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Pro Recap: em semana difícil para Nvidia e Tesla, ações da Netflix brilham

Publicado 22.10.2023 15:36
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Investing.com -- Confira o seu Pro Recap semanal com as principais notícias de tecnologia da semana passada: Netflix brilha; Nvidia sofre com novas restrições da China; Tesla frustra; Apple enfrenta problemas com iPhone na China; e ASML recebe avaliações positivas apesar de projeções fracas.

Os assinantes do InvestingPro recebem notícias de tecnologia como essas em tempo real. Saiba antes o que pode movimentar os mercados.

Netflix supera as projeções do 3º trimestre e eleva os preços

As ações da Netflix (NASDAQ:NFLX) dispararam na última quinta-feira após a empresa divulgar resultados do 3º trimestre muito acima do esperado e um aumento expressivo nos assinantes, anunciando também que reajustará os preços de seus serviços de streaming.

O lucro da empresa de US$ 3,73 por ação superou a média das estimativas dos analistas de US$ 3,49, enquanto as receitas de US$ 8,54 bilhões ficaram em linha e os assinantes pagos aumentaram em 8,76 milhões no terceiro trimestre - bem acima das expectativas de pouco mais de 6M.

A empresa reconheceu o ambiente "desafiador" para a indústria nos últimos seis meses devido às greves de roteiristas e atores, e disse que está "comprometida em resolver os problemas restantes o mais rápido possível".

A Netflix prevê um LPA de US$ 2,15 para o 4º trimestre, revertendo o prejuízo do ano anterior de US$ 0,47, e prevê um crescimento anual de receita de cerca de 11% para cerca de US$ 8,69 bilhões.

KeyBanc, Morgan Stanley, Truist e DZ Bank elevaram a recomendação da ação para compra com base nas notícias, com o primeiro citando o sucesso contínuo da empresa no compartilhamento pago, seu crescente lucro operacional e fluxo de caixa livre, e sua estimativa de que as recompras de ações "deveriam sustentar um perfil de crescimento de LPA de 25%."

Morgan Stanley, por sua vez, disse: “Acreditamos que a Netflix cumprirá os objetivos estabelecidos há um ano, acelerará o crescimento da receita de volta a dois dígitos e expandirá as margens. Ao mesmo tempo, parte da euforia na ação e expectativas diminuíram, criando um melhor ponto de entrada."

E JPMorgan também elogiou a estratégia de compartilhamento pago da empresa, bem como uma "forte programação de conteúdo" e a "sazonalidade favorável" do 4º trimestre.

A Netflix também anunciou que reajustará imediatamente as tarifas de seus planos básico e premium (sem anúncios) nos EUA, Reino Unido e França. Nos EUA, isso significará um aumento de US$ 2 para US$ 11,99 por mês no básico, e um aumento de US$ 3 para US$ 22,99 no premium. Os preços dos planos com anúncios permanecerão estáveis.

A Netflix encerrou a semana a US$ 400,96, alta de 16% na semana e cerca de 36% a mais no ano.

Nvidia é impactada por novas restrições dos EUA sobre exportações de chips para a China

Por outro lado, as ações da Nvidia (NASDAQ:NVDA) caíram quase 10% na semana passada devido à decisão do governo dos EUA de restringir a exportação de chips avançados para a China.

Em um documento regulatório, a Nvidia destacou a possibilidade de controles de exportação afetarem sua capacidade de concluir o desenvolvimento de produtos em tempo hábil. A empresa também disse que esses controles poderiam potencialmente interromper o suporte para clientes existentes de produtos afetados e seu fornecimento para regiões impactadas por essas restrições.

Embora esses desafios não sejam esperados para ter um impacto financeiro imediato, a Nvidia pode precisar realocar certas operações de um ou mais países.

Analistas do Citi e Morgan Stanley cortaram seus preços-alvo para Nvidia em reação a essas notícias.

Os analistas do Citi mantiveram a recomendação de compra para a ação, mas cortaram o preço-alvo em US$ 55 para US$ 575, escrevendo que "assumem uma baixa probabilidade do governo dos EUA conceder licenças de exportação", e acrescentando que acreditam que as novas restrições "dificultarão a venda da Nvidia para a China."

No entanto, permanecem otimistas com a ação da Nvidia devido ao "crescimento secular da IA, que ainda está em seus estágios iniciais, em nossa opinião."

Morgan Stanley também manteve a recomendação de compra para Nvidia - assim como a designação da ação como "Top Pick em semicondutores" - mas reduziu o preço-alvo em US$ 30 para US$ 600, pois os controles de exportação anunciados foram “mais severos do que nossas expectativas."

Tesla resultados fracos, cautela

Enquanto isso, o 3º trimestre da Tesla (NASDAQ:TSLA) não atendeu às estimativas de Wall Street, já que sua recente onda de reduções de preços em veículos elétricos (VEs) pesou nas margens, provocando uma queda de mais de 9% nas ações na quinta-feira.

A Tesla reportou um LPA ajustado de US$ 0,66 em receitas de US$ 23,35B na quarta-feira à noite, marcando sua maior diferença de receitas em mais de três anos. Analistas consultados pelo Investing.com previam LPA de US$ 0,73 em receitas de US$ 24,32B.

As margens brutas, excluindo créditos, que foram observadas de perto após as recentes reduções de preços em VEs, caíram para 16,1% no trimestre, ante 18,7% no 2º trimestre.

As ações na quinta-feira reverteram os ganhos do after-market da quarta-feira após comentários cautelosos do CEO, Elon Musk, que parecia hesitar em seu otimismo depois de uma vez chamar a Tesla de "resistente à recessão."

"Estou preocupado com o ambiente de alta taxa de juros em que estamos", declarou na teleconferência. “Se as taxas de juros permanecerem altas ou se subirem ainda mais, fica ainda mais difícil para as pessoas comprarem o carro.”

Musk também disse que quer "moderar as expectativas" para o veículo Cybertruck da Tesla, acrescentando: "É um ótimo produto, mas financeiramente, levará de um ano a 18 meses antes de contribuir positivamente para o fluxo de caixa."

Dez analistas de Wall Street cortaram seus preços-alvo para a ação em meio a preocupações crescentes sobre a perspectiva de curto prazo da Tesla e sua capacidade de manter sua expansão excepcional.

Analistas do Goldman Sachs, que cortaram o preço-alvo da Tesla em US$ 30 para US$ 235, escreveram que acreditam que o relatório do 3º trimestre "aumentará as preocupações dos investidores no curto e médio prazo." E os analistas do Citi - que cortaram o preço-alvo em US$ 16 para US$ 255, juntamente com sua estimativa de LPA anual para Tesla - disseram que os resultados do 3º trimestre foram piores do que haviam previsto.

Na semana, as ações caíram cerca de 16% para o fechamento de sexta-feira a US$ 211,99. A ação ainda registrou um ganho de 96% no ano.

Demanda fraca na China pelo novo iPhone da Apple

O novo iPhone 15 da Apple (NASDAQ:AAPL) está enfrentando desafios no mercado chinês, de acordo com a Bloomberg, com vendas lá ficando atrás das do seu antecessor.

O rastreador de mercado da Counterpoint Research estima uma queda de 4,5% nas vendas do iPhone 15 na China em comparação com as do iPhone 14 nos primeiros 17 dias após o lançamento, enquanto os analistas do Jefferies estimam uma queda percentual de dois dígitos muito mais acentuada.

Esses relatórios destacam os obstáculos que a Apple está encontrando na China, onde essas vendas são afetadas por dificuldades econômicas e competição de empresas como a Huawei.

A Counterpoint projeta que a Huawei poderá vender de 5 a 6 milhões de unidades de seu smartphone Mate 60 Pro somente este ano, números que poderiam atingir dois dígitos em 2024 - e, de fato, o Jefferies diz que a Huawei agora assumiu a liderança no mercado da Apple - uma tendência que "sugere que o iPhone perderia para a Huawei em 2024", escreveram os analistas.

ASML é nova “top pick” do BofA (NYSE:BAC) apesar das projeções fracas

A ASML (NASDAQ:ASML) emitiu uma projeção que inspirou cautela junto com seu balanço que mostrou encomendas abaixo das expectativas, mesmo mantendo uma perspectiva robusta - uma previsão que os analistas do BofA consideraram "o ajuste" que estavam procurando, com a ASML agora sendo a top pick da empresa.

A fabricante de equipamentos de semicondutores alertou sobre vendas estáveis no próximo ano, já que os clientes optam por preservar caixa diante das incertezas econômicas, e o lucro líquido para os três meses encerrados em 30 de setembro foi de 1,9 bilhão de euros, em linha com as expectativas dos analistas, enquanto as reservas líquidas totalizaram €2,6B ($1 = €0,94) vs. receitas do 3º trimestre de €6,7B.

Apesar da projeção cautelosa para 2024, a ASML mantém um forte backlog de pedidos de €35B, e a empresa espera um 2025 mais favorável, dada a expansão de seus clientes pela Ásia, EUA e Europa.

O BofA, otimista com esse "ajuste", adicionou a ASML à sua lista de principais ações de SemiCap da UE para ter na carteira: “A ação é negociada a 18x EV/EBITDA e 22x P/L, o que consideramos altamente atrativo, dado o CAGR do EBITDA de 21% de 2022-25E (PEG).

Morgan Stanley acrescentou que a nova projeção sugere que a ASML está adotando uma "visão mais conservadora" para o ano fiscal de 2024, dizendo que a empresa provavelmente vê “receitas semelhantes ao ano fiscal de 2023 e ainda assim vê este ano como fundamental para a preparação para um crescimento “significativo” em 2025."

No entanto, após as projeções modestas, as ações perderam 3,5% na quarta-feira. A ação fechou na sexta-feira a US$ 547,10, uma queda de quase 5% na semana.

(Senad Karaahmetovic, Yasin Ebrahim e Michael Elkins contribuíram para a matéria. Tradução de Julio Alves)

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