Resultados trimestrais: Hyatt supera expectativas no 1º tri de 2025 e ações sobem

Publicado 01.05.2025, 12:13
Resultados trimestrais: Hyatt supera expectativas no 1º tri de 2025 e ações sobem

Investing.com — A Hyatt Hotels Corporation (NYSE:H) divulgou seus resultados do primeiro trimestre de 2025, superando as expectativas dos analistas com um LPA notável de US$ 0,46, em comparação com os US$ 0,36 previstos. Apesar de uma pequena queda na receita, as ações da empresa subiram 5,76% nas negociações pré-mercado, refletindo o otimismo dos investidores. O foco estratégico da empresa em um modelo asset-light e a força nos mercados internacionais contribuíram para seu desempenho robusto.

Principais destaques

- O LPA da Hyatt superou as previsões em 27,8%, impulsionando o sentimento positivo dos investidores.

- A receita ficou US$ 40 milhões abaixo das expectativas, atingindo US$ 1,67 bilhão.

- As ações da empresa subiram 5,76% após o anúncio dos resultados.

- A estratégia asset-light da Hyatt agora representa mais de 80% de seus ganhos.

- Os mercados internacionais, especialmente a Ásia-Pacífico, apresentaram forte desempenho.

Desempenho da empresa

O desempenho do primeiro trimestre da Hyatt em 2025 demonstrou resiliência, com um crescimento de 5,7% no RevPAR em todo o sistema e um aumento de 24% no EBITDA ajustado, considerando as vendas de ativos. O foco da empresa na expansão de seus segmentos de luxo e upscale superior a posicionou bem contra os concorrentes, particularmente nos mercados internacionais. Apesar dos desafios nos segmentos de lazer e upscale dos EUA, o alcance global da Hyatt e a expansão do programa de fidelidade fortaleceram sua posição no mercado.

Destaques financeiros

- Receita: US$ 1,67 bilhão, ligeiramente abaixo da previsão.

- Lucro por ação: US$ 0,46, significativamente acima da previsão de US$ 0,36.

- EBITDA ajustado: US$ 273 milhões, alta de 24% em relação ao ano anterior.

- Taxas brutas: US$ 37 milhões, alta de 16,9%.

Resultados vs. previsões

O LPA real da Hyatt de US$ 0,46 superou a previsão em US$ 0,10, representando uma surpresa de 27,8%. Enquanto a receita ficou em US$ 1,67 bilhão, ligeiramente abaixo dos US$ 1,71 bilhão esperados, a superação do LPA ofuscou essa diferença, destacando a eficiência na gestão de custos e iniciativas estratégicas de crescimento.

Reação do mercado

Após o anúncio dos resultados, o preço das ações da Hyatt aumentou US$ 6,49, uma alta de 5,76%, refletindo forte confiança dos investidores. Esse movimento posiciona a ação mais próxima de sua máxima de 52 semanas de US$ 168,20, indicando potencial para maior recuperação. O desempenho da ação contrasta com as tendências mais amplas do mercado, que têm sido mais contidas.

Perspectivas e orientações

Olhando para o futuro, a Hyatt mantém uma perspectiva cautelosa, mas otimista. A empresa projeta um crescimento do RevPAR para o ano completo de 2025 entre 1-3% e espera que o RevPAR dos EUA permaneça estável. As taxas brutas devem variar de US$ 1,185 bilhão a US$ 1,215 bilhão, com EBITDA ajustado projetado entre US$ 1,080 bilhão e US$ 1,135 bilhão. As iniciativas estratégicas da Hyatt, incluindo a introdução da marca Hyatt Select e a expansão de seu programa de fidelidade, devem impulsionar o crescimento futuro.

Comentários da diretoria

O CEO Mark Hoplamazian enfatizou a direção estratégica da empresa, afirmando: "Nossa transformação asset-light aumentou significativamente nossa base de quartos". Ele destacou a importância do portfólio diversificado da Hyatt, observando: "Acreditamos que nossa distribuição mais ampla nos segmentos de luxo, estilo de vida, all-inclusive e upscale médio nos posiciona para atender nossos hóspedes e clientes em mais lugares".

Riscos e desafios

A Hyatt enfrenta vários desafios, incluindo:

- Potenciais impactos da incerteza macroeconômica nas reservas futuras.

- Tendências de enfraquecimento nos segmentos de lazer e upscale dos EUA.

- Pressões competitivas na expansão dos mercados internacionais.

- Tensões geopolíticas em curso que podem afetar a demanda por viagens.

- A necessidade de gerenciar custos operacionais em meio a pressões inflacionárias.

Perguntas e respostas

Durante a teleconferência de resultados, os analistas levantaram questões sobre as tendências de reservas em queda nos EUA e o processo de aquisição da Playa em andamento. Os executivos abordaram essas preocupações enfatizando seu forte desempenho internacional e foco estratégico no crescimento asset-light, que acreditam que mitigará riscos potenciais e impulsionará valor a longo prazo.

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