Garanta 40% de desconto
🚀 Ações escolhidas por IA em alta. PRFT com alta de +55% em 16 dias. Não perca as ações de junho!Acessar lista completa

Loja da Casas Bahia onde funcionou o Mappin fecha as portas em São Paulo

Publicado 06.03.2023, 17:02
Atualizado 06.03.2023, 20:10
© Reuters.  Loja da Casas Bahia onde funcionou o Mappin fecha as portas em São Paulo
LAME4
-
PCAR3
-

Na semana passada, a tradicional loja da Casas Bahia localizada na Praça Ramos de Azevedo, no centro da capital paulista, onde no passado funcionou o icônico Mappin, a primeira loja de departamento do País, fechou as portas. O prédio era ocupado desde novembro de 2004 pela Casas Bahia.

Além do Mappin, que se instalou no edifício em 1939 e lá ficou por 60 anos, deixando o imóvel após a decretação da falência da empresa sob o controle do empresário Ricardo Mansur, o GPA (BVMF:PCAR3) também abriu uma loja de supermercados nesse ponto comercial. Com a bandeira Extra Mappin, a loja funcionou por cinco anos, quando deu lugar à Casas Bahia.

"Quando vi o fechamento de uma loja emblemática da Casas Bahia, fiquei preocupado: pode ser sinal de que alguma coisa esteja acontecendo", afirma o presidente do Sindicato dos Comerciários de São Paulo e da União Geral dos Trabalhadores (UGT), Ricardo Patah.

Ele se refere a crise enfrentada pelo varejo e que veio à tona em meados de janeiro, com pedido de recuperação judicial da Lojas Americanas (BVMF:LAME4). De certa forma, esse evento colocou em xeque a credibilidade do setor.

A Via, empresa dona da marca Casas Bahia, informou, por meio de nota, que "o movimento faz parte de um ciclo natural do varejo, de fechamento e abertura de lojas". De acordo com o comunicado, os colaboradores da loja da Praça Ramos de Azevedo foram realocados para outras lojas da rede e não houve demissões. A companhia diz que a demanda dos frequentadores da loja fechada será absorvida por outra unidade da rede, que fica no Shopping Metrô Santa Cruz.

Anúncio de terceiros. Não é uma oferta ou recomendação do Investing.com. Leia as nossas diretrizes aqui ou remova os anúncios .

Crise sistêmica

Segundo Patah, a crise deflagrada pela Americanas contaminou o varejo e há empresas sinalizando ajustes nas operações, com demissões. "Soube que houve avisos de cortes, mas ainda não tenho números porque as rescisões não foram transformadas em homologações", diz o sindicalista.

Entre as varejistas que, estariam enxugando os quadros, o sindicalista aponta a Via, dona da Casas Bahia e do Ponto, e o GPA. Patah diz que já conversou com a Via e o GPA sobre a sua preocupação em relação a demissões. O sindicato está se antecipando e quer dialogar com as varejistas porque vê um risco sistêmico de enxugamento do setor depois da crise na Americanas.

O GPA diz que as declarações do presidente do sindicato não procedem. A assessoria do GPA informa, em nota, que "a companhia está com dezenas de vagas abertas para contratação em diferentes áreas". Questionada sobre cortes na companhia, apontados por Patah e apurados pela reportagem, a Via não comentou.

Quanto a Americanas, o presidente do sindicato diz que até o dia 20 de março a varejista não poderá demitir porque foi fechado um acordo entre o Ministério Público e o sindicato que veta os cortes até essa data. A Americanas tem mais de 40 mil funcionários no País.

Últimos comentários

Sindicalista? Só pode ser coisa ruim.
Centro de são Paulo, isso ja explica muita coisa
bolsonaro e mixele destruiram a economia e fugiram
So tem noia ali. Parabens casas bahia
Que pena iamos comprar brinquedos no Natal!!
FAZUELI MEU POVO.
Só sendo doido para se ter comércio no centro de São Paulo. O centro está morto, só se vê zumbi vagando pelas ruas, tacando o terror em quem passa.
Instale nossos aplicativos
Divulgação de riscos: Negociar instrumentos financeiros e/ou criptomoedas envolve riscos elevados, inclusive o risco de perder parte ou todo o valor do investimento, e pode não ser algo indicado e apropriado a todos os investidores. Os preços das criptomoedas são extremamente voláteis e podem ser afetados por fatores externos, como eventos financeiros, regulatórios ou políticos. Negociar com margem aumenta os riscos financeiros.
Antes de decidir operar e negociar instrumentos financeiros ou criptomoedas, você deve se informar completamente sobre os riscos e custos associados a operações e negociações nos mercados financeiros, considerar cuidadosamente seus objetivos de investimento, nível de experiência e apetite de risco; além disso, recomenda-se procurar orientação e conselhos profissionais quando necessário.
A Fusion Media gostaria de lembrar que os dados contidos nesse site não são necessariamente precisos ou atualizados em tempo real. Os dados e preços disponíveis no site não são necessariamente fornecidos por qualquer mercado ou bolsa de valores, mas sim por market makers e, por isso, os preços podem não ser exatos e podem diferir dos preços reais em qualquer mercado, o que significa que são inapropriados para fins de uso em negociações e operações financeiras. A Fusion Media e quaisquer outros colaboradores/partes fornecedoras de conteúdo não são responsáveis por quaisquer perdas e danos financeiros ou em negociações sofridas como resultado da utilização das informações contidas nesse site.
É proibido utilizar, armazenar, reproduzir, exibir, modificar, transmitir ou distribuir os dados contidos nesse site sem permissão explícita prévia por escrito da Fusion Media e/ou de colaboradores/partes fornecedoras de conteúdo. Todos os direitos de propriedade intelectual são reservados aos colaboradores/partes fornecedoras de conteúdo e/ou bolsas de valores que fornecem os dados contidos nesse site.
A Fusion Media pode ser compensada pelos anunciantes que aparecem no site com base na interação dos usuários do site com os anúncios publicitários ou entidades anunciantes.
A versão em inglês deste acordo é a versão principal, a qual prevalece sempre que houver alguma discrepância entre a versão em inglês e a versão em português.
© 2007-2024 - Fusion Media Limited. Todos os direitos reservados.