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3 ações dos EUA com grande vantagem competitiva e potencial de alta

Publicado 20.02.2024, 12:46
Atualizado 07.04.2022, 05:55

As ações com ampla vantagem competitiva são aquelas que possuem uma posição de liderança em seus segmentos de atuação, dificultando a entrada de concorrentes e garantindo a fidelidade dos clientes. Essas empresas se destacam por terem ativos intangíveis, como marcas fortes, direitos autorais e patentes, que lhes conferem um diferencial competitivo.

Um exemplo clássico de empresa com ampla vantagem competitiva é a Coca-Cola (NYSE:KO), que tem uma das marcas mais valiosas do mundo e uma rede de distribuição global. Os consumidores preferem pagar mais pelas bebidas da Coca-Cola do que por outras opções mais baratas.

Entre as gigantes de tecnologia, seis das chamadas Magnificent Seven também se encaixam no perfil de empresas com ampla vantagem competitiva: Alphabet (NASDAQ:GOOGL), Apple (NASDAQ:AAPL), Meta Platforms (NASDAQ:META), Amazon.com (NASDAQ:AMZN), Microsoft (NASDAQ:MSFT) e Nvidia (NASDAQ:NVDA). Essas empresas têm uma forte presença nos mercados de internet, dispositivos móveis, redes sociais, comércio eletrônico, software e inteligência artificial, respectivamente.

Mas há outras ações com ampla vantagem competitiva que podem ser interessantes para os investidores que buscam diversificar seus portfólios. Veja a seguir algumas delas.

1. Axos Financial

A Axos Financial (NYSE:AX), empresa de serviços financeiros digitais com sede em San Diego, divulgou resultados expressivos no segundo trimestre do ano fiscal de 24. A companhia, que opera por meio de suas subsidiárias Axos Bank, Axos Advisor Services, Axos Invest e Axos Clearing, registrou um salto de 86,1% no lucro líquido em relação ao mesmo período do ano anterior, alcançando US$1,60 por ação ajustada.

A Axos se destaca no mercado por oferecer contas correntes sem taxa, com isenção de tarifas mensais e reembolso ilimitado de saques em caixas eletrônicos domésticos. A empresa também conta com uma parceria com a Q2 Holdings (NYSE:QTWO), fornecedora de uma solução digital exclusiva de contas Q2 ClickSwitch, baseada em software como serviço (SaaS).

Com uma estratégia totalmente digital, sem agências físicas, a Axos reduz seus custos operacionais e atende seus clientes 24 horas por dia, sete dias por semana, por meio de aplicativos móveis. Essa abordagem tem rendido frutos para a empresa, que supera os bancos tradicionais em vários indicadores. No último ano, a Axos aumentou seu total de depósitos em 12,6%, chegando a US$18,2 bilhões, sendo 90% deles segurados pelo FDIC. Além disso, a empresa anunciou um programa de recompra de ações de US$100 milhões em 12 de fevereiro.

Segundo a Nasdaq, as ações da AX são consideradas uma “compra forte” por seis analistas consultados. O preço-alvo médio para AX é de US$70, enquanto o preço atual é de US$54. A estimativa mais otimista é de US$77, e a mais pessimista é de US$62 por ação.

2. Adobe

A Adobe (NASDAQ:ADBE), líder mundial em software de design gráfico, viu suas ações caírem 13% na última semana, abrindo uma janela de oportunidade para os investidores. A queda foi atribuída ao lançamento do Sora, um gerador de texto para vídeo da OpenAI, que poderia ameaçar o domínio da Adobe no segmento. No entanto, analistas consideram que o Sora, por ser uma ferramenta de uso geral, não é capaz de competir com a qualidade e a precisão dos produtos da Adobe, que vão desde o Photoshop e o InDesign até o Illustrator.

A companhia também tem investido em inteligência artificial para aprimorar sua linha de produtos, integrando seu AI Adobe Sensei às suas soluções. No quarto trimestre do ano fiscal de 23, a empresa apresentou um recorde de receita, com US$19,41 bilhões, e um crescimento de 17% no lucro por ação (LPA) em relação ao ano anterior.

Ao longo do ano, a empresa gerou US$7,1 bilhões em caixa e equivalentes de caixa, um aumento de 69% em comparação com os US$4,2 bilhões do ano anterior. Além disso, a Adobe obteve um lucro líquido de US$1,48 bilhão, um avanço de 26% em relação ao ano anterior.

De acordo com a Nasdaq, as ações da ADBE são consideradas uma “compra forte” por 32 analistas consultados. O preço-alvo médio para ADBE é de US$653, enquanto o preço atual é de US$546. A estimativa mais alta é de US$730, e a mais baixa é de US$465 por ação. O próximo relatório de ganhos da Adobe está previsto para 20 de março, com um EPS estimado de US$3,57, contra o EPS atual de US$3,23 (GAAP diluído).

3. Salesforce

A Salesforce (NYSE:CRM), gigante do mercado de gestão de relacionamento com o cliente e análise, teve um desempenho superior ao do mercado nos últimos três meses, com uma valorização de 32% de suas ações, contra 11% do S&P 500 (SPX). A empresa se beneficia do efeito de rede e da fidelização de seus clientes, que enfrentam altos custos para migrar para outras plataformas.

No terceiro trimestre do ano fiscal de 24, a Salesforce reportou um aumento de 11% na receita, chegando a US$8,72 bilhões, e um crescimento de 14% no lucro líquido em relação ao mesmo período do ano anterior. A empresa também melhorou significativamente seu fluxo de caixa livre, que saltou de US$115 milhões para US$1,36 bilhão, uma variação de 1087%.

A Salesforce espera aumentar seu fluxo de caixa operacional entre 30% e 33% no ano fiscal de 24, segundo seu guidance atualizado.

A empresa de software de gestão de relacionamento com o cliente tem uma recomendação de “compra forte” de 43 analistas da Nasdaq, que estimam um preço-alvo médio de US$291 para suas ações, acima do valor atual de US$289.

As projeções variam de US$212 a US$357 por ação. No último trimestre, a Salesforce devolveu US$1,9 bilhão aos seus acionistas, usando parte dos US$20 bilhões reservados para seu programa de recompra de ações, anunciado em março de 2023.

O programa dobrou de tamanho em relação ao ano anterior, quando era de US$10 bilhões.

(Este artigo foi publicado originalmente em inglês pelo portal The Tokenist e traduzido pela redação do Investing.com Brasil).

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