Petrobras considera proposta da IG4 assumir controle da Braskem, dizem fontes
ATENAS (Reuters) - Um homem de 39 anos morreu nesta sexta-feira depois que a guarda costeira grega disparou contra uma embarcação que levava imigrantes perto da ilha de Simi, a leste do Mar Egeu, disseram autoridades.
Em comunicado, a guarda costeira afirmou que o homem "provavelmente morreu baleado" e que os disparos foram feitos contra o motor de popa do barco para tentar imobilizar a embarcação após ela ignorar os pedidos para que parasse.
Uma investigação foi aberta, disse uma autoridade da guarda costeira à Reuters. Uma fonte com conhecimento do inquérito afirmou que um promotor grego pediu a prisão do membro da guarda costeira que disparou os tiros, além de ter solicitado o confisco da arma usada por ele.
O barco, que carregava 14 imigrantes — oito homens, uma mulher e cinco menores — deixou a Turquia e teria entrado ilegalmente em águas gregas, afirmou a instituição. Quando foi localizado por uma patrulha da guarda costeira, o barco aumentou a sua velocidade e não respondeu a alertas visuais e sonoros, relatou o órgão. A embarcação teria então passado a fazer manobras perigosas, aproximando-se do navio e colocando em risco a vida dos membros da guarda costeira, acrescentou o comunicado. "Tiros de alerta foram disparados para impedir o risco imediato ao navio da guarda costeira e sua tripulação, e depois tiros foram disparados contra o motor de popa, com o objetivo de imobilizar a lancha", disse a entidade. Acredita-se que o imigrante morto tenha nascido no Kuweit.
Dois homens foram presos por suspeita de contrabando de pessoas.
A Grécia tem sido a porta de entrada preferida para a União Europeia para migrantes e refugiados do Oriente Médio, África e Ásia desde 2015, quando quase 1 milhão de pessoas desembarcaram em suas ilhas, causando uma crise humanitária sem precedentes. Milhares de outras pessoas morreram no mar. (Reportagem de Lefteris Papadimas e Yannis Souliotis)