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ENFOQUE-Do arroz ao boi, commodities agrícolas do Brasil têm preços recordes

Commodities01.09.2020 14:30
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2/2 © Reuters. Boiada no Pará 2/2

Por Roberto Samora

SÃO PAULO (Reuters) - Os preços das principais commodities agrícolas do Brasil, uma potência agrícola global, têm atingido patamares recordes, sendo que produtos como soja, milho, arroz, café, leite e boi estão em máximas nominais ou reais, com o câmbio e a forte demanda citados entre os principais fatores de alta.

As máximas históricas nominais não consideram a inflação, mas alguns produtos efetivamente estão nos maiores níveis de preços, já levando em conta valores deflacionados, como é o caso do boi, bezerro, suíno, arroz e leite, conforme levantamentos do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), da Esalq/USP.

A soja, principal produto do agronegócio brasileiro, está perto de atingir um recorde de todos os tempos, segundo dados do Cepea, com o produto batendo 137,76 reais por saca no porto de Paranaguá (PR) na segunda-feira, menos de 2 reais abaixo dos cerca de 139 reais vistos em 2012 --considerando já o valor deflacionado.

No caso da soja do Brasil, maior produtor e exportador global, cuja safra foi histórica 2020 mas ao mesmo tempo dragada pela forte demanda da China, a alta no preço é de mais de 50% na comparação com a mesma data do ano passado.

O apetite chinês, que fez o país exportar volumes recordes nos primeiros sete meses do ano, mostra também como a alta dos preços está relacionada à demanda, com um câmbio na maior parte do ano acima de 5 reais por dólar ajudando a impulsionar embarques brasileiros por tornar os produtos nacionais ainda mais competitivos.

"A taxa de câmbio levou a um deslocamento de preços, isso vai acontecer para todos os produtos, e isso fez com que o produto tivesse um preço mais baixo (para quem compra do Brasil) e favoreceu a exportação, enquanto encarece a importação (pelo Brasil)", disse o professor da Esalq/USP e especialista do Cepea Lucílio Alves.

Nesse sentido, para ele, não parecem muito efetivas ideias que circularam recentemente no governo para a retirada de tarifa de importação de soja, milho e arroz, com o objetivo de reduzir preços internos.

"Se os importadores estão batendo na porta, como nós vamos conseguir um produto mais barato lá fora?", disse Alves, comentando uma reivindicação da indústria de carnes, cujos custos da ração aumentaram.

Além do "choque de demanda" externa, Alves citou que a indústria de soja também registra, não só no Brasil, boas margens de esmagamento, com as receitas de farelo e óleo aumentando, diante da fome da indústria de carnes e de biodiesel.

CAFÉ

No caso do café, a alta de preços do arábica chega a mais de 45% em 12 meses, apesar de o Brasil estar encerrando o que o mercado considera ser uma safra recorde.

"É surpreendente esse cenário... estamos finalizando colheita de muito boa produtividade, bom padrão, boa peneira..." disse o pesquisador do Cepea Renato Garcia Ribeiro.

O preço do café, entretanto, está distante do recorde em termos reais, registrado em maio de 1997, de mais de 1.400 reais a saca (valor deflacionado), mas poucas vezes o mercado viu um valor nominal acima de 600 reais na série do Cepea, como acontece desde a semana passada, com registro de recordes nominais.

Segundo ele, a sustentação dos preços em plena pandemia se dá, além do câmbio, pelo fato de o Brasil estar ganhando mercado no exterior e também porque aparentemente o consumo não foi tão afetado como se imaginava.

CEREAIS

No milho, outro produto que o Brasil está colhendo uma safra recorde, a cotação subiu mais de 65% em 12 meses, para um novo recorde nominal acima de 60 reais por saca, segundo dados do Cepea. E o dólar, além da demanda interna e exportadora, também ajuda na competitividade brasileira.

"Este ano, todos os recordes de preços vêm de choque de demanda, é um choque de demanda quando temos uma situação estrutural e política que está elevando a taxa de câmbio", resumiu Alves, do Cepea.

Para o especialista, o auxílio governamental do Brasil em função da Covid-19 também tem favorecido a compra de arroz e trigo pela população, prova disso é que esses produtos estão com maiores altas entre os da cesta básica.

O arroz cotado pelo Cepea subiu mais de 100% em 12 meses, enquanto o trigo também registrou recorde mais cedo neste ano, embora agora este mercado tenha visto um arrefecimento, com a proximidade da colheita do Brasil.

"A partir do momento que as família ficam mais em casa, passam a demandar produtos de mais fácil preparo, caso do arroz", notou Alves, lembrando que os estoques desse produto básico vinham baixos.

CARNES

Mesmo o algodão, um dos mercados mais afetados negativamente pela pandemia, vem se recuperando, na esteira do câmbio firme, e subiu 16% em agosto, segundo os dados do Cepea.

O açúcar cristal, por sua vez, já subiu quase 40% considerando o valor de um ano atrás, apesar da expectativa de produção recorde no Brasil.

"Atribuo isso ao fato de estar exportando muito, a demanda interna não caiu, as pessoas estão dentro de casa e estão consumindo açúcar, até mais do que antes", disse a pesquisadora do Cepea Heloisa Lee Burnquist.

No boi gordo, com uma redução na oferta de gado devido ao ciclo pecuário, queda na produção de carne, firme demanda externa e câmbio favorável a exportações, a tendência é que as cotações do animal sigam em nível recorde, exigindo maior desembolso dos frigoríficos, disseram analistas à Reuters na semana passada.

Isso também tem levado preço do bezerro para valores também recordes, enquanto o valor do suíno vivo também está entre os maiores da história nas principais praças, segundo o Cepea, em meio a fortes importações de carne pela China.

Na véspera, o Cepea ainda relatou preço recorde real do leite na média Brasil, com a alta atrelada à maior competição entre as indústrias de laticínios para garantir a compra de matéria-prima, em um momento de oferta limitada no campo e de recuperação da demanda.

(Por Roberto Samora; edição de Luciano Costa)

ENFOQUE-Do arroz ao boi, commodities agrícolas do Brasil têm preços recordes
 

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Comentários (22)
Bruno Santos
Bruno Santos 01.09.2020 19:07
Salvo. Ver Itens salvos.
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O conceito de livre mercado está defasado, itens essenciais como estes deveriam ter intervenções do governo para ñ subir o preço como agora... um absurdo!!!
victor valentim
victor valentim 01.09.2020 19:07
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Aí ninguém produz e todo mundo fica sem... simples assim, mong0l
Alessandro Siqueira
Alessandro Siqueira 01.09.2020 18:26
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planta no quintal de casa e colheNo caso dos bezerros compra e cria. enfim vai a lutar pq o Brasil e uma Terra prosperidade e promissor
Kelly Muniz De Almeida Farias
Kelly Muniz De Almeida Farias 01.09.2020 18:17
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Esses preços estão defasados ainda. Como pode pagar 2.000 reais em um cachorro e achar caro os mesmos 2.000 reais em uma bezerra
alan mendes
alan mendes 01.09.2020 18:17
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kkk e piada né !!! quem paga dois mil num cachorro e quem tem dinheiro sobrando e bem diferente bezerro e alimentação e comida na mesa do brasileiro vc deve ser piadista né !!!
Roni Santos
Roni Santos 01.09.2020 18:17
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Vou comer meu cachorro no próximo churrasco! 🤷‍♂️🤣🤣🤣
Gutemberg Carvalho
Gutemberg Carvalho 01.09.2020 18:12
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Isso vai bater (já está) nos preços e a inflação voltará forte, com o povo desempregado e sem dinheiro.Tempos difíceis a frente.
Carlos Andre
Carlos Andre 01.09.2020 18:12
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vc diz que o povo está sem dinheiro isto não é verdade porque eu vejo todos os dias os bares aqui perto de casa lotados de pobres tomando cachaça e cervejas e sem conta que o tráfico próximo aqui da minha casa lucram alto toda hora sendo que também 90% dos clientes do tráfico são os de baixa renda . aí vem vc cheio de ipocresia dizer que o povo está desempregado e sem dinheiro kkkkkvc amigo é mais um cego que não quer encherga ou si faz de cego.
Daniel Sabrina
Daniel Sabrina 01.09.2020 18:07
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Cuidado com a euforia, isso talvez possa ser um sinal de inflação global, sem vender medo porém deixa um pé atrás.
Daniel Sabrina
Daniel Sabrina 01.09.2020 18:07
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Cuidado com a euforia, isso talvez possa ser um sinal de inflação global, sem vender medo porém deixa um pé atrás.
Thiago Rodrigo
Thiago Rodrigo 01.09.2020 18:06
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Arroz na minha cidade chegou a R$22,00.Volta Redonda-RJQuanto tá na sua cidade?
João Ricchio
João Ricchio 01.09.2020 17:58
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Danilo Seawright
Danilo Seawright 01.09.2020 17:49
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CAML3 🤔
EDG Gomes
EDG Gomes 01.09.2020 17:49
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Entrei hoje
Luiz do Nascimento
Luiz do Nascimento 01.09.2020 17:49
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auxílio emergencial não dá pra comprar arroz feijão café e carne....um absurdo a desigualdade social
José Oliveira
José Oliveira 01.09.2020 17:25
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Isso. E o dólar vai cair 50% em um só dia. Especuladores morrendo de medo e se desfazendo das posições em dólar.
Remela Gadoso
Remela Gadoso 01.09.2020 17:21
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ipca mascarado ?
alan mendes
alan mendes 01.09.2020 17:10
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EDG Gomes
EDG Gomes 01.09.2020 17:10
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Viva o aumento no preço dos alimentos
Jorge Hallyson
Jorge Hallyson 01.09.2020 17:10
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EDG Gomes EDG isso que dá impor Lockdown, com auxílio e verba federal que só serviu pra ser desviada pelos Governadores 🤷🏻‍♂️
Tiago da Luz
Tiago da Luz 01.09.2020 17:10
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Nossa: até aqui tem fanatismo político. Na economia, os números destroem aqueles que movem seus investimentos com base em qualquer tipo de fanatismo.
EDG Gomes
EDG Gomes 01.09.2020 17:10
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Tiago da Luz extamente. Invisto na bolsa há mais de 15 anos, do subprime ate o covid e nunca vi condutas e comentários baseados em fanatismo político. As pessoas não sabem analisar um balanço, não sabem analise gráfica, todos são investidores de Wall Street
EDG Gomes
EDG Gomes 01.09.2020 17:10
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Jorge Hallyson como o auxílio emergencial estabelecido pelo Congresso Nacional e individual foi desviado pelos governadores? Ou, em outra vertente, como verba destinada ao Estados e, supostamente, desviada pelos governadores aumentou o preço dos alimentos?
Mn nov
Mn nov 01.09.2020 16:57
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Real ultra desvalorizado faz com que a exportação suba, a demanda aumente e os preços internos subam. Quem vai ao mercado sente a inflação de 2% ao mês, medida pelo IGPM. O IPCA de 2% ao ano só quem sente são os governantes. Parabéns aos incompetentes envolvidos.
Carmim Leal
Carmim Leal 01.09.2020 16:57
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redeglobobrasil
Cláudio Batista
Cláudio Batista 01.09.2020 16:54
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Aguardo a valorizacao da SLC3 a algum tempo... sera que agora vai...
Rodrigo Matos
Rodrigo Matos 01.09.2020 16:51
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Jose Gomes
Jose Gomes 01.09.2020 16:47
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Estamos pagando dois preços no Brasil relacionado a China.. A Pandemia que nasceu lá e os mesmo compram nossos produtos tornando-os mais caros nacionalmente. O arroz subiu 50%, a Tulipa você nem acha, produtos faltando e caro...No começo da Pandemia ficamos preocupados com faltar produtos, mas erramos, agora que começou a faltar. A China complica em todos os aspectos.
Jose Gomes
Jose Gomes 01.09.2020 16:47
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Estamos pagando dois preços no Brasil relacionado a China.. A Pandemia que nasceu lá e os mesmo compram nossos produtos tornando-os mais caros nacionalmente. O arroz subiu 50%, a Tulipa você nem acha, produtos faltando e caro...No começo da Pandemia ficamos preocupados com faltar produtos, mas erramos, agora que começou a faltar. A China nos ferra em todos os aspectos.
Jose Gomes
Jose Gomes 01.09.2020 16:47
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Estamos pagando dois preços no Brasil relacionado a China.. A Pandemia que nasceu lá e os mesmo compram nossos produtos tornando-os mais caros nacionalmente. O arroz subiu 50%, a Tulipa você nem acha, produtos faltando e caro...No começo da Pandemia ficamos preocupados com faltar produtos, mas erramos, agora que começou a faltar. A China nos ferra em todos os aspectos.
Aldo Laber
Aldo Laber 01.09.2020 16:47
Salvo. Ver Itens salvos.
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culpar os outros é a saída para os fracos, os fortes buscam soluções e não ficam chorando e culpando os outros! obrigado
Jorge Hallyson
Jorge Hallyson 01.09.2020 16:47
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Aldo eu não sabia que falar a verdade era culpar os outros.
Roberval quintino da silva
Roberval quintino da silva 01.09.2020 16:47
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culpado é que vende não quem comprar
Gustavo Costa
Gustavo Costa 01.09.2020 16:45
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Sinais...
Josmar pereira sampaio
Josmar pereira sampaio 01.09.2020 16:45
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Brasil insano !! EMPREGOS EM BAIXA, PREÇOS EM ALTA!! SE SEGUREM !! Vai ter muito mais assaltos!!!
marcus siva
marcus siva 01.09.2020 16:42
Salvo. Ver Itens salvos.
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jbs so cai
Daniel Barros
Daniel Barros 01.09.2020 16:42
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Governância!
Denis Auricchio
Denis Auricchio 01.09.2020 16:42
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essa tal de jbs faz tempo q tá um lixo e ninguém sabe o real porquê
Denis Auricchio
Denis Auricchio 01.09.2020 16:42
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essa tal de jbs faz tempo q tá um lixo e ninguém sabe o real porquê
Roberval quintino da silva
Roberval quintino da silva 01.09.2020 16:42
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corrupção, será a nova Odebrecht
 
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