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Mercados Operam em Alta à Medida que Mostram Sinais de Estabilização

Publicado 30.08.2022, 08:39
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Bem-vindos à sua leitura matinal de cinco minutos de como os mercados reagem ao redor do mundo.

ÁSIA: As bolsas asiáticas fecharam sem direção nesta terça-feira, após iniciar a semana com quedas substanciais por conta do discurso agressivo do presidente do Federal Reserve, Jerome Powell, durante o simpósio em Jackson Hole na sexta-feira.

O Nikkei do Japão subiu 1,14% para encerrar a sessão em 28.195,58 pontos, após liderar as perdas na sessão de ontem. A taxa de desemprego do Japão ficou inalterada em 2,6% em julho, em linha com as expectativas e estável pelo terceiro mês consecutivo, segundo dados oficiais.

O Kospi na Coreia do Sul subiu 0,99%, para 2.450,93 pontos.

O índice Hang Seng de Hong Kong caiu 0,37%, em 19.949,03 pontos e seu índice Hang Seng Tech negociando 0,7% mais baixo.

Nos mercados da China continental, o Shanghai Composite caiu 0,42%, para 3.227,22 pontos e o Shenzhen Component caiu 0,39%, para 11.970,79 pontos. O JPMorgan (NYSE:JPM) disse que as recentes medidas de estímulo introduzidas pelo governo chinês são um bom sinal, mas a confiança do consumidor continua fraca.

Na Austrália, o S&P/ASX 200 subiu 0,47%, a 7.230,40 pontos, recuperando parte das perdas de segunda-feira. O setor de TI liderou os ganhos. O setor de energia subiu, enquanto o setor de materiais foi o único a fechar no vermelho, depois que os preços do minério de ferro caíram abaixo US $ 100 pela primeira vez em cinco semanas. As ações da Woodside Energy subiram 1,47%, depois de subirem até US$ 36,68, seu ponto mais alto em três anos. A companhia de petróleo e gás reportou um aumento de cinco vezes no lucro líquido e anunciou um dividendo para os acionistas. Os pesos pesados Santos e Whitehaven Coal também tiveram ganhos. Entre as mineradoras, BHP e da Rio Tinto (LON:RIO) caíram 1% e 0,8%, respectivamente. A Ramelius Resources caiu 5,23% e foi uma das várias empresas de ouro a perder valor de mercado à medida que os investidores se movem cada vez mais em direção à segurança do dólar americano e se afastam do ouro.

O índice MSCI para a Ásia-Pacífico exceto Japão foi 0,5% maior.

EUROPA: Os mercados europeus sobem na terça-feira após um início de semana negativa.

O pan-europeu Stoxx 600 sobe 1,5% no início do pregão, com os bancos liderando os ganhos, já que todos os setores avançaram, exceto recursos básicos.

O alemão DAX 30 sobe 1,80%, o francês CAC 40 avança 1,06% e o FTSE MIB da Itália adiciona 1,,56%.

Na Península Ibérica, o IBEX 35 da Espanha sobe 1,38% e o português PSI 20 opera próximo da estabilidade.

Em Londres, o FTSE 100 sobe 0,16% na volta do feriado de segunda-feira. Entre as mineradoras, Anglo American (LON:AAL) cai 2,1%, Antofagasta (LON:ANTO) e BHP caem 2,5% cada e Rio Tinto perde 1,6%. A petrolifera British Petroleum cai 1,1%.

EUA: Os futuros dos índices de ações dos EUA subiram na manhã de terça-feira, à medida que os mercados mostraram sinais de estabilização após quedas por conta do discurso "hawkish" do presidente do Fed Jerome Powell.

Os movimentos nos futuros seguem o segundo declínio consecutivo para os principais índices em Wall Street depois que comentários recentes de autoridades do Federal Reserve deixaram claro que o banco central pretende continuar seus aumentos de juros, mesmo que causem problemas econômicos. Segundo analistas, os investidores estão começando a aceitar a ideia de que o FED levará a sério a contenção da inflação, mesmo que dados recentes sugiram que a inflação está começando a cair.

A recomendação dos analistas é para que os investidores permaneçam seletivos e concentrem em setores de ações defensivos como as que pagam dividendos. Esta mudança foi claramente ilustrada pelo presidente do Federal Reserve de Minneapolis, Neel Kashkari, que disse na segunda-feira que o mergulho no mercado após os comentários de Powell foi bem-vindo. "As pessoas agora entendem a seriedade do nosso compromisso de reduzir a inflação para 2%", disse Kashkari.

O Credit Suisse (SIX:CSGN) reduziu o que chama de sua visão estratégica para as ações de neutro para "underweight" em sua recomendação válida a partir de 10 de agosto. A estratégia refere-se aos próximos três a seis meses. "Os mercados estavam levado em conta muita esperança e pouca realidade econômica. Assim sendo, os próximos meses provavelmente se tornarão difíceis para os investidores e é hora de ser prudente e reduzir os riscos" e que com a inflação na casa de 8%, segurar muito dinheiro é uma perda garantida no poder aquisitivo e que os mercados privados com foco no longo prazo ou títulos de moeda forte do mercado emergente são oportunidades interessantes no momento.

O Morgan Stanley (NYSE:MS) disse que os EUA entrarão em recessão a menos que um “milagre” aconteça. “Definitivamente teremos uma recessão à medida que os impactos defasados ​​desse grande aperto monetário começarem a aparecer" e até agora eles não entraram em ação. “A taxa de desemprego deve ir provavelmente acima de 5%, podendo chegar a 6%”.

O Banco da Coreia alertou sobre “aumento da volatilidade”, à medida que os mercados globais se preparam para futuras altas do Federal Reserve dos EUA. “Há uma grande chance de aumento da volatilidade sempre que o Federal Reserve dos EUA toma uma decisão sobre a taxa de juros e o mercado financeiro e de câmbio global precisa digeri-la”, disse o presidente do BOK, de acordo com uma mensagem do banco central divulgado nesta terça-feira.

Os rendimentos do Tesouro dos EUA recuam ligeiramente nesta terça-feira, depois que a taxa de 2 anos atingiu seu nível mais alto desde novembro de 2007 na segunda-feira. O rendimento da nota do Tesouro de curto prazo de 2 anos caia 1 ponto-base para 3,417, na madrugada desta terça-feira, ainda acima da alta de quase 15 anos. O rendimento da nota do Tesouro de 10 anos caia 4 pontos base para 3,0689% e o rendimento do título do Tesouro de 30 anos também caia 4 pontos base, em 3,2054%. Os rendimentos movem-se inversamente aos preços e um ponto base é igual a 0,01%.

Na agenda econômica desta terça-feira, os investidores receberão várias atualizações sobre o estado da economia, incluindo o índice de preços domésticos S&P Case-Shiller para junho, com vencimento às 10h00. O índice de confiança do consumidor para agosto e a pesquisa mensal JOLTS que é realizado nas indústrias em que analisa contratações, abertura de emprego, demissões, recrutamentos, serão divulgado às 11h00.

Um economista do Goldman Sachs (NYSE:GS) disse que o setor imobiliário está em uma espécie de recessão e que a desaceleração continuará, apesar de que eventualmente possa diminuir o ritmo ainda rápido de aumentos nos preços das casas. Antes do último relatório de preços das casas da Case-Shiller que será divulgado hoje, o especialista disse que as casas começaram a cair 20% em relação ao seu pico e as vendas de casas existentes caíram 30%. Uma das causas, são as taxas de hipotecas que estão em 5,8%, ante 3,2% em janeiro.

Olhando para frente, as vendas de casas existentes cairão mais 12% até o quarto trimestre e as vendas de novas casas estarão estáveis. A última pesquisa do Conference Board diz que os planos de comprar uma casa dentro de seis meses caíram para o menor nível desde 2015, mas mesmo com a demanda esfriando, ainda há um desequilíbrio da oferta. Há um crescente atraso de imóveis inacabadas que aumentaram o número de novas casas disponíveis para venda, devido tanto à interrupções na cadeia de suprimentos quanto à escassez de mão-de-obra e segundo dados da Zillow, a redução da oferta também foi por conta de menos proprietários colocando suas casas à venda. O crescimento dos preços das casas em uma base trimestral desacelerará para 8,5% no terceiro trimestre e 3% no quarto trimestre, o que levará a taxa anual para 14% até o final do ano. No próximo ano, o especialista diz que o crescimento dos preços das casas vai parar completamente.

CRIPTOMOEDAS: Acompanhando a melhor do humor nos mercados de ações, as criptomoedas avançam nesta terça-feira.

Após ser negociado próximo dos US$ 19.800 na manhã de ontem, na sequência de fim de semana de perdas, o Bitcoin sobe próximo de US $ 20.400, alta de 2,9% nas últimas 24 horas.

O Ethereum é destaque de alta e segue impulsionada pela proximidade da atualização Merge, que deve acontecer por volta de 15 de setembro, apesar de avaliação negativa do Bank of America (NYSE:BAC). A segunda maior criptomoeda sobe acima de US $ 1,500, alta de quase 10% nas últimas 24 horas.

Bitcoin: +2,85%, em US $ 20.392,00
Ethereum: +9,34%, em US $ 1.585,85
Cardano: +5,89%
Solana: +6,78%
Dogecoin: +3,50%
Terra Classic: +12,63%

ÍNDICES FUTUROS - 7h15:
Dow: +0,70%
SP500: +0,86%
NASDAQ: +1,13%

COMMODITIES:
MinFe Dailan: -5,01%
Brent: -2,80%
WTI: -2,74%
Soja: -1,31%
Ouro: -0,20%

OBSERVAÇÃO: Este material é um trabalho voluntário, independente, resultado da compilação de dados divulgados em diversos sites da internet que são aqui resumidos de maneira didática para facilitar e agilizar a compreensão do leitor. O texto da sessão asiática está no tempo passado, enquanto a europeia e a americana estão no presente devido ao horário em que este relatório é redigido. Atentem-se para o horário de disponibilização dos dados. O texto não é indicação de compra, manutenção ou venda de ativos.

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