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Renda fixa: Semana foi de ligeiro alívio nos prêmios de risco; entenda

Publicado 10.07.2023, 10:12
Atualizado 09.07.2023, 07:32

Principais Notícias para o Mercado de Renda Fixa

A semana na Renda Fixa foi de ligeiro alívio nos prêmios de risco, basicamente apoiado pela aprovação dos projetos da chamada pauta econômica e a chance do Fed ser menos hawkish após a reunião de julho.

Os principais vetores que colaboraram para o fechamento da curva foram:

  • a aprovação da reforma tributária em dois turnos e com placar folgado na Câmara,

  • a aprovação do projeto de lei que retoma o chamado voto de qualidade no Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf), um dos trunfos da equipe econômica para aumentar a arrecadação e cumprir as metas de resultado primário do arcabouço fiscal,

  • o relatório de emprego (payroll) mais fraco que o esperado amenizando a perspectiva de novos apertos adicionais após a reunião de julho, quando um aumento de 25 bps foi fortalecido pelo  salário acima da estimativa. O juro da T-note de 2 anos recuou a 4,9522%, depois de tocar máxima de 5,14%, no maior nível desde 2006, 

  • a redução nas previsões para a inflação de 2023 a 2026 na pesquisa Focus (03),

  • o resultado robusto da balança comercial, que em junho teve superávit de US$ 10,6 bilhões, o melhor para o mês. O superávit do acumulado dos seis primeiros meses de 2023, de US$ 45,5 bilhões, foi o maior da série histórica,

  • e as vendas de veículos novos terminando junho com crescimento de 6,4% frente a igual período de 2022, no embalo dos descontos patrocinados pelo governo. 

Fizeram o contraponto, mas não impediram o fechamento da curva de juros:

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  • o adiamento para agosto dos ajustes finais no arcabouço fiscal na Câmara,

  • a ata da mais recente reunião do Fed confirmando a percepção no mercado de que o aperto monetário será retomado na reunião de julho. O documento revelou que a maioria dos dirigentes reconhece que a inflação diminuiu desde meados do ano passado, mas leituras recentes para o núcleo do PCE pouco mudaram, e ainda veem altas de juros em 2023, 

  • e os dados de atividade e emprego norte-americanos acima do esperado:

  • o índice de gerentes de compras (PMI) do setor de serviços medido pelo Instituto para Gestão da Oferta (ISM), subiu de 50,3 em maio para 53,9 em junho, enquanto a previsão era de aumento de 51,

  • e segundo dados divulgados pela ADP, o setor privado dos EUA criou 497 mil empregos em junho, praticamente o dobro dos 250 mil esperados pelo mercado.

Fator que foi considerado de menor potencial para influenciar o movimento da curva de juros:

  • o IGP-DI, que mostrou deflação de 1,45% em junho após cair 2,33% em maio, resultado mais negativo que a mediana das estimativas (-1,26%).

No Relatório de Mercado Focus (10), a projeção para a inflação oficial deste ano passou de 4,98% para 4,95%, ainda acima do teto da meta (4,75%). Um mês antes, a mediana era de 5,42%. Para 2024, foco da política monetária, a projeção continuou em 3,92%. Há um mês era de 4,04%. A mediana supera o centro da meta (3,00%), mas está dentro do intervalo de tolerância superior, que vai até 4,50%. 

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A conferir o que estará no radar do mercado:

No Brasil

o IPCA de junho na terça-feira (11). A mediana das estimativas é de deflação de 0,10%, após alta de 0,23% em maio. Em 12 meses, a mediana de 3,14% aponta inflação abaixo da meta central de 3,25% em 2023,

a Pesquisa Mensal de Comércio (PMC) sobre o desempenho do varejo em maio na sexta-feira (14),

Nos EUA

os índices de inflação referentes a junho. O índice de preços ao consumidor (CPI) na quarta-feira (12) e o índice ao produtor (PPI) na quinta-feira (13), que podem contribuir para ajustes das expectativas do mercado com relação à política monetária do Fed, 

os discursos de membros do Fed e a divulgação do Livro Bege na quarta-feira (12), 

Na Europa

a ata da última reunião do BCE e o relatório mensal da Opep,

O dólar no mercado à vista encerrou a sessão da sexta-feira (7) cotado a R$ 4,8659, terminando a primeira semana de julho com alta de 1,59%. No ano, o dólar à vista apresenta desvalorização de 7,84%.

Os principais fatores que influenciaram o preço da moeda americana no mercado doméstico de câmbio foram:

  • a aprovação da reforma tributária em dois turnos pela Câmara dos Deputados, visto como positivo para redução dos riscos fiscais, o crescimento e competitividade do país,

  • a aprovação do projeto que retoma o "voto de qualidade" no Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf), considerado essencial para ampliação de receitas e cumprimento das metas fiscais, 

  • e a expectativa de um Fed menos hawkish na condução da política monetária após o payroll dos EUA em junho abaixo do esperado. Os números fortes de salários apoiam chances de alta de 25 pontos-base em julho, mas os dados de criação de empregos mais fracos reduziram as apostas em mais aperto até o fim do ano.

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Fonte: Broadcast 

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