Ibovespa fecha em queda pressionado por Petrobras, mas sobe em semana marcada por resultados corporativos
Desde junho que as movimentações do índice Bovespa são de forte alta, até que semanas antes das eleições o mercado entrou em equilíbrio acima do 108 mil e o 114.500.
Analisando um movimento mais macro, o Ibov vem trabalhando dentro de um canal de baixa desde 2021, quando alcançou sua máxima histórica em 131 mil, e o comportamento do preço analisado nos últimos dias mostra que estamos armando uma reversão pelo rompimento da linha de tendência de baixa.
(fonte: Profit Nelogica, IBOV, Diário)
A segunda-feira após as eleições trouxe um ânimo para o mercado que causou o rompimento da bandeira de alta e da LTB, entretanto, o período negociado acima da frequência maior de queda foi breve, mostrando que o índice ainda rejeita seguir em altas acima da linha de tendência de baixa.
O melhor cenário seria justamente o rompimento do topo anterior, formado no 118.400, confirmando o pivô de alta e, aí sim, direcionando topos os parâmetros para uma intensa continuação da movimentação de alta vista de abril de 2020 até julho de 2021.
A cautela maior após esse fato, caso concretizado, deve ser com o preço 121.630, onde formou topo anterior, e pode trazer defesa vendedora novamente. Mas, claro, o resultado do segundo turno ainda deve impactar drasticamente o preço de todos os ativos da bolsa de valores, porém é inegável que o preço vem refletindo um otimismo ultimamente.