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6 destaques nos balanços da semana: Dell surpreende; HP decepciona com projeções fracas

Publicado 01.09.2023, 13:57
© Reuters.
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Investing.com – No Pro Recap de hoje, fazemos um resumo dos principais balanços da semana e da reação dos analistas, caso você tenha perdido algum: os destaques ficam para os números das varejistas Victoria's Secret e Lululemon e nomes de tecnologia Salesforce, HP, Broadcom e Dell.

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Dell surpreende, Broadcom decepciona, Lululemon supera as projeções

As ações da Dell Technologies (NYSE:DELL) saltaram 8,5% no after-market após a companhia reportar um lucro ajustado por ação (LPA) de US$ 1,74, batendo a estimativa de US$ 1,14, com receita de US$ 22,93 bilhões, que superou a meta de US$ 20,86 bilhões, impulsionada pelo aumento nos contratos de serviços e manutenção de software.

A receita recorrente cresceu 8% para US$ 5,6 bilhões na comparação anual no segundo trimestre, puxada por “ganhos nos contratos de serviços e manutenção de software”, afirmou a companhia.

A fabricante de semicondutores Broadcom (NASDAQ:AVGO) divulgou um LPA de US$ 10,54 com receita de US$ 8,88 bilhões para o terceiro trimestre fiscal, superando confortavelmente a expectativa de LPA de US$ 10,43 com receita de US$ 8,85 bilhões, e disse que espera que os investimentos relacionados à IA em software de infraestrutura e semicondutores impulsionem a demanda.

A companhia espera registrar uma receita de US$ 9,27 bilhões no quarto trimestre, alta de 4% em relação ao ano anterior, mas ligeiramente abaixo do consenso de US$ 9,28 bilhões. As ações estavam caindo 4,6%, a US$ 880, no início do pregão de sexta-feira.

As ações da Lululemon Athletica (NASDAQ:LULU) subiram 1,5%, para US$ 387, no after-market de sexta-feira após a companhia reportar um LPA de US$ 2,68 no segundo trimestre, superando a estimativa de US$ 2,54, além de vendas melhores do que o esperado de US$ 2,2 bilhões.

A varejista de vestuário esportivo também informou na quinta-feira que o lucro anual deve ficar entre US$ 12,10 e US$ 12,17 por ação, enquanto a receita é esperada entre US$ 9,51 bilhões e US$ 9,57 bilhões.

Salesforce eleva projeções

No início da semana, as ações da Salesforce (NYSE:CRM) subiram 3% na quinta-feira após a empresa de software elevar a projeção anual e superar as estimativas para o segundo trimestre, destacando a demanda mais forte no segundo semestre do ano.

O LPA ajustado foi de US$ 2,21, superando facilmente a média da Street de US$ 1,90, com receita de US$ 8,6 bilhões em relação ao consenso de US$ 8,53 bilhões.

A companhia elevou sua projeção para todo o ano para um lucro de US$ 8,04 a US$ 8,06 por ação - muito melhor do que as estimativas dos analistas de US$ 7,45 e acima da faixa anterior de US$ 7,41 a US$ 7,43 – graças à previsão de demanda e margens melhores até o final do ano. As estimativas de receita foram ligeiramente elevadas para US$ 34,7 bilhões a US$ 34,8 bilhões.

A margem operacional e o crescimento do fluxo de caixa operacional foram elevados para 13,3% e uma faixa de 22% a 23%, respectivamente. Esses valores superam as estimativas anteriores de margens de 11,4% e crescimento do fluxo de caixa operacional de 16% a 17%.

Para o terceiro trimestre, o LPA ajustado é esperado no intervalo de US$ 2,05 a 2,06, com uma receita entre US$ 8,70 e 8,72 bilhões. Esses números superaram as expectativas de Wall Street, que eram de US$ 1,82 e US$ 8,67 bilhões, respectivamente.

A Wolfe Research mantém a classificação de “peer perform” (desempenho na média do setor) até ter confiança sobre o crescimento de dois dígitos na receita, mas também elevou suas previsões de margem para a empresa “dada a sensação de ‘missão cumprida antecipada’ em torno das margens e o comentário de que 30% é um piso, e não um teto”.

O Goldman Sachs (NYSE:GS) afirmou que os resultados aliviarão "algumas preocupações dos investidores sobre a capacidade da Salesforce de equilibrar o crescimento da receita e expansão da margem operacional", observando que isso "pode levar as ações a serem reavaliadas para cima", assim como várias outras empresas de tecnologia.

As ações da companhia fecharam o pregão de quinta-feira a US$ 221,46.

Victoria's Secret decepciona

A Victoria’s Secret (NYSE:VSCO) reportou resultados trimestrais abaixo das expectativas, o que provocou uma queda nas ações antes da abertura dos mercados em Nova York na quinta-feira. Mas os papéis acabaram se recuperando durante o pregão regular.

O lucro por ação (LPA) de US$0,24 ficou aquém do consenso de mercado de US$0,27. A receita somou US$1,43 bilhão, também inferior ao consenso de mercado de US$1,44 bilhão.

Para o terceiro trimestre, a empresa prevê um prejuízo entre US$0,70 e US$1, um desempenho muito pior do que o consenso de mercado de um déficit de US$0,14. Para o ano todo, a Victoria’s Secret espera que as vendas líquidas recuem na faixa de um dígito baixo em relação ao ano anterior, enquanto o consenso de mercado indica uma queda de cerca de 2%.

Ao comentar os resultados, o Wells Fargo (NYSE:WFC) rebaixou a recomendação das ações de compra para neutra e reduziu o preço-alvo em US$ 2 para US$16 por ação.

Os analistas do banco afirmaram que a incerteza sobre a capacidade da empresa de realizar uma virada está aumentando, o que provavelmente levará à deterioração da avaliação das ações.

O BofA (NYSE:BAC) também revisou o preço-alvo, cortando-o em US$5 para US$25. No entanto, a recomendação de compra foi mantida. Os analistas destacaram que estão “encorajados por várias oportunidades para impulsionar as vendas no segundo semestre.”

Apesar do início fraco, as ações da Victoria’s Secret se recuperaram significativamente, registrando um ganho de 6,9% para US$19,18.

HP é penalizada por projeções fracas

As ações da HP (NYSE:HPQ) caíram 6,6% após a empresa divulgar as vendas do terceiro trimestre fiscal na terça-feira à noite, que ficaram abaixo das expectativas de Wall Street, além de fornecer uma orientação de lucros anuais mais fraca do que o esperado. Esse desempenho ocorre em um cenário de enfraquecimento da demanda por PCs.

O lucro por ação ajustado (LPA) de US$0,86 ficou em linha com as projeções de Wall Street, mas a receita total de US$13,2 bilhões ficou aquém do consenso de US$13,38 bilhões.

Na sua divisão de sistemas pessoais, que engloba computadores pessoais e é a principal fonte de receita da empresa, houve uma queda de 11% na receita para US$ 8,9 bilhões no terceiro trimestre fiscal em relação ao mesmo período do ano anterior.

A projeção para o quarto trimestre da HP ficou entre US$0,85 e US$0,97 por ação, enquanto as estimativas de Wall Street apontavam para um LPA de US$0,95. Para o ano inteiro, a empresa estima um lucro por ação entre US$3,23 e US$3,35, abaixo da média da meta dos analistas, que era de US$3,37.

Vários analistas revisaram para baixo os preços-alvo para as ações da HP após a divulgação dos resultados. O Bernstein considerou o relatório decepcionante, ressaltando preocupações sobre a saúde estrutural do negócio de impressão e sua capacidade de crescimento no longo prazo.

Mesmo que as receitas provenientes dos PCs devam melhorar no futuro, a empresa deve enfrentar desafios estruturais menores em comparação com outros concorrentes.

Yasin Ebrahim, Davit Kirakosyan, Liz Moyer e Senad Karaahmetovic contribuíram para esta matéria. Tradução de Julio Alves.

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