Ação da B3 pouco falada sobiu +35,7% no mês; alta foi captada por ferramenta de IA
Investing.com – Questões políticas continuarão no centro das atenções dos investidores no próximo ano, embora o UBS avalie que seus efeitos sobre os mercados tendem a ser temporários.
Em relatório assinado pelo diretor de investimentos do banco, Mark Haefele, o UBS afirmou que “as manchetes políticas seguirão em destaque em 2026, mas a experiência histórica mostra que seu impacto nos mercados financeiros costuma ser de curta duração.”
O banco destacou que, embora temas como política comercial, doméstica e geopolítica tenham aumentado a volatilidade em 2025, os investidores voltaram o foco para “fundamentos econômicos sólidos, queda das taxas de juros e tendências estruturais de crescimento, como a inteligência artificial.”
A política comercial deve permanecer um dos principais pontos de atenção. Segundo o UBS, a Suprema Corte dos Estados Unidos deve decidir sobre o uso da Lei de Poderes Econômicos de Emergência Internacional pelo governo para impor tarifas, o que pode afetar “cerca de 70% da arrecadação tarifária.”
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Se as tarifas atuais forem derrubadas, o banco alerta que “novas medidas mais específicas são prováveis”, o que aumentaria a incerteza, especialmente se houver retaliação por parte dos parceiros comerciais.
Ainda assim, o UBS avalia que um Congresso dividido, cenário considerado provável após as eleições de meio de mandato, pode limitar mudanças estruturais na política comercial.
As transições de liderança também devem influenciar o humor dos mercados. “O Fed terá um novo presidente em 2026, diante do desafio de lidar com inflação elevada e endividamento crescente, mas esperamos que a política monetária continue amplamente favorável aos mercados”, afirmou o UBS.
O banco observou que as eleições de meio de mandato nos EUA podem gerar ruído de curto prazo, mas reforçou que “os mercados tendem a ignorar os ciclos eleitorais.”
Em nível global, o UBS cita riscos políticos persistentes, com foco em sinais de instabilidade na França e no Reino Unido, os conflitos ainda em curso na Ucrânia e no Oriente Médio e um calendário eleitoral intenso na América Latina.
Na Ásia, a atenção se voltará às políticas fiscais do Japão e ao novo Plano Quinquenal da China, que deve priorizar “crescimento, segurança e tecnologia.”
