceu que o DREX não é um projeto de CBDC, mas uma infraestrutura projetada para melhorar o crédito usando ativos colateralizados.

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