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A Administração Federal de Aviação (FAA) dos Estados Unidos enfatizou a importância de a Boeing (NYSE:BA) cumprir processos de segurança adequados antes de considerar suspender o limite de produção do avião 737 MAX. O administrador da FAA, Mike Whitaker, ressaltou que a adesão da Boeing ao seu plano de recuperação de qualidade é crucial para o crescimento da produção.
Em sua primeira conversa com o novo CEO da Boeing, Kelly Ortberg, Whitaker sublinhou a necessidade de executar os planos abrangentes que foram estabelecidos. "Limitamos a produção -- essa foi minha primeira conversa com o novo CEO. Precisamos garantir que as métricas de segurança estejam exatamente onde devem estar para crescer", afirmou Whitaker durante uma conferência da indústria na terça-feira.
Essa postura segue a decisão da agência no final de fevereiro de limitar a produção do Boeing 737 MAX a 38 aviões por mês, após uma emergência em voo envolvendo um Boeing 737 MAX 9 da Alaska Airlines em 5 de janeiro. A FAA aumentou sua supervisão presencial e deu à Boeing um prazo de 90 dias para desenvolver um plano para abordar problemas sistêmicos de controle de qualidade.
A Boeing entregou este plano de qualidade em 30 de maio, e Whitaker se comprometeu a realizar reuniões trimestrais com Ortberg, sendo a primeira programada para acontecer em Seattle em setembro. Detalhes da próxima reunião, que Whitaker planeja conduzir em breve, foram mencionados na terça-feira.
O Departamento de Justiça também demonstrou interesse nas operações da Boeing, levando à implementação de protocolos de monitoramento. Em julho, a Boeing concordou em se declarar culpada de uma acusação de conspiração de fraude criminal e pagará pelo menos $243,6 milhões.
Ortberg, que assumiu o cargo de CEO em 8 de agosto, expressou em um e-mail aos funcionários no mês passado um compromisso com uma "verdadeira mudança de cultura" dentro da empresa. Isso inclui capacitar os funcionários a expressar preocupações e consolidar recursos para abordar possíveis problemas, após uma reunião com Whitaker.
A Reuters contribuiu para esta matéria.
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