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Telefônica Brasil: Invista nas Gigantes Para Superar a Crise!

Publicado 05.05.2020, 11:38
Atualizado 09.07.2023, 07:32
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O setor de Telefonia Móvel pode nem sentir a Quarentena.

Para a nossa Análise Gráfica dessa semana quero abordar a Companhia Telefônica Brasil (SA:VIVT4), dona da marca Vivo. Ela é a líder do setor no Brasil, com aproximadamente 75 milhões de linhas em operação que correspondem a 33% do total no país.

Ela faz parte do conglomerado global da Telefonica (MC:TEF), uma gigante internacional no setor. Além de atuar no Brasil, a Telefonica atua na Espanha e na América Latina sob a marca Movistar e sob a marca O2 na Alemanha e no Reino Unido.

O ponto de reflexão aqui que eu quero que você preste atenção é que a maioria das pessoas quer ficar milionária da noite para o dia.

Assinam trocentos informativos de casas de análises, gastam horas e horas vasculhando a Bolsa atrás da bola da vez! Aquela Ação que ninguém sabe que existe, mas que por algum motivo transcendental vai ter o poder de multiplicar a sua riqueza várias vezes em poucos dias.

Isso é um excesso que pode ser pouco lucrativo. Muito trabalho para pouco retorno. Pior ainda é aquela “dica quentinha” da Bolsa vinda do seu colega do trabalho ou do seu vizinho.

Muitas vezes você acaba iludido e entra nessa onda alocando o seu capital em “lixo” na Bolsa de Valores. Aí fica extremamente preocupado porque o papel não se valoriza e toda hora saem notícias negativas sobre a Companhia lutando para não quebrar.

Seguindo a escola de Warren Buffet, Munger, Barsi, Bazin, entre outros, esses Grandes Investidores sabem que pode ser mais seguro você investir em empresas tradicionais e com histórico de mercado. Com grande Market Share.

Olhando por essa ótica, você começa a trazer as probabilidades para o seu lado de forma mais positiva. Investindo numa gigante do mercado é muito provável que essa empresa tenha uma gestão melhor para lidar com momentos de crise. Algo mais profissional, de alto nível.

Um caixa mais robusto e uma clientela maior. Sem falar que essas gigantes geralmente são responsáveis por setores cruciais para o funcionamento do país e geram muitos empregos, o que de forma direta transporta a responsabilidade para o governo federal lhes ajudar em caso de crashes no mercado.

Nessas horas a corda arrebenta para o lado mais fraco. O pequeno e médio empresário está lascado, mas o que dizer de Ambev (SA:ABEV3), Vivo, Grandes Bancos, Petrobras (SA:PETR4), Vale…você acha que o governo pensa em não socorrê-las em caso de necessidade? Seria o fim do Brasil de vez.

Pois bem, outro ponto importante. Nesta quarentena, a indústria, o comércio e os serviços estão sofrendo muito com os seus estabelecimentos fechados e as pessoas em casa sem consumir.

Ainda poderemos ver um verdadeiro rombo nas contas das pessoas e alto número de desempregados. Agora, pense bem, você enjaulado na sua casa, tem usado o seu celular ou não?

Acho que nunca na história do mundo a telefonia móvel foi tão utilizada para conectar as pessoas nas redes sociais. Tem sido uma das principais formas de comunicação da atualidade.

Todo mundo fica plugado no Instagram, conversando pelo Whats, vendo YouTube e as suas LIVEs dos famosos, assistindo serviços de streaming etc.

Cada pessoa já tinha o seu plano pré ou pós que deveria caber no seu bolso e esses planos devem ser mantidos. Chega uma hora em que o tédio de ficar em casa toma conta e o celular é o melhor amigo. Uma fuga para o mundo exterior. Você se imagina não pagando o seu plano ou deixando de colocar crédito no seu celular e perder todo esse contato com as redes sociais? Acredito que não. Você deixa de pedir uma pizza, mas paga a sua conta do celular.

É por isso que eu acredito que as gigantes em telefonia móvel no Brasil, como Vivo, Tim (SA:TIMP3) e Claro devem manter os seus próximos balanços em níveis aceitáveis e otimistas frete à Crise do Coronavírus.

Um cenário que o investidor precisa se atentar é que ao longo do mês de abril tivemos a divulgação dos balanços do 1º Trimestre. Eles não foram tão ruins assim, de maneira geral, no Brasil.

Só que a quarentena começou no final de Março. Praticamente no 2º Trimestre. Portanto, os balanços que ainda serão divulgados sobre os 2º e 3º trimestres ainda podem decepcionar bastante trazendo o real rombo das contas das empresas devido ao lockdown.

Agora, vamos dar uma olhada no gráfico do Papel (VIVT3). Note como ao longo de 2019 os preços negociaram acima da zona de interesse entre R$ 43,00 até R$ 47,45.

Nas últimas semanas, com as quedas que tivemos na cotação devido ao agravamento do Coronavírus, os preços chegaram várias vezes para testar essa região, sempre tendo repiques de alta, o que pode apontar o interesse dos compradores em montar as suas posições na Cia.

VIVT3 Diário

O objetivo para o médio a longo prazo segue em um novo teste na máxima histórica de novo, lá perto dos R$ 60,75. Neste caso, projetamos um potencial de valorização de aproximadamente +25%.

Outra formação importante: no pregão desta segunda 4/5/2020 tivemos um grande candle de alta apontando a possível entrada de força compradora.

Agora, alguns fundamentos úteis. No momento da escrita a Ação apresenta um Yield de 3,11%. Bem próximo do CDI que deveremos ter ao longo de 2020, com a iminente redução da Selic de 3,75% para 3,25% ao ano.

Ou seja, o investidor consciente sabe que este Yield já poderá garantir pelo menos os retornos da Renda Fixa, sem considerar a variação dos preços da Ação.

Outro Fundamento: o VPA (Valor Patrimonial da Ação). Este eu adoro, pois indica o preço justo que uma Ação deveria custar. No momento está em R$ 41,67. O preço de fechamento do pregão de ontem foi em R$ 48,86.

Ou seja, muito próximo do VPA. Isso significa que comprar as Ações da Vivo seria um negócio praticamente justo, pagando quase em cima do preço que ela vale.

Vamos ao histórico dos últimos anos do Lucro Por Ação (LPA). Warren Buffet fica de olho nesta sequência, pois tem a capacidade de apontar a saúde econômica da empresa:

2014 – 4,45

2015 – 1,05

2016 – 2,42

2017 – 2,73

2018 – 5,26

2019 – 3,33

De 2015 pra cá tivemos uma valorização de +317%. Ou seja, o LPA saiu de 1,05 para 3,33 apontando um crescimento de 3 vezes maior. A curva se desenhou como Buffet orienta: estável e ascendente.

No gráfico abaixo você vai ter a oportunidade de olhar o DRE da última década. Também animador, pois a Vivo conseguiu aumentar as suas receitas, manter os custos controlados e assim gerar um Lucro interessante durante todo esse período.

DRE da Vivo

Já no Balanço Patrimonial, também tudo que o Investidor procura na Bolsa. Aumento gradativo do Patrimônio Líquido e aumento da curva de diferença entre ativos X passivos. A Empresa tem um bom caixa!

Balanço patrimonial

Enfim, não existe certeza na Bolsa de Valores, mas analisando todo este contexto é bem provável que, se você investir com um bom planejamento de risco e paciência, são grandes as suas chances de ganhar no médio a longo prazo, mesmo que o papel ande um tempo de lado ou sofra variações momentâneas negativas.

Esta análise acabou ficando muito longa. Lhe peço desculpas, mas eu quis trazer um conteúdo relevante para poder te ajudar nos seus investimentos e explicar o porque da minha opinião sobre a Vivo.

Devagar e sempre. De forma controlada e planejada, se tornando sócio de boas companhias. Essa é a fórmula de sucesso dos bilionários da Bolsa, que fizeram fortunas ao longo de décadas.

Espero que você tenha gostado!

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