Dia de liquidez reduzida, enquanto Galípolo esfria expectativas do mercado

Publicado 28.11.2025, 08:32
Atualizado 28.11.2025, 08:32

O Ibovespa acabou fechando ontem (27) em baixa de 0,12%, aos 158.359,76 pontos. Volume financeiro se limitou a R$ 12,4 bilhões, diante dos mercados em NY fechados devido ao feriado de Thanksgiving Day. Já o dólar à vista fechou em alta de 0,33%, a R$ 5,3521, após oscilar entre R$ 5,3300 e R$ 5,3587, em meio aos interesses dos comprados na véspera da briga da Ptax. Hoje é mais um dia de mercado a “meia boca”, em NY fechando às 15hs.

Os índices futuros dos EUA operam em alta nesta sexta-feira (28), após dia de liquidez reduzida pelo feriado de Ação de Graças, que manteve os mercados à vista e de títulos fechados. Temos um pregão encurtado.

Dia de Black Friday e liquidez reduzida em NY. No Brasil, saem o resultado primário de outubro e a Pnad Contínua, mas sem interferir no Copom de janeiro. Ontem (27), Gabriel Galípolo tratou de azedar as expectativas do mercado ao dizer que o BCB “não se emociona” com um dado específico, - com o Caged, na criação de empregos formais, bem abaixo do esperado - e que segue perseguindo o centro da meta, dentro de um “período de tempo prolongado”. O Caged de outubro veio com a geração de 85 mil vagas com carteira assinada, abaixo das estimativas do mercado (120 mil) e com forte desaceleração em relação a setembro (213 mil). A curva de juros esperou em baixa a fala de Galípolo à tarde, mas zerou as quedas nos contratos curtos assim que ele começou a falar. Em palestra, Galípolo disse que a taxa básica em 15% ao ano “é um patamar restritivo adequado”, e resgatou o alerta de que o “BCB jamais vai se furtar de fazer o ajuste que for necessário”.

Na política, Alcolumbre continua fazendo pressão ao Governo, mobilizando o Congresso contra. Ontem foram derrubados os vetos de licenciamento ambiental, do PROPAG, e o trecho que vetava os Estados poderem abater da dívida valores gastos com obras que eram originariamente de obrigação da União, com a Fazenda temendo impacto primário negativo da medida. Gleisi e o Governo, sem força no Congresso, estão estudando recorrer ao STF e judicializar as decisões do Legislativo.

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