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Fique por dentro das 5 principais notícias do mercado desta terça-feira

Publicado 19.03.2024, 06:18
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Por Peter Nurse e Jessica Bahia Melo

Investing.com – Os futuros das ações em Wall Street apontam para um dia de negociações cautelosas antes do início da próxima reunião de política monetária do Federal Reserve (Fed, banco central dos EUA), especialmente depois que o Banco do Japão elevou suas taxas de juros pela primeira vez em quase duas décadas hoje.

A Nvidia continua sua conferência anual de desenvolvedores, enquanto o bitcoin sofre sua maior queda em um dia em duas semanas.

No Brasil, inicia reunião de política monetária para definição da taxa de juros.

CONFIRA: Calendário econômico do Investing.com

1. Banco do Japão inicia semana de bancos centrais com aumento de juros

A semana de foco nos bancos centrais começou com um impacto significativo, pois o Banco do Japão elevou as taxas de juros pela primeira vez em 17 anos na terça-feira, sinalizando o término de quase uma década de política monetária extremamente acomodatícia.

O Banco do Japão elevou as taxas de juros de curto prazo em dez pontos-base, para 0%, e anunciou que, apesar de continuar a adquirir títulos do governo japonês em um ritmo "constante", cessará a compra de fundos negociados em bolsa mais arriscados e fundos de investimento imobiliário.

As notícias do Banco Central da Austrália foram menos impactantes, já que essa instituição decidiu manter as taxas de juros inalteradas, conforme amplamente previsto, embora o RBA tenha suavizado ainda mais sua postura de aperto.

Agora, as atenções se voltam para o início da reunião de dois dias do Federal Reserve reunião de política, no final da sessão, com sua decisão prevista para ser anunciada na quarta-feira. A expectativa geral é de que o banco central dos EUA mantenha a estabilidade, mas o foco estará em suas projeções econômicas e em quantos cortes de taxas ele estima para o ano.

LEIA MAIS: Fed: Mercado estará atento a projeções econômicas diante de pressão inflacionária

No início deste mês, o presidente do Fed, Jerome Powell, disse que o Fed "não está longe" de ter a confiança necessária na queda da inflação para começar a reduzir as taxas.

O Banco da Inglaterra e o Banco Nacional Suíço também têm reuniões nesta semana, na quinta-feira, e espera-se que ambos mantenham as taxas de juros estáveis. É provável que o Banco da Inglaterra aguarde uma maior clareza sobre o crescimento dos salários, que continua mais forte do que nos EUA ou na zona do euro, antes de cortar as taxas de juros, enquanto o Banco Nacional Suíço pode optar por aguardar até que o Fed e o BCE comecem a cortar as taxas de juros, o que é amplamente esperado para junho, a fim de evitar uma maior fraqueza do franco suíço.

Os futuros de ações americanas foram negociados marginalmente em baixa nesta terça-feira, em negociações cautelosas antes do início da última reunião de definição de políticas do Federal Reserve.

Às 7h50 (de Brasília), o contrato Dow futuros estava em queda de 0,13%, o S&P 500 futuros havia caído 0,16%, e o Nasdaq 100 futuros havia recuado 0,22%.

Os principais índices fecharam em alta na segunda-feira, recuperando-se após uma série de duas semanas de perdas, mas ainda existe uma grande expectativa nervosa com a reunião dos dirigentes do Fed, especialmente após a recente divulgação de leituras de inflação mais quentes do que o esperado.

Há muitas preocupações de que as leituras de inflação persistentes levem o Federal Reserve a sinalizar que as taxas de juros permanecerão mais altas por mais tempo do que o esperado.

No setor corporativo, a Nvidia estará no centro das atenções, já que a fabricante de chips continua a sediar sua conferência anual de desenvolvedores [veja abaixo], enquanto a Pfizer (NYSE:PFE) se desfez de uma participação de aproximadamente US$ 3,9 bilhões na Haleon, a empresa de saúde do consumidor, reduzindo sua participação na empresa britânica de saúde do consumidor para 22,6%.

2. Nvidia anuncia 'superchip' inovador

Na segunda-feira, a conferência anual de desenvolvedores da Nvidia (NASDAQ:NVDA) foi palco do anúncio do mais recente chip da empresa, o B200 "Blackwell", pelo CEO Jensen Huang. Huang também apresentou um novo pacote de ferramentas de software destinado a facilitar a venda de modelos de Inteligência Artificial (IA) para empresas que utilizam a tecnologia da Nvidia. Entre os clientes da Nvidia estão algumas das maiores empresas de tecnologia do mundo.

O chip B200 "Blackwell" promete ser 30 vezes mais rápido que seu antecessor em determinadas tarefas, segundo Huang, e deve chegar ao mercado ainda este ano. Apesar dos anúncios, as ações da Nvidia caíram mais de 1% no pré-mercado, uma vez que não conseguiram atrair novos investidores.

A Nvidia viu suas ações subirem 240% nos últimos 12 meses, tornando-se a terceira empresa mais valiosa do mercado de ações dos EUA, atrás apenas da Microsoft (NASDAQ:MSFT) e da Apple (NASDAQ:AAPL). A conferência continua na terça-feira.

ENTREVISTA: Com boom da IA, veja os planos da Nvidia no Brasil e na América Latina

3. Bitcoin atinge menor valor em duas semanas antes da reunião do Fed

Na terça-feira, o (bitcoin) sofreu sua maior queda em um dia em duas semanas, com uma onda de vendas atingindo as criptomoedas antes da última reunião do Federal Reserve. Às 7h50 (horário de Brasília), o bitcoin caiu quase 7% para US$63.330, tendo anteriormente atingido uma baixa de duas semanas de US$63.108.

Na quarta-feira, o Federal Reserve conclui sua última reunião de dois dias de definição de políticas. A expectativa é que o banco central mantenha as taxas de juros inalteradas, mas realizará uma coletiva de imprensa para discutir a economia e o futuro das taxas do Fed.

Um tom hawkish provavelmente causaria aversão ao risco em detrimento da moeda digital mais popular, enquanto uma indicação de taxas de juros mais baixas poderia tornar os investimentos tradicionais, como títulos e contas de poupança, menos atraentes, levando os investidores a buscar retornos mais altos em outros lugares, incluindo o bitcoin.

Ainda assim, o bitcoin ainda está apresentando um ganho de 50% no ano até o momento, já que os investidores se acumularam em fundos negociados em bolsa dos EUA apoiados por bitcoin à vista.

E o nível de US$150.000 "agora parece provável", de acordo com o banco britânico Standard Chartered (OTC:SCBFF), refletindo "o repasse mais rápido dos fluxos de entrada do ETF para o preço do BTC até o momento".

CONFIRA: Cotações das commodities

4. Petróleo recua das máximas de quatro meses

Na terça-feira, os preços do petróleo caíram, recuando das máximas de quatro meses antes do início da última reunião de política do Federal Reserve.

Às 7h50, os futuros do petróleo dos EUA eram negociados 0,22% mais baixos, a US$87,98 por barril, enquanto o contrato do Brent caía 0,25%, para US$86,67 por barril.

Ambos os referenciais atingiram máximas de quatro meses na sessão anterior, ajudados por sinais de maior demanda e crescimento econômico nos EUA e na China, as duas maiores economias do mundo.

O mercado também recebeu um impulso depois que os ataques às refinarias russas resultaram em um prêmio de risco geopolítico mais alto, mas houve um certo grau de realização de lucros na terça-feira, já que os investidores aguardavam sinais sobre cortes nas taxas na reunião do Fed.

Além do Fed, os investidores também ficarão de olho nos dados mais recentes dos estoques dos EUA, com o Instituto Americano do Petróleo (Instituto Americano do Petróleo) pronto para divulgar sua estimativa de estoques de petróleo mais tarde na sessão.

5. Inicia reunião para definir juros no Brasil

O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central se reúne a partir desta terça-feira, 19, para definir o patamar da taxa de juros da economia brasileira, a Selic, com decisão nesta quarta, 20. As expectativas consensuais indicam mais um corte de 0,5 ponto percentual, levando a Selic de 11,25% para 10,75%.

O último comunicado e ata já indicavam a continuidade dos cortes neste ritmo. Investidores vão estar atentos ao forward guidance da autoridade no comunicado para buscar pistas se as próximas reuniões devem seguir na mesma linha.

“O comitê deverá manter o plural (“próximas reuniões”), ao mesmo tempo em que destaca a resiliência da atividade e as preocupações com a inflação para justificar a manutenção do ritmo”, espera o Bank of America (NYSE:BAC).

Alexandre Maluf, economista da XP (BVMF:XPBR31), concorda, mas pondera: “Acho que, na margem, a probabilidade de eles tirarem esse plural e mudarem a redação do comunicado subiu”.

Às 7h50 (de Brasília), o ETF (NYSE:EWZ) estava estável no pré-mercado.

CONFIRA: Uma letra pode mudar, ou não, expectativas sobre juros na próxima decisão do Copom

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