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A First Western Financial divulgou seus resultados para o segundo trimestre de 2025, revelando um período desafiador, já que a empresa ficou abaixo das previsões tanto de lucros quanto de receita. A instituição financeira registrou um lucro por ação (LPA) de US$ 0,26, ficando aquém dos US$ 0,36 esperados, marcando uma surpresa negativa de 27,78%. A receita foi de US$ 24,19 milhões, abaixo dos US$ 25,28 milhões esperados, resultando em uma diferença negativa de 4,31%. Após o anúncio, o preço das ações sofreu uma queda, diminuindo 4,68% no pregão regular e mais 0,65% nas negociações após o fechamento do mercado.
Principais destaques
- First Western Financial ficou abaixo das previsões de LPA e receita para o 2º tri de 2025.
- As ações caíram 4,68% após a divulgação dos resultados, refletindo a decepção dos investidores.
- Apesar dos desafios, a empresa registrou forte crescimento de empréstimos e aumento do valor patrimonial tangível.
Desempenho da empresa
O desempenho da First Western Financial no 2º tri de 2025 foi marcado por uma queda nos lucros em comparação às expectativas, principalmente devido ao aumento das despesas com provisões e à ausência de ganhos pontuais que beneficiaram o trimestre anterior. No entanto, a empresa relatou forte crescimento de empréstimos no final do trimestre e um aumento no valor patrimonial tangível por ação. Os mercados competitivos de empréstimos e depósitos, juntamente com flutuações sazonais, desempenharam um papel significativo na formação dos resultados do trimestre.
Destaques financeiros
- Receita: US$ 24,19 milhões, abaixo dos US$ 25,28 milhões esperados.
- Lucro por ação: US$ 0,26, abaixo da previsão de US$ 0,36.
- Valor patrimonial tangível por ação aumentou 1%.
Resultados vs. previsões
O LPA real da First Western Financial de US$ 0,26 ficou abaixo dos US$ 0,36 previstos, resultando em uma surpresa negativa de 27,78%. A receita também ficou abaixo das expectativas, chegando a US$ 24,19 milhões em comparação com a previsão de US$ 25,28 milhões, uma diferença de 4,31%. Essa diferença significativa contrasta com trimestres anteriores, quando a empresa havia apresentado desempenho mais próximo das expectativas.
Reação do mercado
O preço das ações da empresa reagiu negativamente ao anúncio dos resultados, caindo 4,68% no pregão regular e mais 0,65% nas negociações após o fechamento. O movimento das ações reflete a preocupação dos investidores com os resultados abaixo das metas de lucros e receita. Apesar disso, as ações permanecem mais próximas de sua máxima de 52 semanas, indicando um sentimento positivo anterior que pode estar mudando.
Perspectivas e orientações
Olhando para o futuro, a First Western Financial espera um crescimento contínuo do balanço no segundo semestre de 2025, com expansão projetada da margem líquida de juros (NIM) para a faixa baixa a média de 2,70% até o final do ano. A empresa está focando na alavancagem operacional e no crescimento da receita, visando melhorar a receita de taxas de Gestão de Investimentos e Trust.
Comentários da diretoria
O CEO Scott Wiley enfatizou a estratégia de crescimento da empresa, afirmando: "Nosso caminho para o sucesso não está no corte de custos, certo? Está na alavancagem operacional do crescimento de receitas com nossa base de despesas atual." Isso destaca o foco da empresa na expansão de receitas em vez de redução de custos. A COO Julie Corcamp observou: "Em toda a indústria, o setor de hipotecas em geral ainda não se recuperou realmente", refletindo os desafios no setor hipotecário.
Riscos e desafios
- Aumento das despesas com provisões impactando a rentabilidade.
- Incerteza do mercado afetando os volumes de hipotecas.
- Pressões competitivas nos mercados de empréstimos e depósitos.
- Potencial impacto das mudanças nas taxas de juros sobre a receita líquida de juros.
- Flutuações sazonais de depósitos afetando a liquidez.
Perguntas e respostas
Durante a teleconferência de resultados, os analistas questionaram sobre empréstimos overnight, que têm uma taxa média de 4%, e a taxa spot de depósito em junho de 3,07%. O impacto da incerteza do mercado nos volumes de hipotecas também foi um tópico importante, com executivos observando sinais de melhora na confiança dos clientes.
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